Brasileira foi achada “visualmente imóvel” a 500m de profundidade, diz parque

Brasileira de Niterói é localizada no Monte Rinjani após desaparecer em trilha na Indonésia

Juliana Martins aguarda resgate na Indonésia (Foto/g1) Juliana Marins, natural de Niterói (RJ), foi encontrada por drone em local de difícil acesso; equipes de resgate trabalham para retirá-la com segurança Maricá e a data de 23 de junho de 2025- Ficaram marcados por uma notícia que comoveu moradores da região e atraiu olhares para o outro lado do mundo. Após três dias de busca intensa e grande comoção nas redes sociais, a brasileira Juliana Marins, de 31 anos, foi finalmente localizada no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, na Indonésia. Juliana, que é natural de Niterói, havia desaparecido no sábado (21) durante uma trilha solo pelo imponente vulcão de 3.726 metros de altitude — um dos mais altos e desafiadores do país asiático. A descoberta do paradeiro foi feita através de um drone, que sobrevoava áreas de difícil acesso e registrou imagens da jovem em um penhasco profundo e íngreme. Um resgate que exige precisão e paciência A localização de Juliana representa apenas o começo de um trabalho ainda mais delicado: trazê-la de volta em segurança. De acordo com as autoridades do Parque Nacional Gunung Rinjani, a brasileira foi encontrada em uma parede rochosa a cerca de 500 metros de profundidade, um local que exige manobras técnicas para o resgate. “Estamos priorizando a segurança da vítima e das equipes envolvidas. Essa é uma operação que exige calma e precisão”, informou um porta-voz do parque. Ainda não há informações oficiais sobre o estado de saúde de Juliana, mas equipes de resgate especializados já estão atuando na região com todo o cuidado necessário. Uma trilha solitária que mobilizou o Brasil Juliana Marins estava em uma jornada solo pela Ásia e compartilhava sua rotina de trilhas com amigos e seguidores nas redes sociais. Quando deixou de dar notícias no sábado, seus familiares iniciaram uma mobilização online para obter informações. A campanha se espalhou rapidamente, especialmente em sua cidade natal, Niterói, e em cidades vizinhas, como Maricá, que expressaram apoio nas redes. A solidariedade virtual se transformou em corrente de esperança, conectando pessoas de diferentes partes do Brasil com o mesmo objetivo: encontrar Juliana. Monte Rinjani: beleza imensa, riscos reais Famoso por suas paisagens impressionantes, o Monte Rinjani também é conhecido pelas condições perigosas. O relevo é acidentado, o clima muda rapidamente e o trajeto exige preparo físico, técnica e equipamentos adequados. Infelizmente, acidentes e desaparecimentos não são raros entre trilheiros inexperientes ou que viajam sozinhos. A história de Juliana reforça o alerta sobre a importância de seguir orientações locais, estar em grupo e comunicar itinerários com antecedência em aventuras como essa. Acompanhamento da embaixada e expectativa pela volta A Embaixada do Brasil na Indonésia está acompanhando o caso e oferecendo suporte à família. As autoridades locais pedem respeito à privacidade da jovem e reforçam que qualquer nova informação será divulgada com responsabilidade. A equipe do nosso portal continuará acompanhando cada etapa dessa operação, torcendo para que em breve a história de Juliana tenha um desfecho seguro e feliz.

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História e devoção: Renata Gama lança obra sobre igreja de Niterói na Bienal 2025 no RJ

Livro resgata a história da Igreja Nossa Senhora da Conceição, marco religioso e cultural de Niterói A arquiteta urbanista, escritora e pesquisadora Renata Aymoré Gama é um dos destaques da Bienal do Livro 2025, com o lançamento do livro Arquiconfraria Nossa Senhora da Conceição — 350 anos de fé e bênçãos. A publicação narra a trajetória da histórica igreja localizada no Centro de Niterói, um dos mais antigos templos religiosos do Estado do Rio de Janeiro. A obra está disponível no estande do Grupo Gaia, no Pavilhão 4, Q48, no Riocentro. O livro foi oficialmente lançado em 8 de dezembro de 2024, durante missa solene comemorativa dos 350 anos da Arquiconfraria, celebrada por Dom Paulo Alves Romão, bispo auxiliar da Arquidiocese de Niterói. A edição conta com prefácio de Dom Alano Maria Pena, arcebispo emérito da cidade, e apresentação de Bruno Gramigna, arquiteto do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), especialista em igrejas históricas brasileiras. Renata Aymoré Gama é formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com especialização em Meio Ambiente pela Universidade Candido Mendes e pós-graduação em Educação Patrimonial em andamento, pelo IPN. Atua como servidora pública concursada na Prefeitura de Maricá desde 2011, e é a atual presidente do Instituto Histórico, Geográfico e Ambiental de Maricá (IHGAM). Com uma trajetória dedicada à valorização do patrimônio histórico e ambiental do Leste Fluminense, Renata se destaca também como fotógrafa premiada, palestrante e professora de Arte Sacra. Foi responsável por importantes exposições, como “Maricá Natural”, na APA das Serras de Maricá, e “Caminhos de Darwin”, realizada na Fazenda Itaocaia em parceria com o biólogo Marcus Lacerda. É cofundadora de diversos institutos históricos regionais, como o de Itaboraí, Rio Bonito e São Gonçalo, e desde 2021 integra o Conselho Estadual de Tombamento do INEPAC como membro de notório saber. Em 2023, fundou o IHGAM, primeiro instituto histórico do Brasil a incluir uma categoria mirim, presidida por Miguel Ângelo Padilha Marques, então com apenas 11 anos. Ambos foram agraciados em 2024 com a Medalha Ennio Candotti de Divulgação Científica, concedida pelo LABACIENCIAS da UFF e pela FAPERJ. Renata também é coautora de diversas publicações acadêmicas e obras coletivas, como Itaboraí e a Independência do Brasil, Jardim Botânico de Niterói: um século de história e meio ambiente, Atlas Escolar de Maricá, Ciência para Ouvir (e Ler) e Maricá Cidade da Gente volumes 1 e 2. Sua produção inclui ainda artigos sobre memória, arquitetura e meio ambiente, publicados em revistas científicas e colunas fixas nos veículos Revista Maricá Já e Portal Aconteceu Maricá, ambos em parceria com outros pesquisadores e historiadores locais. Ativa nas redes sociais, especialmente no Instagram, Renata compartilha registros fotográficos e vídeos de seu trabalho, promovendo o conhecimento histórico de forma acessível e envolvente. Seu engajamento a posiciona como uma importante voz na difusão da cultura e da preservação patrimonial no estado do Rio de Janeiro.

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