Pagode, alegria e muita energia: Mumuzinho e grupo Intimistas agitam Maricá em noite imperdível

Foto: Divulgação Show acontece no Deck Mar, em Ponta Negra, com DJs convidados e open bar para garantir a festa completa Se você é fã de pagode e está em busca de uma noite cheia de música boa, diversão e aquela vibe contagiante, já pode marcar no calendário: no dia 9 de maio de 2025, a cidade de Maricá vai ferver ao som de Mumuzinho e do grupo Intimistas. A apresentação está marcada para às 21h, na recém-inaugurada casa de shows Deck Mar, localizada em Ponta Negra, em frente ao canal. E para completar a noite com muito alto astral, os DJs Anderson França, da FM O Dia, e Philipe Ricardo também comandam as pick-ups, trazendo um mix de ritmos para ninguém ficar parado. O Deck Mar, apesar de novo na cena, já está conquistando o público com sua estrutura moderna, ambiente acolhedor e excelente atendimento. O espaço oferece duas áreas de open bar, além de uma mix house que promete agradar os mais diversos gostos. E para quem gosta de curtir com conforto, há opções de pista e camarote, tudo planejado para que o público possa se divertir com segurança e tranquilidade. Os ingressos estão disponíveis online e podem ser adquiridos diretamente no link do site abaixo: www.guicheweb.com.br/deckmar Com a alta procura, a dica é garantir o seu o quanto antes! O endereço do evento é na Rua Beira do Canal de Ponta Negra, em frente ao canal — um dos pontos mais charmosos da cidade, perfeito para curtir uma noite memorável. Ainda tem ingressos, se apresse e não perca este grande show.

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Tradição e Criatividade: Festa do Artesão em Cordeirinho Celebra o Talento Local

Foto: Bernardo gomes Mais de 40 expositores levaram arte, histórias e emoção à orla de Maricá em uma celebração que uniu cultura, trabalho manual e muito carinho Em um sábado de sol e brisa leve na orla de Cordeirinho, a cidade de Maricá se encheu de cores, aromas e sons com a realização da Festa do Artesão. O evento, promovido pela Secretaria de Cultura e das Utopias, foi muito mais do que uma simples feira: foi um verdadeiro encontro entre talento, tradição e a força criativa de quem transforma materiais simples em arte. O ponto de encontro foi a altura da Rua 90, onde cerca de 40 expositores montaram suas barracas, cada uma com um pedacinho da sua história. Tinha de tudo: bolsas artesanais, laços coloridos, porta-chaves feitos com capricho, chapéus estilosos, aromatizadores, crochês detalhados e até peças feitas com materiais recicláveis – mostrando que sustentabilidade e criatividade caminham juntas. Para Rafael Bilé, coordenador da feira Maricá Mostra Cultura, eventos como esse são fundamentais para dar visibilidade a esses artistas que, muitas vezes, trabalham em silêncio em suas casas. “A feira é um espaço de acolhimento e de reconhecimento. Ela fortalece o artesanato como parte essencial da cultura local. Temos artesãos tradicionais, como Dona Benedita da Taboa, que trabalha com fibras naturais, e outros talentos que precisam de espaço para brilhar”, explicou. Histórias que inspiram Entre as mãos habilidosas que expuseram na feira estava a de Ana Paula David, de 49 anos, que trouxe peças criativas feitas a partir de caixas de leite. “Aprendi a costurar vendo minha mãe. Fiquei desempregada, mas não desanimei. Hoje estou aqui, expondo pela primeira vez, e me sinto realizada”, contou, com um sorriso tímido e orgulhoso. Outro visitante encantado com a proposta da feira foi Ricardo Henrique, de 56 anos, morador de Bambuí, que aproveitou para comprar bonés artesanais. “Esse tipo de evento movimenta o bairro e atrai turistas. É uma vitrine para os artesãos e também para quem vive aqui”, destacou o aposentado. No setor de perfumaria, Sônia Mendes era só alegria. Seus sabonetes, velas aromáticas, body splash e incensos não só encantavam pelo aroma, mas carregavam uma história de superação. “Comecei a produzir para vencer a depressão. Hoje, cada item tem amor, cura e energia. Ver as pessoas se encantando com o que faço me enche de gratidão”, compartilhou emocionada. Já o engenheiro Wanderson Alves, de 45 anos, não resistiu aos aromas e levou incensos e perfumes para casa. “Sou frequentador assíduo da feira. É um evento que valoriza a cultura e dá vida ao bairro”, contou ele, enquanto escolhia as fragrâncias que levaria. Música, dança e boas vibrações Como toda boa festa merece, a música também esteve presente com força total. O DJ Codi comandou um set repleto de charme e funk das antigas, fazendo a galera dançar e reviver bons momentos. Ao cair da noite, o clima ficou ainda mais animado com uma roda de samba, o famoso bloco da 90 e um charmoso baile retrô, que transformou a orla em uma verdadeira pista de dança sob as estrelas. A Festa do Artesão de Cordeirinho não foi apenas um evento. Foi uma celebração do fazer com as mãos, do criar com o coração e do viver em comunidade. Uma mostra viva de que a cultura pulsa forte em Maricá – e que ela merece ser vista, ouvida e aplaudida. Fotos: Bernardo Gomes

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Feira da Agricultura Familiar em Araçatiba celebra a produção local e conquista moradores e visitantes

Foto: Bernardo Gomes Evento em Maricá valoriza a cultura do campo com artesanato, gastronomia artesanal e produtos agroecológicos que fortalecem a economia da região. Neste sábado ensolarado (03/05), a Praça Agroecológica de Araçatiba, em Maricá, foi palco de mais uma edição acolhedora da Feira da Agricultura Familiar — um evento que, mais do que um simples espaço de vendas, tem se consolidado como um verdadeiro encontro entre a tradição do campo e o estilo de vida urbano. Promovida pela Secretaria de Agricultura e Pecuária da cidade, a feira reuniu uma variedade de barracas com produtos orgânicos, artesanatos feitos com carinho e delícias da gastronomia artesanal. Ao caminhar entre as tendas, o clima era de acolhimento e descoberta. Leonardo Moraes dos Santos, de 40 anos, produtor artesanal, estava lá com um sorriso no rosto e sua mesa repleta de molhos de pimenta e geleias — tudo feito sem conservantes, como manda a boa prática artesanal. “É gratificante participar. A gente consegue mostrar o que faz com tanto cuidado e ainda gerar renda com isso. É um espaço que dá voz para quem empreende de forma pequena, mas com muito coração”, contou Leonardo. A feira também atrai visitantes de fora. Felipe Peixinho, de 34 anos, veio do bairro de Realengo, na Zona Oeste do Rio, e aproveitou a passagem por Maricá para levar um pouco de novidade para casa: “Comprei hidromel! É difícil achar esse tipo de produto onde moro, então aproveitei. Esses eventos são ótimos para fortalecer quem produz aqui na região e também pra gente, consumidores, que queremos conhecer coisas novas”, contou ele, acompanhado da namorada, Alexia Carvalho, de 28 anos. Entre os frequentadores mais fiéis da feira está Rosana Amorim, de 55 anos, que visita o espaço há cerca de três anos. “Sempre tem coisa nova por aqui. Hoje levei substrato de cogumelo para minhas plantas e um pouco de shitake. Já fui em quase todas as barracas e é difícil sair sem comprar algo. Acho que investir em qualidade de vida começa por apoiar esse tipo de produção mais consciente. Maricá tem um potencial enorme para crescer com sustentabilidade”, afirmou. Mais do que uma feira, o evento tem sido um reflexo do quanto o consumo consciente e a valorização do pequeno produtor podem transformar comunidades. O sucesso da iniciativa mostra que, quando o poder público investe em projetos de base local, o retorno vem em forma de cultura, renda e bem-estar para todos. Fotos: Bernardo Gomes

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NOSTALGIA

Houve um tempo, que o amor era meus passos, houve uma época que a poesia ainda crescia em mim, descobertas, primazias da vida de um adolescente, vivacidade explodindo em meus olhos, a noite era apenas mais uma coisa a pensar, as músicas eram coesas, a melodia era linda, as composições atingiam os corações, esse era os anos 70 e 80. Acordávamos com o sol despontando, trazendo horizontes, sorrisos alegrias a serem vividas, descobertas, um sonho após o outro, a vida nos ensinando, a vida nos moldando, a então maior idade chegando. Tempo de infinitas indagações, de dúvidas e aprendizados.Paixões nascendo, amores crecendo, desilusões invadindo nossos caminhos e passos a serem tomados e continuados, tudo parte de dias que se tornaram belas lembranças, imagens de esperanças, anos de alegria que não voltam mais Nostalgia que ás vezes invade nossa alma, nosso coração, nossas vistas, recordando nossa infância, adolescência e juventude. Relembrar boas coisas, é reviver, é se alegrar, é se regojizar na alma, onde a vida é isso, aprender, superar, amar, ser feliz. Voltar ao passado é fortalecer seu presente e esperar um futuro ainda melhor. Apenas isto existir e vislumbar a vida que um dia viveu e que hoje você pode colher os frutos que plantou lá atrás no seu passado. ANSELMO MOURÃO

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Dalva Alves: Quando a Voz Madura Ecoa Libertação e Rock’n’Roll

Foto arquivo pessoal Da dor à potência — como a cantora fluminense transformou vivências difíceis em música e empoderamento feminino após os 50 anos Nem todo recomeço começa do zero. Às vezes, ele nasce de algo que estava ali o tempo todo, só esperando a coragem para florescer. É o caso de Dalva Alves, uma mulher cuja história pulsa em cada acorde que canta. Natural do bairro de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, mas há anos moradora de Maricá, Dalva é dessas artistas que atravessam o tempo e se reinventam sem perder a essência. Sua jornada com a música começou cedo. Aos 19 anos, já interpretava clássicos da MPB com uma versatilidade admirável, passeando pela bossa nova, samba, reggae, blues, jazz e rock. Seu talento logo chamou atenção: em 1997, levou o primeiro lugar no prestigiado Fest Valda, na categoria cover, com uma versão reggae arrebatadora de “Como Nossos Pais”, de Belchior. Essa vitória abriu as portas para palcos no Rio e em São Paulo. Mas foi só depois dos 50 anos de idade que Dalva mergulhou de vez na criação autoral — e encontrou nela uma nova forma de existir. Não foi uma decisão ao acaso. As músicas que hoje emocionam plateias inteiras nasceram de páginas íntimas, escritas como desabafos após uma experiência dolorosa em um relacionamento abusivo. Transformar dor em arte é uma das formas mais bonitas de cura, e Dalva sabe disso como poucas. Seu refúgio foi o rock — aquele que ela ouvia desde sempre, com paixão, e que agora se tornou a base do seu discurso artístico. O resultado mais visceral desse processo é o projeto “Mama Rock”. Pensado especialmente para mulheres com 50 anos ou mais, o trabalho celebra a liberdade, a autenticidade e o poder de recomeçar com brilho nos olhos. Cada música é como um espelho para outras mulheres que viveram histórias semelhantes, mostrando que o palco da vida continua aberto, não importa a idade. E a trajetória musical de Dalva tem raízes profundas. O talento corre na família: sua mãe, sua irmã Simone (já falecida), e seu irmão baterista sempre estiveram presentes nesse universo sonoro. Até mesmo sua irmã que vive em Los Angeles trilhou um caminho artístico, como DJ. O avô materno, violinista, também deixou seu legado. Com tantas influências ao redor — de Joyce, Elis Regina e Gal Costa a Rita Lee, Janis Joplin, Djavan, Lenine, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque — não é de se estranhar que Dalva tenha construído uma identidade musical tão rica. Atualmente, ela se divide entre quatro projetos musicais: Banda Cult, que se apresentará no Maricá Musical (previsto para maio festa de aniversário da Cidade de Maricá), Mama Rock, Banda Bigorna e o Quinteto Nossa Bossa. Também faz apresentações mais intimistas, num formato acústico de voz e violão que toca fundo na alma. Dalva Alves não é apenas cantora. Ela é cronista da própria vida, mensageira da resistência feminina e símbolo de que a arte — quando feita com verdade — atravessa gerações. Em junho, ela lança oficialmente o álbum Mama Rock em todas as plataformas digitais. Um convite à reflexão, à emoção e, acima de tudo, à celebração de quem decide não se calar. Fotos: Arquivo pessoal

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Idosos de Maricá Descobrem os Sabores da Agroecologia em Experiência Única na Fazenda Joaquín Piñero

Foto: Clarildo Menezes Atividade fora da sala de aula leva aprendizado e memórias afetivas aos alunos da Escola Municipal do Idoso Na manhã desta quarta-feira (30/04), um grupo de aproximadamente 50 alunos da Escola Municipal do Idoso, localizada em Itaipuaçu, teve a oportunidade de vivenciar uma aula diferente — e profundamente inspiradora. A experiência, promovida pela Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Educação, os levou até a Fazenda Joaquín Piñero, no bucólico bairro do Espraiado, para uma imersão no universo da agroecologia. O passeio integra o projeto “Plantando Saberes, Colhendo Memórias”, que une educação, sustentabilidade e vínculos afetivos com a terra. Durante a visita, os idosos — acompanhados também por bolsistas do programa Passaporte Universitário — puderam aprender sobre a importância do cultivo de alimentos sem o uso de agrotóxicos. As orientações vieram diretamente da equipe da Secretaria de Agricultura e Pecuária, responsável pela gestão da fazenda, um espaço que também guarda um valioso patrimônio histórico da cidade. Uma conexão com a terra e com as raízes A atividade foi dividida em dois momentos: o primeiro deles focou no reconhecimento da importância de preservar a natureza e valorizar o solo. Em seguida, o grupo explorou as hortas agroecológicas, onde ervas medicinais e hortaliças são cultivadas de forma totalmente sustentável. Para Sueli de Lima, de 63 anos e moradora de Itaipuaçu, o passeio teve um significado especial. “Sempre amei estar em contato com a natureza. Estar aqui hoje, aprendendo sobre plantas e a importância do cultivo sem veneno, me emocionou. Quero compartilhar isso com meus filhos e netos. Foi um presente”, contou, com brilho nos olhos. Música, afeto e sabores da terra Depois do passeio entre os canteiros, o grupo foi recepcionado na Escola Municipal do Espraiado com música ao vivo e um almoço preparado com ingredientes frescos da própria região — uma verdadeira celebração dos saberes e sabores locais. Para fechar o dia com chave de ouro, cada participante recebeu mudas de hortaliças e ervas como alface, coentro, tomilho, capim-limão e rabanete, todas cultivadas na própria fazenda. Educação que transforma em qualquer idade A Escola Municipal do Idoso é uma iniciativa que transforma vidas. Voltada a pessoas com 60 anos ou mais que não tiveram a chance de concluir o Ensino Fundamental, ela oferece uma proposta pedagógica inclusiva e adaptada à realidade dessa faixa etária. Mas vai além da sala de aula — experiências como essa visita mostram como o aprendizado pode ser afetivo, vivo e conectado à realidade. Com iniciativas assim, Maricá reforça seu compromisso com a valorização da terceira idade e o direito de todos à educação, ao bem-estar e à construção de memórias significativas. Fotos: Clarildo Menezes

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Ação rápida em Itaipuaçu: homem é preso após agredir mãe e filha

Parceria entre Guarda Municipal e Polícia Militar garante resposta imediata a mais um caso de violência doméstica em Maricá Uma manhã de sexta-feira começou com um desfecho importante em Itaipuaçu, distrito de Maricá, onde um homem suspeito de agredir mãe e filha foi preso graças a uma ação coordenada entre a Guarda Municipal e a Polícia Militar. O caso aconteceu após uma denúncia feita pelas vítimas, que buscaram ajuda depois de serem agredidas dentro de casa, na noite da última quinta-feira (1º de maio). De acordo com informações da Secretaria de Segurança Cidadã, as mulheres foram encaminhadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Santa Rita, onde receberam os primeiros cuidados. Foi lá que relataram à equipe do Grupamento Maria da Penha (GMAP) o que havia acontecido. Segundo as vítimas, o agressor, embriagado, iniciou uma discussão que terminou em agressão física à filha. Ao tentar proteger a jovem, a mãe também acabou sendo agredida. Mesmo após o atendimento médico, o caso não terminou por ali. A Guarda Municipal manteve o acompanhamento da ocorrência, orientando as vítimas sobre seus direitos e medidas de proteção. E foi essa atenção contínua que permitiu uma resposta rápida no dia seguinte, quando uma das vítimas avisou que o agressor havia retornado ao local. Imediatamente, agentes da GM e policiais militares organizaram uma operação nas redondezas. O suspeito tentou escapar por uma área de mata, mas foi alcançado e detido. Ele foi encaminhado para a 82ª Delegacia de Polícia (Maricá), onde os procedimentos legais foram realizados. Esse caso é mais um entre as 256 ocorrências já registradas pelo Grupamento Maria da Penha em Maricá, que também contabiliza 46 encaminhamentos à delegacia só neste ano. Os dados mostram que a cidade vem atuando com firmeza para proteger suas moradoras e combater com seriedade a violência doméstica. A Prefeitura de Maricá reforça que mulheres em situação de risco não estão sozinhas. O apoio está ao alcance, e a rede de proteção funciona todos os dias, com profissionais treinados e comprometidos em garantir segurança e dignidade a quem mais precisa.

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Passos cheios de vida: caminhada em Itaipuaçu une idosos em celebração à saúde e ao bem-estar

Foto: Clarildo Menezes Com música, alegria e um cenário inspirador, cerca de 100 idosos transformaram a orla de Maricá em um palco de vitalidade e união. Na manhã ensolarada desta quinta-feira, o calçadão da praia de Itaipuaçu ganhou um brilho especial. Não era apenas o reflexo do sol nas ondas, mas o entusiasmo contagiante de quase 100 idosos que participaram da Caminhada da Melhor Idade, promovida pela Prefeitura de Maricá, através da Secretaria de Políticas para a Terceira Idade. A concentração aconteceu no Quiosque Sobre as Ondas, um ponto já conhecido por moradores e frequentadores da região. Antes da largada, os participantes se reuniram para uma sessão animada de alongamento e aquecimento, ao som de músicas que levantaram o astral de todos. Era impossível não sorrir diante de tanta disposição. Foram 3 km de caminhada pela orla, num percurso que misturou exercícios físicos, boas risadas e reencontros. Mais do que uma atividade esportiva, o evento foi um momento de celebração da vida e da força da terceira idade. Pâmela Curvello, coordenadora geral da Secretaria, acompanhou de perto a movimentação e fez questão de reforçar o impacto positivo da ação. “É maravilhoso ver nossos idosos ocupando os espaços públicos com tanta alegria. Eles mostram que a idade é apenas um número quando se tem vontade de viver bem”, comentou. Telma Mattos, que coordena a Casa da Melhor Idade em Itaipuaçu, destacou algo que ficou evidente no rosto de cada participante: o prazer em se sentir ativo. “A energia deles é algo que nos inspira. Eles não apenas participaram, eles brilharam!”, declarou com emoção. E quem esteve lá, sabe que não faltou animação. As amigas Nilsa Ferreira e Marília Moura, ambas com 73 anos, eram pura empolgação. “Essas caminhadas me fazem sentir viva”, disse Nilsa, com um sorriso largo. Marília completou: “É como recarregar a alma. Encontrar amigos, se exercitar e curtir esse lugar lindo faz um bem enorme.” A Caminhada da Melhor Idade vai muito além de um evento. É um lembrete de que o envelhecimento pode — e deve — ser vivido com dignidade, saúde e felicidade. Em Itaipuaçu, os passos da terceira idade seguem firmes e cheios de histórias para contar. Fotos: Clarildo Menezes

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Hospital Che Guevara completa 5 anos com avanços, novas especialidades e cuidado humanizado em Maricá

Foto Divulgação No dia 1º de maio, enquanto o país homenageava o trabalhador brasileiro, Maricá teve mais um motivo para comemorar: os cinco anos de funcionamento do Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara. Inaugurada em um dos momentos mais difíceis da história recente — o auge da pandemia de Covid-19 — a unidade se tornou símbolo de resistência, dedicação e cuidado com a vida. Desde sua abertura, o hospital passou por uma impressionante transformação. Inicialmente voltado para o enfrentamento da Covid-19, salvando milhares de vidas em meio ao caos da emergência sanitária, hoje o Che Guevara se firma como um dos principais centros de atendimento cirúrgico e de trauma do município. Em apenas cinco anos, a unidade realizou mais de 37 mil cirurgias, além de ultrapassar 68 mil atendimentos ambulatoriais e 40 mil assistências em casos de trauma referenciado. Segundo o secretário municipal de Saúde, Dr. Marcelo Velho, o hospital carrega não só um passado de heroísmo, mas também um futuro promissor. “Ele nasceu em um cenário de urgência, mas se adaptou, evoluiu e hoje se consolida como uma unidade de ponta. Investimos continuamente para ampliar seus serviços e qualificar ainda mais o atendimento”, afirmou. Tecnologia e equipe especializada: a base do novo Che Guevara Um dos grandes destaques da unidade é seu moderno centro de imagens, responsável por mais de 40 mil exames só no primeiro trimestre de 2024, incluindo tomografias, ultrassonografias e raios-x. A estrutura tecnológica, aliada a uma equipe médica altamente capacitada, permite diagnósticos ágeis e precisos, essenciais para salvar vidas. Ana Paula Silva, diretora-geral do hospital, reforça o compromisso com um atendimento cada vez mais humano e eficaz. “Nossa trajetória começou com o combate à pandemia e hoje seguimos firmes oferecendo cirurgias, tratamentos especializados e acolhimento. O Che Guevara é, acima de tudo, um lugar de cuidado”, pontuou. Atendimento com responsabilidade e foco regulado É importante lembrar que o hospital não realiza atendimentos por demanda espontânea. Ou seja, os pacientes só são recebidos mediante encaminhamento da Central de Regulação do município, ou por meios de transporte como ambulâncias e helicópteros. Para situações de urgência por livre procura, a população deve recorrer ao Hospital Conde Modesto Leal (Centro), à UPA de Inoã ou à UPAM de Itaipuaçu. Novos serviços: da bariátrica ao tratamento de câncer de pele Nos últimos anos, o Hospital Che Guevara expandiu sua gama de especialidades, contemplando diferentes necessidades da população. Um exemplo é o serviço de prevenção e tratamento do câncer de pele, voltado para moradores e trabalhadores da gestão municipal expostos ao sol. O foco é o diagnóstico precoce e tratamento eficaz. Outro marco foi o início das cirurgias bariátricas em março deste ano. Direcionadas a pacientes com obesidade mórbida, as intervenções seguem os critérios de prioridade do SUS, garantindo equidade e segurança no processo. A medida representa um alívio para quem enfrenta longas esperas e convive com doenças associadas, como diabetes e hipertensão. Além disso, a unidade também oferece serviços de traumato-ortopedia de alta complexidade, clínica da dor e um Centro de Terapia Intensiva (CTI) pediátrico. E vem mais por aí: estão em fase de planejamento novos serviços como hemodiálise, hemodinâmica e um centro coronariano, que devem ampliar ainda mais a capacidade de atendimento da unidade. Um aniversário com cuidado e bem-estar Para marcar o aniversário de cinco anos, o hospital preparou uma programação especial voltada aos colaboradores, pacientes e acompanhantes. A celebração incluiu práticas de yoga, meditação, aromaterapia, biodanza e apresentações culturais. Também foram oferecidas sessões de massoterapia, reiki e a técnica de Barra de Access, focada no bem-estar emocional e mental. A proposta foi simples, mas poderosa: oferecer momentos de pausa, cuidado e conexão — valores que refletem o espírito da unidade desde sua inauguração. Conclusão O Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara é hoje muito mais que um equipamento de saúde. É um marco de transformação, evolução e cuidado com a vida. Em cinco anos, a unidade não apenas resistiu aos desafios mais difíceis, como também se reinventou, se especializou e hoje representa um novo capítulo na história da saúde pública de Maricá.

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Maricá Celebra o Dia do Evangélico com Noite de Louvor e Grandes Nomes da Música Gospel

Foto: Anselmo Mourão Um encontro de fé, música e comunhão reunirá milhares de pessoas no coração da cidade para celebrar o amor de Deus No próximo dia 24 de maio, a cidade de Maricá será tomada por uma atmosfera de fé, esperança e adoração com mais uma edição do tradicional evento “Maricá Para Cristo”, que homenageia o Dia Municipal do Evangélico. A programação, organizada com carinho pela Prefeitura de Maricá, acontece na Praça Orlando de Barros Pimentel, a partir das 18h, e promete reunir fiéis de diferentes denominações para uma noite inesquecível. Neste ano, os palcos ganham vida com nomes consagrados da música gospel como Gabriela Rocha, Midian Lima, Maria Pita, Fabrício Toledo, Ana Maura e Banda Essência. Mais do que um show, o evento será um verdadeiro culto ao ar livre, onde a cidade poderá expressar sua gratidão a Deus através da música e da comunhão. A celebração, no entanto, começa logo cedo, às 8h, com o tradicional café da manhã entre pastores, que acontece na Igreja Unção do Crescimento, em Itaipuaçu. O momento reunirá lideranças evangélicas locais para oração e reflexão, fortalecendo os laços espirituais entre as igrejas da região. Para o secretário de Assuntos Religiosos, Pastor Sérgio Luís, a data vai muito além do calendário: “O ‘Maricá Para Cristo’ é mais do que uma festa ou uma homenagem. É um grande ato público de fé e gratidão. A cada edição, reafirmamos o compromisso com a liberdade religiosa e com a identidade cristã da nossa cidade”, declarou. Celebrado há mais de duas décadas, o evento já se consolidou como parte essencial do calendário comemorativo do município, marcando também as festividades do aniversário de Maricá. A realização é fruto de uma parceria entre a Associação de Ministros Evangélicos de Maricá (AME), o Conselho de Ministros Evangélicos de Maricá (COMEM) e a Jair Produções, com o apoio das secretarias municipais de Assuntos Religiosos, Promoção de Eventos, Turismo, Comércio, Indústria e Mercado Interno. Confira a programação completa do evento: 📍Local: Praça Orlando de Barros Pimentel, Centro de Maricá📅Data: 24 de maio (sábado)⏰Horário de início: A partir das 18h 🎶 Apresentações e momentos especiais: 🎁 Durante os intervalos: DJs animam o público e sorteios de brindes agitam a noite. Mais do que um evento religioso, o ‘Maricá Para Cristo’ é um testemunho coletivo de fé, cultura e união entre comunidades. A cidade convida todos – evangélicos ou não – para viver esse momento de paz e espiritualidade.

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