Secretaria de Esportes abre inscrições para Defesa Pessoal Feminina

Aulas começam em 13 de maio na Arena Mumbuca A Prefeitura de Maricá, através da Secretaria de Esportes, está lançando uma novidade empolgante para as mulheres da cidade: a abertura de inscrições para o curso de Defesa Pessoal Feminina. Esta nova modalidade faz parte do projeto Maricá Esporte Presente e tem como objetivo empoderar as mulheres, ensinando-as a se proteger em situações de risco. As aulas serão realizadas todas as terças e quintas-feiras, das 7h às 8h, a partir do dia 13 de maio, na Arena Mumbuca. Como se inscrever As inscrições podem ser feitas diretamente no local ou através do site www.maricaesportepresente.com.br. Para garantir sua vaga, é necessário apresentar alguns documentos: O que você vai aprender Durante as aulas de Defesa Pessoal Feminina, as participantes aprenderão técnicas essenciais para se proteger em situações perigosas. O curso abordará desde técnicas evasivas, como saídas de diversos tipos de agarramento e imobilizações, até técnicas de projeção ao solo e golpes contundentes, utilizando as armas naturais do corpo humano. Além disso, as alunas serão orientadas a prestar atenção aos sinais de possíveis ataques, desenvolvendo uma maior consciência situacional. Conclusão Esta iniciativa da Secretaria de Esportes de Maricá é uma oportunidade incrível para as mulheres da cidade se sentirem mais seguras e empoderadas. Não perca a chance de aprender técnicas valiosas de defesa pessoal e garanta já a sua inscrição! Texto jornalístico com informações da Prefeitura de Maricá

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Grupamento Maria da Penha auxilia vítima de violência doméstica em registro de ocorrência

Agentes foram acionados pelo Centro Especializado de Atendimento à Mulher para acolhimento e encaminhamento da vítima à delegacia A Prefeitura de Maricá, através da Secretaria de Segurança Cidadã, demonstrou mais uma vez seu compromisso com a proteção e o bem-estar das mulheres. Recentemente, agentes do Grupamento Maria da Penha (GMAP) foram acionados pelo Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM) para prestar apoio a uma vítima de violência doméstica que precisava registrar uma ocorrência. Acolhimento e escuta ativa Ao chegar ao local, a equipe do GMAP acolheu a vítima com empatia e profissionalismo. Eles ouviram atentamente os relatos de diversos tipos de violência sofridos pela mulher, incluindo agressões psicológicas e morais. A vítima também compartilhou detalhes chocantes de agressões físicas, xingamentos e humilhações que ocorriam na presença dos filhos do casal, causando problemas psicológicos nas crianças. Ações imediatas e encaminhamento Após ouvir os relatos, os agentes do GMAP acompanharam a vítima até a 82ª DP (Maricá) para formalizar o registro da ocorrência e solicitar medidas protetivas de urgência. Esse passo é crucial para garantir a segurança imediata da mulher e de seus filhos. Continuidade do apoio Depois de concluído o procedimento na delegacia, os guardas municipais reconduziram a vítima ao CEAM, onde ela continuará recebendo acompanhamento e apoio especializado. Esse suporte contínuo é essencial para que a mulher possa reconstruir sua vida e superar os traumas causados pela violência doméstica. Conclusão A ação do Grupamento Maria da Penha em Maricá reflete o compromisso da cidade em combater a violência doméstica e proteger suas cidadãs. Com o apoio de todos, podemos criar um ambiente mais seguro e acolhedor para todas as mulheres. Se você ou alguém que você conhece está passando por uma situação semelhante, não hesite em buscar ajuda. O CEAM e o GMAP estão aqui para apoiar e proteger. Notícia completa no site: aconteceumarica.com.br

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Maricá-RJ: Vacinação contra a gripe segue nas unidades da Casa do Idoso

Grupos mais vulneráveis são prioridade em Maricá A Prefeitura de Maricá, em parceria com a Secretaria de Políticas para a Terceira Idade, continua firme na campanha de vacinação contra a Influenza (gripe) para os idosos que frequentam os núcleos da Casa do Idoso espalhados pelo município. Na manhã desta segunda-feira (28/04), com o apoio da Secretaria de Saúde, a unidade de Bambuí se transformou em um importante ponto de combate ao vírus, que tende a circular com mais frequência nesta época do ano. Bambuí, por sinal, tem sido um dos núcleos mais movimentados da Casa do Idoso até agora. A maior concentração de pessoas ocorreu durante a manhã, mostrando o empenho da comunidade em se proteger. É importante destacar que a vacinação, que começou no início de abril focada na terceira idade, segue o planejamento de Maricá de priorizar os grupos mais vulneráveis. Próximos passos na campanha de vacinação Nesta terça-feira (29), será a vez da Casa do Idoso de Itaipuaçu continuar a vacinação a partir das 9h. Para receber a dose, é necessário apresentar um documento de identidade, a caderneta de vacinação (se tiver) e um comprovante de pertencimento ao grupo prioritário. Vacinação continua para diversos grupos na cidade Em Maricá, a imunização contra a Influenza (gripe) também está disponível de segunda a sexta-feira, a partir das 8h, nas 27 Unidades de Saúde da Família (USF). Atualmente, os seguintes grupos podem se vacinar: trabalhadores de saúde, crianças de seis meses a cinco anos (cinco anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, idosos a partir de 60 anos, puérperas (no período pós-parto), pessoas imunocomprometidas, indivíduos com comorbidades, pessoas com deficiências e os povos indígenas. A vacinação nas unidades da Casa do Idoso continuará enquanto houver doses disponíveis. Os idosos podem procurar os seguintes endereços: Conclusão A campanha de vacinação em Maricá demonstra o compromisso da cidade em proteger seus cidadãos mais vulneráveis. Com a colaboração de todos, podemos enfrentar a gripe de forma mais eficaz e garantir a saúde da nossa comunidade. Portanto, se você faz parte de um dos grupos prioritários, não deixe de se vacinar! Texto jornalístico com informações da Prefeitura de Maricá

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Maricá se Prepara para Dias Chuvosos: Frente Fria Avança Sobre a Região

Moradores devem se organizar para mudança no tempo que permanece até o final de abril Quem vive em Maricá já deve começar a se preparar. As guarda-chuvas e capas de chuva precisarão sair do armário nos próximos dias. Segundo informações da Secretaria de Proteção e Defesa Civil da Prefeitura, uma frente fria está se aproximando e promete mudar completamente o cenário climático no município até a próxima quarta-feira. O início da semana já marca esta transição. Nesta segunda-feira (28), o céu amanheceu parcialmente nublado, mas ao longo do dia a situação deve se intensificar. A previsão aponta para pancadas de chuva moderada durante a tarde e noite, possivelmente acompanhadas de raios – um alerta importante para quem costuma circular pela cidade no fim do dia. Apesar da mudança, o calor ainda persiste, com temperaturas oscilando entre 22°C e 32°C, e ventos de intensidade fraca a moderada. Terça-feira com maior intensidade O cenário se intensifica na terça-feira (29). Os termômetros caem significativamente, com máxima prevista de apenas 25°C – uma redução de 7 graus em relação ao dia anterior. A mínima também recua para 20°C. O céu ficará nublado a encoberto durante todo o dia, com chuva fraca a moderada podendo ocorrer a qualquer momento. Os ventos continuam com intensidade fraca a moderada. Para quem precisa se deslocar ou tem compromissos ao ar livre, o alerta é importante: planeje-se para enfrentar condições climáticas mais adversas neste dia. Melhora gradual na quarta-feira A boa notícia é que na quarta-feira (30) já começa um processo de melhora, ainda que gradual. O céu permanecerá nublado a parcialmente nublado, mas a chuva deve se restringir à madrugada e manhã, sendo caracterizada como fraca e isolada. A temperatura mínima cai mais um pouco, chegando a 19ºC, enquanto a máxima sobe levemente para 26°C em comparação com o dia anterior. Defesa Civil em alerta Durante todo este período de instabilidade climática, as equipes da Defesa Civil de Maricá estarão de prontidão 24 horas no centro operacional. A população pode acionar o serviço pelos telefones 199 ou pelo WhatsApp (21) 98294-3235 em caso de emergências relacionadas às chuvas. Esta situação de instabilidade climática requer atenção especial dos moradores que vivem em áreas mais suscetíveis a alagamentos ou deslizamentos. A recomendação é evitar áreas de risco durante os períodos de chuva mais intensa e seguir as orientações de segurança da Defesa Civil. Por se tratar de uma frente fria em movimento, as condições podem se alterar. Por isso, é importante que os moradores de Maricá fiquem atentos às atualizações meteorológicas nos próximos dias e se preparem adequadamente para as mudanças no tempo. Foto: Evelen Gouvêa 

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A Força da Pesca Artesanal: Maricá Inaugura Projeto Arranque para Transformar o Setor Pesqueiro

Fotos: Thamyris Mello Nova iniciativa promete capacitação, mapeamento e maior segurança para pescadores locais em comunidades tradicionais Segunda-feira amanheceu com boas notícias para quem vive da pesca em Maricá. No auditório do Banco Mumbuca, entre rostos conhecidos da comunidade pesqueira e autoridades municipais, nasceu oficialmente o Projeto Arranque Costamar – uma parceria que promete revitalizar uma das atividades mais tradicionais do município fluminense. A iniciativa, fruto da colaboração entre a Prefeitura de Maricá (através da Secretaria de Pesca), o Instituto Redemar Brasil e o Ministério da Pesca e Aquicultura, não é apenas mais um projeto no papel. Representa um novo fôlego para quem, dia após dia, enfrenta os desafios do mar para garantir o sustento. Um Olhar para Quem Vive do Mar Ponta Negra, Araçatiba e Zacarias – três comunidades pesqueiras que carregam a identidade marítima de Maricá – serão as primeiras beneficiadas. Além da qualificação profissional, o projeto propõe algo fundamental: um mapeamento socioeconômico detalhado para entender, de fato, as necessidades reais de quem vive da pesca artesanal. “Estamos integrando o trabalho das secretarias para construir cada vez mais políticas públicas que cheguem a toda a população”, destacou o vice-prefeito João Maurício durante a cerimônia de lançamento. “Tenho certeza de que este projeto trará muitos frutos e será o primeiro de muitos que vamos implementar, sempre trabalhando para fazer de Maricá uma cidade cada vez melhor para viver.” A mesa de abertura refletiu a dimensão colaborativa do projeto. Estavam presentes Ivana Cristina (secretária de Representação e Articulação Institucional), Wagner de Barros Soares (secretário de Agricultura e Pecuária), Xandi de Bambuí (secretário de Pesca), Manuela Mello (presidente do Banco Mumbuca), Matheus Gaúcho (secretário de Economia Solidária), Marlos Costa (presidente da Maricá BIOTEC), William Freitas (presidente do Instituto Redemar Brasil) e Diego Zeidan (secretário de Habitação do Rio de Janeiro). Segurança e Dignidade no Mar Quem conhece a rotina pesqueira sabe dos riscos diários. Por isso, um dos pilares do Projeto Arranque é justamente aumentar a segurança no mar, reduzindo acidentes nas áreas costeiras. “Somos uma grande comunidade pesqueira. Com esse curso, vamos levar capacitação para quem vive da pesca, garantindo mais segurança e qualidade de vida para nossos pescadores”, explicou Xandi de Bambuí, que comanda a Secretaria de Pesca municipal. A integração entre diferentes áreas também foi destacada pelo secretário de Agricultura, Wagner de Barros: “A Agricultura, a Pesca e a Economia Solidária devem caminhar juntas para desenvolver Maricá de forma sustentável e inclusiva”. William Freitas, presidente do Instituto Redemar Brasil, trouxe um ponto crucial ao debate: “Resgatar a dignidade do pescador artesanal é reconhecer seu papel essencial na economia e na cultura local, investindo na autonomia e no equilíbrio das comunidades”. Capacitação Gratuita e Certificada Na prática, o que o Projeto Arranque oferece? Oficinas gratuitas com temas essenciais para o cotidiano pesqueiro: Serão disponibilizadas 20 vagas distribuídas entre as formações, com certificação oficial concedida pelo Instituto Redemar Brasil. E o melhor: a capacitação não se limita aos pescadores, mas estende-se também aos seus familiares, fortalecendo todo o núcleo comunitário. Memória e Continuidade Antes do início oficial da cerimônia, um momento de silêncio e reflexão marcou a homenagem ao secretário Paulo Rogério Mendes Peixoto (Qualidade de Vida, Bem-Estar Social e Entretenimento), conhecido por sua dedicação às políticas públicas inclusivas em Maricá. A parceria com o Instituto Redemar Brasil, organização sem fins lucrativos fundada em 2016 e dedicada à conservação dos ecossistemas marinhos e costeiros, promete trazer expertise técnica ao projeto. Com sede em Salvador, mas atuação em todo o Brasil, o instituto desenvolve projetos, pesquisas e capacitação profissional relacionados ao ambiente marinho. Um Novo Horizonte À medida que o Projeto Arranque Costamar começa a navegar, fica claro que não estamos diante apenas de um curso ou um mapeamento. É uma tentativa genuína de fortalecer raízes, preservar tradições e, ao mesmo tempo, modernizar práticas que garantem não só o sustento de famílias, mas também a identidade cultural de toda uma região. Para os pescadores de Maricá, essa iniciativa representa mais do que aprender novas técnicas – é um reconhecimento do valor de seu trabalho e um investimento em seu futuro. Como as redes que lançam ao mar todos os dias, o projeto tece esperanças de dias melhores para quem faz da pesca sua vida. Texto jornalístico com informações da Prefeitura de Maricá

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Dia dos Povos Indígenas em Maricá: Uma Celebração de Resistência e União Cultural

Entre pinturas corporais, cantos ancestrais e saberes originários, evento na aldeia Mata Verde Bonita proporciona experiência imersiva que conecta diferentes mundos A manhã de sábado (19/04) amanheceu diferente em São José do Imbassaí. No coração da aldeia Mata Verde Bonita (Tekoa Ka’aguy Hovy Porã), o ar carregava não apenas a umidade típica da região, mas também o peso da história e a leveza das tradições sendo compartilhadas. Foi ali que aconteceu o “Maricá Indígena”, uma iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de Maricá que transformou a data em um portal para outro modo de ver o mundo. Ao chegar na aldeia, os visitantes foram recebidos com sorrisos abertos e olhares curiosos de ambos os lados. Crianças guaranis corriam entre adultos não-indígenas, criando uma atmosfera de descoberta mútua que permeou todo o evento. O cheiro da comida típica preparada em fogões improvisados se misturava ao aroma da mata ao redor, enquanto os sons dos mbarakás (chocalhos sagrados) começavam a ecoar, anunciando o início das atividades. Experiências que atravessam fronteiras “Toquei no arco pela primeira vez na vida e senti algo que não consigo explicar direito… uma conexão com algo muito maior e mais antigo que eu”, contou Sandra Oliveira, professora de história que viajou de Niterói especialmente para o evento. Ela foi uma das dezenas de pessoas que se aventuraram nas atividades práticas oferecidas pelos anfitriões indígenas. O dia foi recheado de vivências que ultrapassaram o simples “conhecer”: participantes suaram no cabo de guerra, concentraram-se nas demonstrações de arco e flecha, e se entregaram à corrida com mbaraká – um esporte tradicional onde os competidores correm carregando o instrumento sagrado. Entre uma atividade e outra, rodas de conversa surgiam espontaneamente, permitindo trocas genuínas entre mundos frequentemente separados pela incompreensão. “Hoje foi um dia especial. Recebemos muitas pessoas de fora, não indígenas, e isso é importante porque elas precisam conhecer e entender a cultura Guarani e de outros povos também. É preciso conversar diretamente com os indígenas e viver essa troca”, compartilhou Miguel Wera, uma das lideranças da aldeia, enquanto ajustava o cocar tradicional após guiar um grupo de visitantes pela trilha que corta a aldeia. Mais que folclore: memória viva Um silêncio respeitoso tomou conta do espaço quando o coral guarani se posicionou para sua apresentação. Vozes que carregavam séculos de ancestralidade preencheram o ar, provocando arrepios em muitos dos presentes. Os cantos, em língua guarani, falavam de conexão com a terra, com os antepassados e com o sagrado – temas que, apesar da barreira linguística, tocaram fundo nos corações de todos os presentes. Para Martinha Mendonça, indígena do povo Guajajara e diretora da Escola Municipal Indígena Guarani Para Poty Nhe E Já, momentos como esse são essenciais para desmistificar a cultura indígena. “A ressignificação dessa data é um marco importante na nossa história, pois já vínhamos, enquanto movimento indígena, tirando-a do lugar folclórico e simbólico para afirmar nossa resistência e presença em todos os campos: saúde, educação, espiritualidade e cultura. Nossas histórias não são folclore, são memórias vivas, formas de viver, ensinar, cuidar e existir. Por isso é tão importante que os territórios indígenas organizem momentos de vivência com a população não indígena”, explicou Martinha, enquanto orientava algumas crianças durante uma aula aberta de língua guarani. Entre datas e significados O evento “Maricá Indígena” celebrou duas datas significativas no calendário: o Dia dos Povos Indígenas (19/04), reconhecido nacionalmente, e o Dia Municipal dos Povos Indígenas (22/04), instituído pela própria Prefeitura de Maricá através da lei nº 3.196/2022. Esta última data foi estrategicamente escolhida para coincidir com o dia em que se comemora oficialmente a “descoberta” do Brasil, propondo assim uma contra-narrativa que reconhece que estas terras já eram habitadas muito antes da chegada dos colonizadores europeus. “Momentos como esse de celebração e, principalmente, de respeito, são oportunidades para valorizar a resistência dos povos originários. Essa integração com a sociedade é fundamental para fortalecer memórias e compartilhar saberes”, refletiu Leonardo Lopes, morador de Itaipuaçu que participou do evento com seus dois filhos pequenos. Raízes maricaenses Poucos visitantes sabiam que Maricá abriga não apenas uma, mas duas aldeias indígenas em seu território: a Mata Verde Bonita (Tekoa Ka’aguy Hovy Porã), em São José do Imbassaí, anfitriã do evento, e a Céu Azul (Tekoa Ara Hovy), localizada no Espraiado. Durante o evento, uma exposição fotográfica narrava visualmente o cotidiano dessas comunidades que, apesar da proximidade com áreas urbanas, mantêm vivas suas tradições, língua e modo de vida. As fotografias, muitas delas feitas pelos próprios indígenas, revelavam detalhes do dia a dia que normalmente escapam aos olhares externos: o preparo de alimentos tradicionais, o cuidado com as crianças, as práticas espirituais e o artesanato como expressão cultural e fonte de renda. No final da tarde, enquanto o sol começava a se pôr, visitantes deixavam a aldeia carregando mais que artesanatos adquiridos nas barracas montadas para o evento. Levavam consigo novas perspectivas, questionamentos sobre a história oficial e, principalmente, a experiência viva de um encontro genuíno com os guardiões originais destas terras. “Volto para casa diferente de como cheguei,” confidenciou uma senhora ao se despedir de uma das artesãs indígenas após adquirir um colar de sementes. “E isso, no fim das contas, é o verdadeiro propósito deste dia.” Texto jornalístico com informações da Prefeitura de Maricá

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