Maricá promove mutirão odontológico em Itaipuaçu para reduzir fila de espera por tratamento de canal

Foto: Cauã Santana Ação da Secretaria de Saúde amplia o acesso a atendimentos especializados e reforça o cuidado com a saúde bucal da população A Prefeitura de Maricá segue investindo em iniciativas que aproximam os serviços de saúde da população. Ao longo do mês de abril, o município realiza um mutirão de atendimentos odontológicos voltado para pacientes que aguardam na fila por tratamento de canal. A ação acontece no Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) de Itaipuaçu e representa mais um passo na ampliação do acesso à saúde bucal em Maricá. A princípio, o atendimento será direcionado exclusivamente para pacientes já cadastrados na Central de Regulação. Por isso, é fundamental que os usuários procurem a Unidade de Saúde da Família (USF) onde estão registrados para confirmar sua participação e verificar a situação no sistema. Dessa forma, o município consegue organizar o fluxo de atendimentos com mais eficiência e garantir que o serviço chegue a quem realmente precisa. Organização e triagem antecipada garantem melhor atendimento Antes do início dos procedimentos, a Secretaria de Saúde de Maricá programou uma etapa de triagem, que será realizada entre os dias 23 e 27 de março, também no CEO de Itaipuaçu. Durante esse período, os pacientes receberão orientações e terão seus horários confirmados previamente pela equipe responsável. Além disso, é indispensável apresentar documentos como identidade, CPF e cartão do SUS no momento do atendimento. Caso surjam dúvidas, a recomendação é buscar informações diretamente na USF de referência, evitando deslocamentos desnecessários. Fortalecimento da rede de saúde em Maricá De acordo com o secretário de Saúde, Dr. Marcelo Velho, a iniciativa faz parte de um conjunto de ações que vêm sendo implementadas para melhorar o funcionamento da rede municipal. Segundo ele, o objetivo é tornar o atendimento mais ágil, organizado e acessível. Nesse sentido, a ampliação dos serviços odontológicos especializados contribui diretamente para reduzir o tempo de espera e oferecer um cuidado mais eficiente à população de Maricá. A proposta é garantir que cada paciente tenha acesso ao tratamento adequado no momento certo. Atendimento mais ágil e cuidado integral A subsecretária de Políticas Odontológicas, Dra. Aline Costa, também destacou a importância do mutirão. Para ela, a ação é essencial para dar mais rapidez aos atendimentos e ampliar a capacidade de resposta da rede pública. Além disso, a iniciativa reforça o compromisso de Maricá com um atendimento mais humanizado, que considera o paciente de forma integral. Ou seja, não se trata apenas de realizar procedimentos, mas de assegurar um acompanhamento completo e resolutivo na área da saúde bucal. Serviço Mutirão odontológico para tratamento de canal em Maricá Triagem: de 23 a 27 de marçoAtendimentos: 04, 11, 18 e 25 de abrilHorário: das 8h às 17hLocal: Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) de Itaipuaçu, na Rua Professor Cardoso de Menezes (antiga Rua 1), lote 15, quadra 133, Jardim Atlântico Oeste

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Maricá recebe reconhecimento internacional por estudo na área de Cuidados Paliativos

Foto: Divulgação Pesquisa desenvolvida por profissionais do Hospital Conde Modesto Leal ganha destaque em congresso latino-americano e reforça a qualidade da saúde pública em Maricá A área da saúde de Maricá conquistou um importante reconhecimento internacional neste fim de semana. Um estudo desenvolvido por profissionais do Hospital Municipal Conde Modesto Leal foi premiado durante o Congresso Latino-Americano de Cuidados Paliativos, realizado em São Paulo no sábado (14). A pesquisa apresentada pela equipe da unidade hospitalar chamou atenção entre centenas de trabalhos científicos inscritos e colocou o município em evidência no cenário acadêmico da saúde. O evento é considerado o maior da América Latina dedicado ao tema e reuniu mais de dois mil participantes, entre especialistas, pesquisadores e profissionais da área. Ao todo, cerca de 700 estudos foram submetidos para avaliação. No entanto, apenas 50 foram selecionados para apresentação oral. Entre eles, o trabalho desenvolvido pela equipe de Maricá conquistou o segundo lugar geral, recebendo destaque entre especialistas e pesquisadores presentes no congresso. O resultado representa um marco importante para a rede pública de saúde de Maricá, demonstrando que iniciativas locais também podem contribuir para avanços científicos e melhorias no cuidado com pacientes. Compromisso com inovação e qualidade na saúde Para o secretário de Saúde de Maricá, Dr. Marcelo Velho, a premiação reforça o compromisso do município em investir na qualificação constante dos profissionais e no aprimoramento dos serviços oferecidos à população. Segundo ele, o reconhecimento obtido em um evento de grande relevância científica demonstra o nível técnico da equipe que atua na rede municipal. Além disso, evidencia que políticas públicas voltadas à inovação e à humanização do atendimento são fundamentais para fortalecer a saúde pública. O secretário também destacou que experiências desenvolvidas dentro dos hospitais municipais podem gerar conhecimento científico e contribuir para aprimorar práticas assistenciais em diferentes regiões. Pesquisa destaca importância dos cuidados paliativos O estudo foi apresentado pelo médico Gabriel Cimada, especialista em Clínica Médica e Medicina Paliativa, que integra a equipe do Hospital Municipal Conde Modesto Leal e representou Maricá durante o congresso. De acordo com o profissional, os cuidados paliativos têm como objetivo oferecer um acompanhamento amplo e multidisciplinar para pacientes que enfrentam doenças graves ou ameaçadoras à vida. Nesse contexto, o tratamento não se limita apenas aos sintomas físicos. O médico explica que esse modelo de cuidado também considera aspectos psicológicos, sociais e até espirituais, buscando garantir dignidade, conforto e qualidade de vida aos pacientes. Além disso, o suporte oferecido às famílias é parte fundamental desse processo, especialmente em momentos delicados do tratamento. Outro destaque importante é que o estudo desenvolvido pela equipe de Maricá foi aceito para publicação na revista científica internacional International Journal of Lean Six Sigma, da editora Emerald Publishing. A publicação reforça a relevância da pesquisa ao demonstrar como uma gestão eficiente na área da saúde pode impactar diretamente na qualidade do cuidado oferecido aos pacientes. Avanço na assistência hospitalar em Maricá A implantação do serviço de cuidados paliativos no Hospital Municipal Conde Modesto Leal começou a ser estruturada há cerca de dois anos. Na época, a proposta foi apresentada à direção da unidade e, gradualmente, passou a integrar o modelo de atendimento hospitalar. Desde então, a iniciativa tem contribuído para fortalecer práticas mais humanizadas dentro da rede de saúde de Maricá. O diretor técnico do hospital, Thiago Sugimoto, destacou que a criação desse serviço representa um avanço significativo na forma como pacientes com quadros clínicos complexos são atendidos. Segundo ele, a proposta sempre foi oferecer um cuidado que respeite a dignidade do paciente e também acolha seus familiares durante todo o processo de tratamento. Entre as ações adotadas pela equipe estão protocolos específicos para controle de sintomas, como dor intensa e dificuldades respiratórias. Além disso, o hospital também ampliou práticas de acompanhamento familiar e implementou protocolos de visita mais flexíveis, permitindo maior presença de familiares ao lado do paciente sempre que possível. Dessa forma, Maricá segue avançando na construção de uma rede de saúde que alia conhecimento científico, gestão eficiente e atendimento humanizado, fortalecendo o compromisso com a qualidade da assistência oferecida à população. Foto: Divulgação

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Hospital Che Guevara realiza primeira captação de órgãos do ano e reforça compromisso de Maricá com a vida

A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Saúde, realizou a primeira captação de órgãos de 2026 no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, localizado em São José do Imbassaí. A ação aconteceu na madrugada do último sábado (31/01) e resultou na captação de fígado, rins e córneas, que já foram destinados a pacientes que aguardavam por transplante na fila do Sistema Nacional de Transplantes. O procedimento seguiu todos os protocolos técnicos e legais exigidos no país, contando com o trabalho dedicado da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT). Cada etapa foi conduzida com cuidado, respeito e sensibilidade, desde a confirmação do diagnóstico de morte encefálica até o acolhimento da família do doador. A importância da doação de órgãos para salvar vidasA doação de órgãos é um gesto capaz de transformar histórias. Um único doador pode beneficiar vários pacientes, oferecendo esperança e uma nova chance de recomeço para quem enfrenta longos períodos de espera por um transplante. Em Maricá, ações como essa reforçam o compromisso do sistema público de saúde com a vida e com a dignidade humana. Segundo o secretário de Saúde, Dr. Marcelo Velho, a conscientização da população é fundamental para ampliar o número de doações. Ele destaca que conversar com a família sobre o desejo de ser doador é um passo essencial para que a decisão seja respeitada no momento necessário, tornando o processo mais claro e seguro para todos os envolvidos. Como funciona o processo de captação de órgãosO processo tem início quando a equipe médica identifica um quadro clínico compatível com suspeita de morte encefálica. A partir desse momento, a CIHDOTT é acionada para realizar a confirmação do diagnóstico e prestar orientação às famílias, sempre com uma abordagem humanizada, ética e multiprofissional. Em Maricá, o Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara se destaca pela estrutura e pela preparação das equipes, que atuam de forma integrada para garantir que cada procedimento seja realizado com responsabilidade e respeito. A autorização familiar é indispensável, já que somente parentes de até segundo grau podem permitir a doação após o falecimento. Um gesto de solidariedade que deixa legadoA diretora do hospital, Ana Paula Silva, ressaltou que todo o suporte é oferecido à equipe da CIHDOTT A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Saúde, realizou a primeira captação de órgãos de 2026 no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, localizado em São José do Imbassaí. A ação aconteceu na madrugada do último sábado (31/01) e resultou na captação de fígado, rins e córneas, que já foram destinados a pacientes que aguardavam por transplante na fila do Sistema Nacional de Transplantes. O procedimento seguiu todos os protocolos técnicos e legais exigidos no país, contando com o trabalho dedicado da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT). Cada etapa foi conduzida com cuidado, respeito e sensibilidade, desde a confirmação do diagnóstico de morte encefálica até o acolhimento da família do doador. A importância da doação de órgãos para salvar vidasA doação de órgãos é um gesto capaz de transformar histórias. Um único doador pode beneficiar vários pacientes, oferecendo esperança e uma nova chance de recomeço para quem enfrenta longos períodos de espera por um transplante. Em Maricá, ações como essa reforçam o compromisso do sistema público de saúde com a vida e com a dignidade humana. Segundo o secretário de Saúde, Dr. Marcelo Velho, a conscientização da população é fundamental para ampliar o número de doações. Ele destaca que conversar com a família sobre o desejo de ser doador é um passo essencial para que a decisão seja respeitada no momento necessário, tornando o processo mais claro e seguro para todos os envolvidos. Como funciona o processo de captação de órgãosO processo tem início quando a equipe médica identifica um quadro clínico compatível com suspeita de morte encefálica. A partir desse momento, a CIHDOTT é acionada para realizar a confirmação do diagnóstico e prestar orientação às famílias, sempre com uma abordagem humanizada, ética e multiprofissional. Em Maricá, o Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara se destaca pela estrutura e pela preparação das equipes, que atuam de forma integrada para garantir que cada procedimento seja realizado com responsabilidade e respeito. A autorização familiar é indispensável, já que somente parentes de até segundo grau podem permitir a doação após o falecimento. Um gesto de solidariedade que deixa legadoA diretora do hospital, Ana Paula Silva, ressaltou que todo o suporte é oferecido à equipe da CIHDOTT (Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante) para que esse trabalho continue levando esperança a quem mais precisa. Para ela, a atitude da família do doador merece reconhecimento e respeito, pois conseguiu transformar a dor da perda em um gesto de solidariedade que salva vidas. A primeira captação de órgãos do ano em Maricá simboliza mais do que um procedimento médico. Representa empatia, compromisso social e a certeza de que, mesmo nos momentos mais difíceis, é possível gerar vida e esperança para outras pessoas.para que esse trabalho continue levando esperança a quem mais precisa. Para ela, a atitude da família do doador merece reconhecimento e respeito, pois conseguiu transformar a dor da perda em um gesto de solidariedade que salva vidas.

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Depressão, ansiedade e síndrome do pânico: o “mal do século” que desafia a saúde mental no Brasil e no mundo

Reprodução Internet Transtornos como depressão, ansiedade e síndrome do pânico ganharam o título de “mal do século” devido à sua rápida expansão em escala global e ao impacto crescente na saúde pública. Estimativas internacionais indicam que mais de 1 bilhão de pessoas convivem atualmente com algum transtorno mental. No Brasil, o cenário é especialmente preocupante. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam o país como o mais ansioso do mundo, com cerca de 9,3% da população afetada por transtornos de ansiedade. Especialistas alertam que, apesar de relacionados, esses quadros possuem características próprias e exigem atenção adequada. Por que esses transtornos cresceram tanto? Diversos fatores contemporâneos contribuíram para a intensificação desses problemas de saúde mental, transformando-os em uma crise global: Ritmo acelerado de vida e tecnologiaO excesso de informações, a hiperconectividade, a cultura da comparação nas redes sociais e a pressão constante por produtividade criaram um estado permanente de alerta emocional, favorecendo o desenvolvimento da ansiedade e da depressão. Impactos da pandemiaO isolamento social, as perdas e a incerteza vividos nos últimos anos provocaram um aumento global estimado de 25% nos casos de ansiedade e depressão. No Brasil, esse reflexo foi sentido de forma intensa, com recordes consecutivos de afastamentos do trabalho por questões de saúde mental em 2024 e 2025. Impacto econômicoAlém do sofrimento humano, os transtornos mentais também geram efeitos econômicos significativos. Estimativas indicam que essas condições custam cerca de US$ 1 trilhão por ano à economia global, principalmente em razão da queda de produtividade e do absenteísmo. Sintomas variam de acordo com o transtorno A depressão é caracterizada por tristeza persistente, sensação de vazio, desânimo e perda de interesse por atividades antes prazerosas. Também podem surgir cansaço frequente, alterações no sono e no apetite, dificuldade de concentração, baixa autoestima e sentimentos de culpa. O transtorno de ansiedade generalizada (TAG) se manifesta por preocupação excessiva e constante, geralmente voltada para o futuro. Entre os sintomas mais comuns estão inquietação, tensão muscular, irritabilidade, dificuldade para dormir, lapsos de atenção e sensação contínua de alerta. Já a síndrome do pânico se distingue por crises súbitas e intensas de medo, conhecidas como ataques de pânico. Esses episódios surgem de forma inesperada e são acompanhados por sintomas físicos marcantes, como taquicardia, falta de ar, tremores, sudorese e sensação de morte iminente. As crises atingem o pico rapidamente e, apesar de durarem poucos minutos, deixam forte impacto emocional. Crise de ansiedade e ataque de pânico: entenda a diferença Embora muitas vezes confundidos, os dois quadros não são iguais.A crise de ansiedade costuma estar ligada a um fator estressor identificável, como pressão no trabalho ou problemas pessoais. O início é gradual e os sintomas podem persistir por horas ou até dias. O ataque de pânico, por outro lado, ocorre de forma repentina, sem aviso prévio, mesmo quando a pessoa está em repouso. Os sintomas são intensos, predominantemente físicos, e atingem o auge em poucos minutos, gerando medo extremo e sensação de perda de controle. Tratamento e busca por ajuda O tratamento desses transtornos geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar, que inclui psicoterapia, acompanhamento médico e mudanças no estilo de vida. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma das mais recomendadas, assim como a adoção de hábitos saudáveis, prática de exercícios físicos, técnicas de respiração e melhora da qualidade do sono. Pessoas que enfrentam sofrimento emocional ou conhecem alguém nessa situação podem buscar apoio no Centro de Valorização da Vida (CVV), que oferece atendimento gratuito e sigiloso pelo telefone 188, disponível 24 horas por dia. Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação ou diagnóstico profissional. Em caso de sintomas persistentes, a orientação é procurar um profissional de saúde. Reprodução da Inrternet

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Maricá fortalece a qualificação dos trabalhadores do SUS com encontro sobre educação permanente

Fotos: Cauã Santana Iniciativa da Prefeitura estimula diálogo, troca de experiências e estratégias para aprimorar a saúde pública municipal A Prefeitura de Maricá segue investindo na valorização e na qualificação dos profissionais da saúde. Na última quarta-feira (28/01), a Secretaria de Saúde promoveu o 1º Encontro do Grupo de Trabalho (GT) de Educação Permanente em Saúde, realizado no auditório da sede da pasta, no Centro. O encontro reuniu autoridades, coordenadores, gerentes e representantes de Organizações Sociais que atuam na rede municipal, reforçando o compromisso com um SUS cada vez mais qualificado e integrado à realidade local. Desde o início da atividade, o foco esteve no fortalecimento do diálogo entre os diversos setores da saúde. A proposta foi criar um espaço de escuta ativa e troca de experiências, capaz de contribuir para a construção coletiva de estratégias voltadas à qualificação contínua dos trabalhadores e trabalhadoras do Sistema Único de Saúde, sempre alinhadas aos princípios da Educação Permanente em Saúde e às diretrizes do Ministério da Saúde. Durante o encontro, o secretário de Saúde, Dr. Marcelo Velho, destacou que investir em ensino, pesquisa e formação continuada é essencial para o desenvolvimento do município. Segundo ele, a gestão tem buscado fortalecer práticas educacionais que dialoguem diretamente com as particularidades e potencialidades de Maricá, garantindo que o ensino em saúde esteja conectado às necessidades reais da população e dos serviços oferecidos. Na mesma linha, o subsecretário de Gestão de Pessoas, Ensino e Pesquisa, Fábio Rodrigues, ressaltou que a iniciativa representa um avanço importante na gestão do trabalho em saúde. Para ele, criar espaços permanentes de formação, diálogo e construção conjunta contribui diretamente para equipes mais preparadas e para a melhoria da qualidade do atendimento prestado aos moradores. Construção coletiva e trabalho em rede também foram pontos centrais do encontro. A programação contou com a participação de profissionais convidadas com ampla experiência na área da saúde e da educação. As palestras e debates abordaram práticas formativas, gestão do trabalho e cuidado em saúde, sempre com foco na integralidade, na qualificação profissional e na articulação entre os diferentes serviços da rede. Entre as participantes estiveram Aparecida Lobosco Assis dos Santos, musicoterapeuta, especialista em Saúde da Família, Políticas Sociais e Intersetorialidade e mestranda em Ensino na Saúde, além de Aline de Araujo Afonso Rodrigues, enfermeira, especialista em Docência do Ensino Superior, coordenadora da Comissão de Integração Ensino-Serviço (CIES) Metro II e também mestranda em Ensino na Saúde. As contribuições reforçaram a importância de uma formação que considere tanto o conhecimento técnico quanto a vivência cotidiana dos profissionais do SUS. Para a coordenadora do Núcleo de Educação Permanente em Saúde (NEPS), Danielly Tomé, o Grupo de Trabalho é um espaço estratégico para o avanço das políticas públicas de saúde no município. Ela destacou que reunir gestores e trabalhadores permite alinhar ações, compartilhar saberes e consolidar uma política de educação permanente conectada à realidade dos serviços e às demandas do SUS em Maricá. Com iniciativas como essa, Maricá reafirma seu compromisso com a valorização dos profissionais da saúde e com a construção de uma rede cada vez mais preparada, humanizada e eficiente para atender a população. Fotos: Cauã Santana

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Prefeitura de Maricá leva oficina de artes a pacientes internados no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara

Foto: Divulgação Iniciativa promove cuidado humanizado e apoio à saúde emocional durante o período de internação A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Saúde, desenvolve desde julho de 2025 uma ação voltada ao cuidado humanizado dos pacientes internados no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, a oficina Germinando Arte, uma atividade de Arteterapia realizada pela equipe de Terapia Ocupacional da unidade. O projeto utiliza a confecção de mandalas a partir de sementes previamente esterilizadas como recurso terapêutico para a promoção do bem-estar físico e emocional. A iniciativa é direcionada aos pacientes internados, respeitando rigorosamente as condições clínicas de cada participante. As atividades são realizadas de forma individual, diretamente no ambiente hospitalar, seguindo todas as normas de biossegurança e com o uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), garantindo segurança tanto para os pacientes quanto para os profissionais envolvidos. Durante as atividades, os pacientes são acolhidos e orientados sobre a proposta terapêutica e o significado simbólico das mandalas. Em seguida, têm liberdade para desenvolver suas produções, escolhendo cores, formas e materiais. Todo o processo conta com apoio profissional e adaptações individualizadas, de acordo com as necessidades físicas, cognitivas e emocionais de cada participante. O secretário de Saúde, Dr. Marcelo Velho, enfatizou a importância da ação lúdica para o bem-estar dos pacientes. “Projetos como a oficina Germinando Arte reforçam o nosso compromisso com uma saúde que vai além do tratamento clínico. Cuidar da saúde emocional dos pacientes internados é fundamental para o processo de recuperação. Essa ação demonstra a sensibilidade e a competência das equipes do Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara em promover um cuidado integral, centrado no paciente, continuamente˜, pontuou. A diretora-geral do Hospital Dr. Ernesto Che Guevara, Ana Paula Silva, ressaltou o compromisso da equipe com a humanização do atendimento.  “O projeto Germinando Arte reafirma o compromisso da nossa equipe multidisciplinar com a humanização do cuidado ao paciente de forma integral. Esse trabalho contínuo promove o bem-estar das pessoas internadas, considerando também outros aspectos além do tratamento clínico”, salientou. Iniciativa fortalece o cuidado integral A hospitalização, especialmente quando prolongada, pode provocar ansiedade, stress e a ruptura da rotina ocupacional nos pacientes. Nesse contexto, a arteterapia se torna uma importante aliada no cuidado integral e a confecção de mandalas é uma prática terapêutica capaz de favorecer o relaxamento, a concentração, a organização emocional e a expressão simbólica de sentimentos. Ao longo das intervenções na unidade, foram observados diversos resultados positivos, como melhora do humor e da autoestima, maior engajamento dos pacientes, redução visível de sinais de ansiedade e participação ativa nas atividades propostas. A diretora multidisciplinar do hospital, Valéria Machado, destacou o impacto da atividade para as pessoas internadas na unidade. “O projeto mostrou-se uma estratégia terapêutica eficaz, fortalecendo o cuidado centrado no paciente. A parceria entre arteterapia e terapia ocupacional possibilitou uma abordagem integrada, que contribuiu tanto para a saúde emocional quanto para a manutenção de habilidades motoras, cognitivas e ocupacionais durante o período de internação”, concluiu. Fotos: Divulgação

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Prefeitura de Maricá amplia atendimentos odontológicos na Aldeia Indígena Mata Verde Bonita

Foto: Divulgação Ação com o Odontomóvel fortalece a saúde bucal e garante atendimentos quinzenais à comunidade indígena A Prefeitura de Maricá segue avançando na promoção da saúde pública com ações que chegam diretamente a quem mais precisa. Nesta segunda-feira (26/01), a Secretaria de Saúde levou atendimentos odontológicos à Aldeia Indígena Mata Verde Bonita, em São José do Imbassaí, por meio do Odontomóvel, reforçando o cuidado com a saúde bucal da comunidade indígena no próprio território. A iniciativa proporcionou aos moradores da aldeia atendimentos essenciais, como avaliação odontológica, limpeza, restaurações e aplicação tópica de flúor. Além disso, a ação respeitou as particularidades culturais do povo indígena, garantindo um atendimento próximo, acolhedor e humanizado, que contribui diretamente para a prevenção de problemas bucais e para a melhoria da qualidade de vida. Além do atendimento pontual, a Prefeitura de Maricá anunciou que os serviços odontológicos na Aldeia Mata Verde Bonita passarão a acontecer de forma quinzenal, sempre às segundas-feiras. Essa continuidade permite um acompanhamento mais eficiente e fortalece a prevenção de agravos à saúde bucal ao longo do tempo. O secretário de Saúde de Maricá, Dr. Marcelo Velho, ressaltou que a ação representa um passo importante na ampliação do acesso à saúde para as populações indígenas do município. Segundo ele, levar o atendimento odontológico até a aldeia é garantir equidade, acesso e promoção da saúde de maneira respeitosa e humanizada. Na mesma linha, a subsecretária de Políticas Odontológicas, Dra. Aline Costa, destacou que a iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a inclusão e o cuidado contínuo. Para ela, os atendimentos quinzenais possibilitam um acompanhamento constante, fundamental para a prevenção e para a promoção da saúde bucal de forma integral. A cirurgiã-dentista Ryane Nascimento, que participou da ação, enfatizou a importância da presença da equipe na aldeia. De acordo com a profissional, a atividade permitiu a realização de profilaxias e restaurações, além de fortalecer o vínculo entre a comunidade indígena e os serviços de saúde oferecidos pelo município. Enquanto isso, os atendimentos odontológicos em Maricá não se limitam às ações itinerantes. O município conta com equipes de saúde bucal atuando regularmente na Unidade de Saúde Indígena da Aldeia Céu Azul, no Espraiado, e nas Unidades de Saúde da Família distribuídas pelos quatro distritos. Nessas unidades, a população tem acesso a serviços odontológicos de rotina, voltados à promoção do bem-estar bucal. Para utilizar os serviços nas USFs, o morador deve procurar a unidade de referência da sua região. Caso haja necessidade de procedimentos especializados, o paciente é encaminhado para um dos Centros de Especialidades Odontológicas de Maricá, localizados no Boqueirão e em Itaipuaçu. O agendamento é feito pela Central de Regulação do município, que organiza os atendimentos conforme critérios do SUS, priorizando os casos mais urgentes. Com ações como essa, Maricá reafirma seu compromisso com uma saúde pública mais próxima, inclusiva e eficiente, garantindo cuidado integral também às comunidades tradicionais do município. Fotos: Divulgação

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Prefeitura de Maricá leva Projeto Verão a São José do Imbassaí com foco em saúde e bem-estar

Aulas gratuitas de treinamento funcional movimentam moradores e reforçam a importância de hábitos saudáveis durante o verão A Prefeitura de Maricá deu início, na manhã desta quarta-feira (14/01), às atividades do Projeto Verão em São José do Imbassaí. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Qualidade de Vida, Bem-Estar Social e Entretenimento, busca incentivar a prática de atividades físicas e promover mais qualidade de vida à população, especialmente neste período mais quente do ano. As aulas de treinamento funcional acontecem até o dia 21 de março, sempre às quartas e sextas-feiras, às 8h, na Lagoa das Amendoeiras. A proposta é oferecer exercícios dinâmicos, realizados na areia, que estimulam força, resistência e equilíbrio, ao mesmo tempo em que promovem integração social entre os participantes. De acordo com Thalles Francisco, gerente do Programa Viver Bem, o Projeto Verão amplia o alcance das ações já desenvolvidas no município. Segundo ele, a ideia é unir atividade física, lazer e convivência em um ambiente acessível. O gestor destacou que o treinamento funcional ao ar livre contribui não apenas para a saúde do corpo, mas também para o bem-estar emocional, incentivando a adoção de um estilo de vida mais ativo. Além disso, quem participa sente os resultados na prática. O aluno Rogério Costa contou que o projeto foi um ponto de virada em sua rotina. Antes sedentário, ele encontrou nas atividades um estímulo para mudar hábitos e cuidar melhor da própria saúde. O incentivo de amigos e familiares, segundo Rogério, foi fundamental para que ele se mantivesse firme nas aulas e passasse a frequentar outras atividades oferecidas pelo programa. O Projeto Verão é uma extensão do Programa Viver Bem, que oferece gratuitamente diversas modalidades de atividades físicas, orientação especializada e acompanhamento em vários polos espalhados por Maricá. A iniciativa reforça o compromisso do município em cuidar da população de forma integral, valorizando tanto a saúde física quanto o equilíbrio mental. Atualmente, o Programa Viver Bem conta com polos em diferentes bairros, garantindo que mais moradores tenham acesso às ações. Em São José do Imbassaí, as atividades acontecem na Estrada Real de Maricá, na Praça Gilmar dos Santos Trindade. Há ainda polos em Inoã, Itapeba, Ubatiba, Bambuí, Ponta Negra, Parque Nanci, Espraiado, Manu Manuela e um polo de extensão também em São José do Imbassaí, ampliando as opções de atendimento e participação. Com iniciativas como essa, Maricá reforça o investimento em políticas públicas voltadas à promoção da saúde, do bem-estar social e da qualidade de vida, mostrando que cuidar das pessoas vai além do atendimento básico e passa, também, pelo incentivo a hábitos mais saudáveis no dia a dia.

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Ação reúne visitas domiciliares, atividades educativas e orientação direta à população para reforçar o combate ao Aedes aegypti

A Prefeitura de Maricá realiza neste sábado (17), das 8h às 14h, o Dia D contra a Dengue, com ações integradas nos quatro distritos do município. A mobilização, coordenada pela Secretaria de Saúde, reforça o enfrentamento permanente ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, unindo prevenção, eliminação de criadouros e conscientização da população. Ao longo da manhã, equipes de agentes de combate às endemias estarão nas ruas realizando visitas domiciliares em diferentes regiões da cidade. Durante as abordagens, os profissionais orientam moradores, eliminam possíveis focos do mosquito e reforçam a ação educativa “10 minutos que salvam vidas”, que incentiva cada família a reservar, semanalmente, um curto período para vistoriar quintais, caixas d’água, calhas e recipientes que acumulam água. Além das residências, o Dia D em Maricá também contará com ações educativas em locais de grande circulação. As equipes estarão entre a Rodoviária e a Praça Orlando de Barros Pimentel, no Centro, e na Praça do Barroco e entorno, em Itaipuaçu. Nesses pontos, a população poderá tirar dúvidas, receber orientações e ter acesso a informações práticas sobre como prevenir a dengue no dia a dia. Participação da população é decisiva no combate à dengue De acordo com o secretário de Saúde, Dr. Marcelo Velho, o envolvimento da comunidade é essencial para que as ações tenham resultados duradouros. Segundo ele, o Dia D reforça a importância da responsabilidade compartilhada no enfrentamento à dengue. “O poder público atua com planejamento, equipes capacitadas e ações contínuas. No entanto, o sucesso do combate ao mosquito depende diretamente da colaboração da população, seja recebendo os agentes ou adotando cuidados simples dentro de casa”, destacou o secretário. A superintendente de Vigilância em Saúde, Daniella Bittencourt, também chamou atenção para o período do ano, que exige cuidados redobrados. Com as altas temperaturas e as chuvas frequentes do verão, o ambiente se torna mais favorável à proliferação do Aedes aegypti, o que torna ainda mais necessária a intensificação das ações preventivas. Segundo ela, a estratégia adotada pelo município combina trabalho técnico, educação em saúde e mobilização social, ampliando o alcance das orientações e fortalecendo a prevenção. Visitas domiciliares reforçam a prevenção nos bairros As visitas realizadas pelos agentes de combate às endemias acontecem em pontos estratégicos de Maricá, incluindo Bairro da Amizade, Cordeirinho a partir da Rua 108 no sentido Ponta Negra, Praia de Ponta Negra em direção a Cordeirinho, Inoã na região do Risca Faca, Jardim Atlântico Leste e Barroco, da Praça dos Gaviões até a Praia de Itaipuaçu. Para o gerente de Vigilância em Saúde Ambiental, Ronald Marques, pequenas atitudes fazem grande diferença no controle da dengue. Ele reforça que eliminar água parada, manter uma rotina semanal de cuidados e permitir o acesso dos agentes às residências são medidas simples, mas extremamente eficazes. “O Dia D é um reforço importante, mas o combate à dengue precisa acontecer todos os dias. Quando cada morador faz a sua parte, conseguimos interromper o ciclo do mosquito e proteger toda a cidade”, afirmou. A Secretaria de Saúde reforça que ações cotidianas continuam sendo fundamentais, como reservar pelo menos 10 minutos por semana para vistoriar o imóvel, eliminar recipientes com água parada e compartilhar informações preventivas com familiares, vizinhos e amigos. Com atitudes simples e colaboração coletiva, Maricá avança no enfrentamento à dengue e na proteção da saúde da população.

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