Maricá celebra o Natal com brilho, identidade e brasilidade sob direção de Milton Cunha

Foto: Elsson Campos “Natal Brasilidade” estreia em 22 de novembro e promete unir encanto natalino, arte popular e a força da cultura brasileira A magia do Natal vai ganhar cores, sons e ritmos bem brasileiros em Maricá. A Prefeitura, por meio da Maricá, Arte, Roteiros e Experiências (MARÉ), apresenta o Natal Brasilidade, um espetáculo criado e dirigido pelo carnavalesco Milton Cunha, que promete transformar o fim de ano da cidade em uma verdadeira celebração da cultura e da coletividade nacional. Inspirado na diversidade e na alegria do povo brasileiro, o evento será realizado de 22 de novembro a 6 de janeiro, unindo a tradição natalina a expressões culturais que refletem o espírito de um país que canta, dança e celebra a vida. 🎭 O encanto de um Natal com sotaque brasileiro Com direção de arte de Milton Cunha, o Natal Brasilidade propõe uma imersão poética onde o Natal ganha o sotaque do Brasil — indígena, nordestino, caiçara e plural. A festa se espalhará pela cidade com decoração temática, parada iluminada, experiências imersivas e atrações culturais que unem o sagrado e o popular em um mesmo compasso. “O desfile do ‘Natal Brasilidade’ é uma celebração da vida, da natureza e do povo. Nele, Papai Noel troca as renas pelos ônibus Vermelhinhos, e as estrelas brilham ao som de tambores e cânticos de esperança. O Natal aqui tem o perfume das flores tropicais e o brilho da alma brasileira”, resume Milton Cunha. 🚍 Os Vermelhinhos e o símbolo da inclusão Um dos momentos mais simbólicos da celebração será a presença dos Vermelhinhos, os ônibus do programa Tarifa Zero, que garantem transporte gratuito e acessível à população. No desfile, esses ícones de Maricá ganham novo papel: representam a inclusão e a mobilidade social, conectando o imaginário natalino ao sentimento coletivo de igualdade e pertencimento. Assim como no cotidiano da cidade, em que os ônibus vermelhos unem bairros e histórias, no desfile eles também conectam sonhos e esperanças, reforçando a mensagem de um Natal para todos. ✨ Parada Iluminada: um espetáculo para encantar O grande destaque do evento será a Parada Iluminada, que tomará conta da Orla de Araçatiba com desfiles diários repletos de cor, luz e emoção. Ao estilo das escolas de samba, cada ala e carro alegórico contará uma parte dessa narrativa sobre pertencimento, esperança e diversidade. “Cada ala é um pedaço dessa terra abençoada. Os povos originários guardam o passado, as águas alimentam o presente e a diversidade abre caminho para o futuro. Nas ruas iluminadas, a cidade vira enredo, e a alegria se transforma em linguagem universal”, descreve o carnavalesco. Cerca de 700 moradores de Maricá participam da produção e dos desfiles, que prometem emocionar o público com arte, música e um toque de brasilidade em cada detalhe. 🌍 Cultura, turismo e economia criativa em movimento O projeto reafirma o compromisso da Prefeitura de Maricá com a valorização da cultura, do turismo e da economia criativa, consolidando a cidade como referência em eventos culturais do Estado do Rio de Janeiro. A proposta de integrar o imaginário natalino às tradições populares — dos povos originários ao samba, do sertão às praias — reforça a visão de um Natal inclusivo e genuinamente brasileiro, em harmonia com as políticas públicas que fazem de Maricá um exemplo de cidade acolhedora e participativa. “O ‘Natal Brasilidade’ é um gesto afetivo que expressa o orgulho de ser maricaense e o desejo de um Natal que abrace a todos. Aqui, o Natal fala com o coração do povo e dança com a alma de quem acredita que o amor é a maior forma de resistência”, conclui Milton Cunha. 📅 Serviço – Natal Brasilidade 2025 🕊️ Natal Brasilidade é mais do que uma festa — é um convite para celebrar o amor, a esperança e a identidade de um povo que transforma sua fé em luz e sua alegria em poesia. Fotos: Elsson Campos e Thamyres Mello

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Vice-primeiro-ministro de Cuba visita Maricá e elogia modelo humanizado do Hospital Municipal

Foto: Thamyris Mello Comitiva conhece o Hospital Dr. Ernesto Che Guevara e o Parque Tecnológico, reforçando laços de cooperação e troca de experiências na área da saúde A Prefeitura de Maricá recebeu, nesta terça-feira (04/11), a visita oficial de uma comitiva liderada pelo vice-primeiro-ministro de Cuba, Eduardo Martínez Díaz, que veio ao município com o objetivo de fortalecer parcerias e intercâmbios na área da saúde. O grupo foi recebido no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, em São José do Imbassaí, onde destacou o modelo de gestão e o atendimento humanizado oferecido à população. A recepção foi conduzida pelo secretário executivo de Gestão de Governo, Arlen Pereira, que ressaltou a importância da aproximação com um país reconhecido internacionalmente por suas políticas públicas de saúde. “Cuba é uma referência mundial em gestão e humanização. Essa troca é estratégica para aprimorar nosso sistema e transformar boas práticas em benefícios reais para os maricaenses”, afirmou Arlen. Durante a visita, Eduardo Martínez Díaz elogiou a estrutura moderna do hospital e o acolhimento dedicado aos pacientes, comparando o trabalho da equipe à filosofia de cuidado e solidariedade defendida por Ernesto Che Guevara, médico e humanista que dá nome à unidade. “O que mais nos impressionou foi o acolhimento. Este hospital representa um exemplo de tecnologia, cuidado e humanidade, em perfeita sintonia com o legado do Dr. Che Guevara”, destacou o vice-primeiro-ministro. O secretário municipal de Saúde, Dr. Marcelo Velho, apresentou à comitiva o projeto da futura Cidade da Saúde Ernesto Che Guevara, que irá ampliar a capacidade de atendimento de casos complexos no município. Cada espaço visitado recebeu elogios dos representantes cubanos. “É uma honra receber uma referência mundial em saúde pública e promover esse diálogo direto com quem inspira modelos reconhecidos internacionalmente”, afirmou o secretário. A diretora-geral do hospital, Ana Paula Silva, também comemorou o reconhecimento internacional: “É motivo de orgulho ver Maricá ser elogiada por seu compromisso com a saúde pública. Unindo inovação, tecnologia e profissionais capacitados, mostramos que o SUS é eficiente e transforma vidas”, completou. Cooperação também na área da inovação Após a visita ao hospital, a delegação cubana seguiu para o Parque Tecnológico de Maricá (PqTec), localizado em Ubatiba. O espaço, que tem inauguração prevista para março de 2026, contará com um prédio principal de 6.207 m² distribuídos em quatro pavimentos. A proposta é reunir universidades, empresas e startups em um ecossistema voltado para a inovação e o desenvolvimento sustentável da cidade. Sob a gestão do Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá (ICTIM), o Parque Tecnológico tem como missão transformar o conhecimento em desenvolvimento, especialmente por meio de laboratórios e centros de pesquisa dedicados à nova economia e ao Complexo Industrial e Econômico da Saúde. Também participaram da agenda a chefe de Gabinete do Prefeito, Dayrlene Costa, o secretário de Qualidade de Vida, Bem-Estar Social e Entretenimento, Reinaldo Cunha, além dos presidentes do ICTIM, Cláudio Gimenez, e da Alimentos e Produtos Sustentáveis de Maricá (AMAR), Marlos Costa. Os vereadores Frank Costa, vice-presidente da Câmara Municipal, e Dr. Felipe Auni, presidente da Comissão de Saúde, acompanharam a visita ao hospital. Maricá segue consolidando sua imagem como referência em políticas públicas de saúde e inovação, promovendo parcerias internacionais que fortalecem o Sistema Único de Saúde e inspiram novas práticas de cuidado humanizado. Fotos: Thamyres Mello

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Marcus D’Almeida conquista 10º título nacional e coloca Maricá no topo do Tiro com Arco

Foto: Rafael Werneck Atletas do projeto Maricá Cidade Olímpica brilham com 10 medalhas no Campeonato Brasileiro Interclubes Outdoor Adulto/Open Maricá voltou a ser destaque no esporte nacional neste fim de semana. O município sediou, em Itapeba, a fase final do 51º Campeonato Brasileiro Interclubes de Tiro com Arco, evento que reuniu mais de 240 atletas de 21 estados e 24 federações em diferentes categorias. A competição, realizada entre os dias 23 e 27 de setembro, marcou uma participação histórica dos arqueiros do projeto Maricá Cidade Olímpica, que conquistaram um total de dez medalhas: cinco de ouro, três de prata e duas de bronze. Entre os destaques, estava o nome mais esperado do torneio: Marcus D’Almeida, medalhista olímpico e atual vice-campeão mundial. O arqueiro confirmou o favoritismo e fez história ao garantir seu 10º título brasileiro na modalidade recurvo masculino. Emocionado, ele celebrou a marca:— “Estou muito feliz. Nunca imaginei chegar a esse nível. É uma conquista que me motiva ainda mais para os próximos desafios”, declarou após subir ao pódio. Domínio maricaense nos pódios O desempenho coletivo também chamou atenção. No recurvo masculino por equipes, o trio formado por Matheus Gomes, Matheus Ely e Mateus Almeida conquistou o ouro. Já no recurvo feminino por equipes, o título ficou com Ane Marcelle, Ana Luiza e Ana Machado, enquanto o segundo lugar foi garantido por Sophia Baptista, Natalie Maria e Rayssa Rayde, também representantes do projeto. Nas duplas mistas, a parceria olímpica entre Ane Marcelle e Marcus D’Almeida confirmou a superioridade maricaense e levou o ouro. O bronze veio com a dupla Ana Luiza Caetano e Matheus Ely, mostrando a força da nova geração de atletas locais. Nas disputas individuais, os resultados reforçaram o protagonismo da cidade. No recurvo feminino, Ana Luiza Caetano ficou com o ouro, seguida por Ane Marcelle, que levou a prata. Já no recurvo masculino, Marcus D’Almeida garantiu o título, com Matheus Ely em segundo e Matheus Gomes em terceiro. Reconhecimento ao esporte local A competição foi realizada no Centro de Treinamento da Confederação Brasileira de Tiro com Arco (CBTArco), em Itapeba, que hoje é referência nacional para a modalidade. Para a Prefeitura de Maricá, o desempenho dos atletas é reflexo dos investimentos no esporte e na formação de novos talentos. O secretário municipal de Esportes destacou que os resultados são motivo de orgulho para a cidade:— “Maricá se consolida como celeiro de grandes atletas. Essa conquista mostra que nosso investimento em infraestrutura e no apoio aos jovens vem dando resultados concretos”, afirmou. Competição de alto nível O campeonato reuniu arqueiros de diferentes estilos e níveis técnicos, com disputas no recurvo, composto e barebow, tanto no masculino quanto no feminino, em provas individuais, por equipes e duplas mistas. Com o saldo de medalhas e a consagração de Marcus D’Almeida como maior campeão nacional da atualidade, Maricá reafirma seu papel de protagonista no cenário do tiro com arco brasileiro. Foto divulgação

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Novo hino de Maricá celebra história, cultura e tradições da cidade

Foto: Julios Costa Composição de Moacyr Luz e Paulão 7 Cordas traz nomes consagrados da música e homenageia as raízes do município Maricá tem agora um novo hino oficial que traduz em versos e melodia a identidade, a história e os costumes de seu povo. A lei nº 3.604/2025, sancionada pelo prefeito Washington Quaquá em 24 de setembro, oficializou a mudança e trouxe à tona uma composição inédita assinada por dois grandes nomes da música brasileira: Moacyr Luz e Paulão 7 Cordas. A gravação do hino contou com um elenco de intérpretes de peso. Entre eles, Teresa Cristina, Neguinho da Beija-Flor, Maria Menezes, Marina Iris, Ana Costa, Nilze Carvalho, Nina Rosa, Dorina, Luana Carvalho, Rafael Caçula e Alexandre Marmita. A participação de artistas locais, como Caçula, reforça o caráter comunitário e afetivo do projeto. Para Quaquá, o novo hino marca o início de um ciclo histórico para a cidade. “O futuro se constrói regando e preservando as raízes. O novo Hino de Maricá é um símbolo dessa nova era que estamos construindo”, afirmou o prefeito. Letra inspirada nas raízes maricaenses A nova canção traça um retrato poético das origens de Maricá. Faz referência à presença indígena dos Tamoios e Tupinambás, à construção de uma das primeiras capelas do Brasil, à Igreja de São José de Imbassaí e às paisagens naturais, como as seis lagoas e as praias de Itaipuaçu e Cordeirinho.O refrão já ecoa entre os moradores: “Meu país é Maricá”, reforçando o orgulho local. A proposta foi enviada pelo Executivo e aprovada com ampla maioria na Câmara Municipal – 14 dos 15 vereadores votaram a favor. A lei foi publicada no Jornal Oficial de Maricá nº 1787, de 26/09/2025, e atualiza o artigo 2º da Lei nº 3.048/2021, reconhecendo formalmente os intérpretes que colaboraram com a obra. Os compositores por trás do novo hino Confira a letra do novo Hino da Cidade de Maricá: Assim que anunciada a descoberta do BrasilDistante, já cintilava a Aldeia de MaricáHabitada por Tamoios, os TupinambásSurgiu na fazenda de Antônio MarizUma das primeiras capelas do país Onde eu cresciMe batizeiPor tanta coisa que viviIgreja de São José de ImbassaíComi banana no pé Salguei o peixe com as mãosO que aprendi com as marésGuardei no meu coraçãoE nesse vai e vem emocionanteGarças brancas, navegantesE as fortes ondas de ItaipuaçuMar bravio, CordeirinhoCorrenteza no caminhoOuro negro a olho nuUm tesouro submersoTransformou palavra em versoFez luzir a regiãoEra o óleo da naturezaTingindo o chão de riquezaAmparo de inspiraçãoAh, minha Nossa SenhoraCuida dos espinheirosDas seis lagoas, da mata aforaDos que estão aqui, dos que foram emboraPreciso confessarMeu país é MaricáQuando for pra morrerMorro por lá Símbolo de pertencimento O novo hino não apenas substitui uma canção oficial. Ele reafirma o sentimento de pertencimento dos moradores e traduz em música a diversidade cultural de Maricá. A iniciativa também fortalece a memória coletiva e preserva tradições que atravessam gerações.

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Prefeitura de Maricá homenageia Conceição Evaristo em ato simbólico pelo renascimento do Pé de Mulungu, símbolo de resistência, ancestralidade e memória negra.

Prefeitura de Maricá homenageia Conceição Evaristo em ato de resistência e memória negra

Cerimônia celebrou o renascimento do Pé de Mulungu e destacou a importância da ancestralidade na literatura e na vida da escritora Na manhã desta segunda-feira (15/09), a Prefeitura de Maricá realizou um ato simbólico em homenagem à escritora Conceição Evaristo, em frente à sua residência no bairro Divinéia. A cerimônia celebrou a memória, a resistência e a ancestralidade representadas pelo Pé de Mulungu, árvore cortada ilegalmente em março deste ano, mas que desde então renasce através de uma muda no mesmo local. O simbolismo do Pé de Mulungu Durante o evento, foram plantadas novas sementes da espécie e entregue uma placa à autora, exaltando a importância da preservação cultural e da memória negra. Emocionada, Conceição destacou o profundo significado do gesto.“É uma árvore que está presente em ritos sagrados africanos. O Mulungu é uma planta sedativa, usada para controlar a pressão arterial. Assim como a árvore, nós também buscamos nos reinventar. Esse símbolo representa uma estratégia de defesa e resistência”, afirmou. Conhecida como “amansa senhor”, a planta carrega forte carga cultural e medicinal. Para a escritora, a resistência da árvore reflete a luta histórica dos povos negros, indígenas e das camadas populares diante da opressão.“Foi uma alegria perceber a preocupação de tantos quando o Mulungu foi cortado. Isso mostra que, mesmo diante das dificuldades, o bem sempre encontra espaço para florescer. A resistência foi maior”, completou. Da memória à literatura O corte da árvore também inspirou a autora em sua produção literária. Conceição revelou que o episódio serve como base para seu próximo romance, intitulado “Flores de Mulungu”, que deve se somar a obras já consagradas como Ponciá Vicêncio, Becos da Memória, Canção para Ninar Menino Grande e Olhos d’Água. Refúgio literário em Maricá Moradora de Maricá há mais de uma década, Conceição Evaristo encontrou no bairro Divinéia um espaço de inspiração, descanso e conexão com a natureza.“A minha experiência com Maricá é maravilhosa. Quando vi a lagoa pela primeira vez, já me imaginei morando aqui. Mais de dez anos depois, esse lugar continua sendo meu refúgio. É paz, é tranquilidade e é oportunidade de estar comigo mesma em contato com a natureza”, contou. O ato simbólico reafirma não apenas o vínculo da escritora com o município, mas também o compromisso de Maricá em preservar a memória, a cultura e a resistência negra como parte essencial de sua identidade coletiva.

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Maricá se torna palco da 10ª edição do maior evento de capoeira do mundo

Reprodução do site Correio Arena da Barra recebe mais de 500 capoeiristas em quatro dias de competições, oficinas e vivências culturais que reforçam a identidade da capoeira como patrimônio mundial Entre os dias 10 e 13 de setembro, Maricá vai se transformar na capital mundial da capoeira. A cidade recebe a 10ª edição do Volta ao Mundo Bambas (VMB10), considerado o maior evento profissional da modalidade no planeta. A programação acontece na Arena da Barra e reúne mais de 500 capoeiristas de diferentes estados do Brasil e convidados internacionais, em uma celebração que une esporte, cultura e inclusão social. Promovido pela Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Cultura e das Utopias, o encontro vai muito além das competições. O VMB10 se consolidou como uma referência internacional ao valorizar a capoeira em formato de liga, com etapas, ranking oficial e espaço para troca de experiências entre mestres, atletas e pesquisadores. Competições para todas as idades As disputas serão realizadas em diversas categorias: infantojuvenil, adulto, feminino, máster e treinador, contemplando desde jovens talentos até nomes já consolidados da capoeira. O torneio promete lutas de alto nível técnico, mas também reforça a importância da preservação cultural e do espírito comunitário que sempre marcaram essa tradição brasileira. Oficinas, música e vivências educativas Além das competições, o público poderá acompanhar oficinas culturais, palestras científicas e rodas de conversa, voltadas para a troca de saberes e para o fortalecimento da capoeira como patrimônio imaterial.As escolas da rede municipal também estarão presentes em atividades especiais para crianças, que terão contato direto com a musicalidade e a história da capoeira. Outro destaque será a seletiva musical, voltada para revelar novos talentos no berimbau, no canto e na percussão. Espaço Acolher: cuidado com corpo e mente Uma das grandes novidades desta edição é a criação do Espaço Acolher, área dedicada ao bem-estar dos participantes. O ambiente vai oferecer atendimento psicológico, avaliação nutricional, espaço de descanso e acompanhamento de saúde integral, com apoio de profissionais e acadêmicos de diferentes áreas. A proposta é garantir que os capoeiristas estejam não apenas preparados fisicamente, mas também emocionalmente amparados. Maricá no mapa da capoeira mundial Com edições já realizadas em países da Europa e nos Estados Unidos, o Volta ao Mundo Bambas escolhe agora Maricá como sede de sua 10ª edição, reforçando a projeção internacional da cidade e consolidando-a como polo de grandes eventos culturais.Durante quatro dias, a cidade se tornará ponto de encontro de mestres, atletas, pesquisadores e apaixonados pela capoeira, reafirmando o valor da modalidade como expressão cultural e ferramenta de integração social. Serviço 📍 Local: Arena da Barra – Avenida João Saldanha, s/nº – entre as ruas 01 e 03 – Barra de Maricá – RJ📅 Data: 10 a 13 de setembro de 2025🎟️ Entrada gratuitaℹ️ Mais informações disponíveis [neste link] abaixo. https://www.sympla.com.br/evento/volta-ao-mundo-bambas-10-vmb10/3070764?_gl=1*82fi3t*_gcl_au*NTIzMTg3MzgwLjE3NTQ2OTIxMjEuNzc0NzQxMTExLjE3NTU1NDIwNzEuMTc1NTU0MjA3MQ..*_ga*NjgyODI3NDQ1LjE3NTQ2OTIxMjU.*_ga_KXH10SQTZF*czE3NTU1NTc3NDckbzEwJGcxJHQxNzU1NTU4NjcwJGoyOSRsMCRoMTA3MTE3MTIxOQ..&share_id=copiarlink&share_id=copiarlink&referrer=sympla.queue-it.net

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2ª Bienal da UMES em Maricá encerra com show de L7NNON e celebra a força da juventude

Foto: Clarildo Menezes Evento reuniu milhares de estudantes em uma semana de arte, cultura e participação ativa nas escolas e nas ruas da cidade A cidade de Maricá viveu uma semana intensa de arte, cultura e protagonismo juvenil durante a 2ª Bienal da União Maricaense dos Estudantes (UMES). Entre os dias 4 e 10 de agosto, mais de 25 escolas públicas se transformaram em verdadeiros centros culturais, recebendo oficinas, debates, apresentações artísticas, rodas de conversa e intervenções criativas que mobilizaram estudantes do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio. O encerramento, neste domingo (10), foi marcado por um show eletrizante do rapper L7NNON, na Arena da Barra, reunindo milhares de jovens e famílias. A apresentação, que havia sido adiada da sexta-feira (8) por conta da chuva, levou ao palco sucessos como “Ai, Preto”, “Abre a Porta” e “Gratidão”, embalados por mensagens de autoestima e incentivo à perseverança. Maricá de todas as vozes Com o tema “Maricá de todas as vozes”, a bienal deu espaço para que os estudantes mostrassem seu talento, suas opiniões e sua criatividade. Para a secretária de Juventude e Participação Popular, Andressa Santos, o evento foi muito mais que um calendário de atividades.“A Bienal foi mais do que um evento — foi uma convocação. Os jovens ocuparam as escolas e a cidade com suas ideias, suas criações e suas lutas. É isso que queremos: uma juventude ativa, visível e potente”, afirmou. Vozes que transformam Além de assistir às apresentações, muitos alunos participaram ativamente das oficinas. Yasmin Oliveira, de 15 anos, destacou a experiência de se expressar através da poesia e da arte urbana. “A gente aprendeu a se expressar com palavras e com cor. Foi muito diferente do dia a dia da escola. Me senti importante”, contou.Já Lucas Mendes, de 18 anos, ressaltou o sentimento de união. “Ver tanta gente reunida, debatendo, criando, curtindo… deu vontade de fazer parte de tudo isso sempre. A gente saiu transformado”, disse. Uma cidade que respira cultura A 2ª Bienal da UMES reafirmou o papel de Maricá como um polo de incentivo à cultura, educação e participação popular. Mais do que shows e atividades, o evento mostrou que quando a juventude encontra espaço para se expressar, a cidade inteira se transforma. Fotos: Clarildo Menezes

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Maricá celebra cultura indígena na Aldeia Mata Verde Bonita com shows, oficinas e tradições

Foto: Anselmo Mourão Maricá viveu, na última sexta-feira (08/08), um dia de imersão na cultura e nas tradições indígenas durante a Festa na Aldeia Mata Verde Bonita. O evento, que contou com o apoio da Prefeitura — por meio da Secretaria de Cultura e das Utopias, Secretaria de Segurança Cidadã, Secretaria de Trânsito e da Empresa Pública de Transporte (EPT) — reuniu atividades ao ar livre, apresentações artísticas e encontros que celebraram a diversidade. Durante o dia, o público pôde acompanhar apresentações do coral da aldeia, participar do plantio de mudas e prestigiar a mostra de cinema infantil indígena. A programação incluiu ainda feira de artesanato, exposições fotográficas e oficinas sobre ervas medicinais e culinária tradicional. O espírito esportivo também esteve presente com o torneio de futebol indígena, oficinas de arco e flecha, pintura corporal e o encontro de dança das aldeias. Ao cair da noite, o palco foi dominado por grandes nomes: a cantora Sandra de Sá encerrou a sexta-feira com um show vibrante, acompanhada pelas apresentações da Banda Dive, Banda Dinucci e Rozelaine Souza. Autoridades marcaram presença, como a secretária de Cultura do Estado do Rio, Danielle Barros; o coordenador do Ministério da Cultura, Eduardo Nascimento; a diretora de Promoção da Diversidade Cultural, Karina Gama; e o secretário municipal de Cultura e das Utopias, Sady Bianchin, que destacou a importância do evento: “A Festa na Aldeia Mata Verde Bonita é mais do que um evento, é um encontro de saberes e afetos. É a reafirmação do nosso compromisso com a valorização da cultura indígena e com a diversidade que forma a identidade de Maricá”, declarou. As atividades continuam neste fim de semana, com destaque para o show de Gabriel O Pensador neste sábado (09), às 21h, e para o tradicional Rito de Batismo Indígena no domingo (10). Confira a programação: 📅 Sábado – 09/08 | 10h às 23h 📅 Domingo – 10/08 | 9h às 16h Fotos: Anselmo Mourão

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Exposição celebra os 100 anos de O GLOBO com imagens históricas na Casa Roberto Marinho

Foto: Roberto Teixeira/Destinos do Rio Mostra reúne 213 fotografias marcantes e relembra momentos decisivos da história do Brasil registrados pelo jornal carioca Um mergulho emocionante na história do Brasil e do jornalismo. Assim pode ser definida a exposição “Um Século de Histórias”, aberta ao público a partir desta sexta-feira (11/07), na Casa Roberto Marinho, no bairro do Cosme Velho, Rio de Janeiro. A mostra é parte das comemorações pelos 100 anos do jornal O GLOBO, fundado em 29 de julho de 1925, e convida o visitante a reviver momentos cruciais da trajetória brasileira sob o olhar atento da imprensa. São 213 fotografias expostas, muitas delas inéditas para o grande público, selecionadas a partir de um vasto acervo histórico. As imagens revelam desde registros da Revolução de 1930, como a saída do então presidente Washington Luís do Palácio Guanabara, até encontros inusitados, como Bob Marley jogando bola com Chico Buarque e Toquinho no Rio, em 1980. Além das fotos, o público poderá apreciar capas emblemáticas, charges de grandes nomes como Henfil e Chico Caruso, documentos históricos e até ouvir, em nova versão, o foxtrote “O GLOBO”, lançado no ano de estreia do jornal. História, memória e emoção em cada detalhe Durante a inauguração da exposição, personalidades do cenário político e do Grupo Globo marcaram presença. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, fez questão de destacar a conexão profunda entre a cidade e o jornal: “O GLOBO é uma marca que se confunde com a própria história do Rio. Um jornal que, mesmo diante de tantos desafios, sempre se manteve atuante e relevante”, afirmou. Já o presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, falou com emoção sobre a vivência pessoal e familiar com o jornal: “Reviver esses momentos nos faz enxergar ainda mais claramente o impacto do jornalismo bem-feito. Tenho orgulho de fazer parte dessa história há 50 anos”, declarou. Um olhar curatorial sobre um século de jornalismo O trabalho de curadoria durou cerca de três meses e envolveu nomes importantes da redação atual do jornal, como o diretor Alan Gripp, o editor visual Alessandro Alvim e o editor executivo André Miranda. A ideia foi valorizar não apenas os grandes fatos, mas a forma como eles foram retratados pelo jornal ao longo de décadas. Segundo Gripp, “a exposição não é só sobre a história de O GLOBO, mas sobre como o Brasil foi contado ao longo do último século. É um tributo a todas as gerações de jornalistas que passaram por essa redação”. Dentre as 213 imagens, 126 foram impressas em fine art – padrão de obras artísticas – e as demais são exibidas em telas digitais e projeções. A exposição ainda apresenta dois filmes: o inédito “Um Século de Redação” e “A Casa”, documentário de Antonio Carlos da Fontoura que integra a programação permanente do espaço. Um espaço que respira cultura Para o diretor da Casa Roberto Marinho, Lauro Cavalcanti, receber essa exposição é dar continuidade ao legado da residência: “Esta casa sempre foi pensada como um espaço de encontro cultural e institucional. Celebrar os 100 anos de O GLOBO aqui é simbólico e poderoso. É como se fechássemos um ciclo com beleza e significado”, disse. Serviço – Exposição “Um Século de Histórias” Essa é uma oportunidade rara de observar, através de imagens e documentos autênticos, como a imprensa acompanhou e registrou as transformações de um país em constante movimento. A exposição é um convite à reflexão sobre o poder da informação e a força da memória coletiva Fotos: Reprodução internet/Jornal o Globo

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