Jovem é Detido Após Furto de Celular no Centro de Maricá
jovem-detido-furto-celular-centro-marica
Continue lendo...google.com, pub-5755703983808589, DIRECT, f08c47fec0942fa0
jovem-detido-furto-celular-centro-marica
Continue lendo...Foto: Reprodução/Instagram César Ribeiro de “Vale Tudo”: Será que o personagem vai ser trocado no remake? Você já deve ter ouvido os boatos sobre uma possível substituição de Cauã Reymond no remake de “Vale Tudo”. Mas será que isso é verdade? Carla Bittencourt, colunista do portal LeoDias, trouxe todas as informações exclusivas diretamente para nós. Vamos descobrir juntos o que realmente está acontecendo nos bastidores dessa superprodução. A revelação de Carla Bittencourt Na última terça-feira (22/4), Carla Bittencourt participou ao vivo do “Jornal dos Famosos” e revelou detalhes importantes sobre o remake de “Vale Tudo”. A jornalista, conhecida por sua expertise em teledramaturgia, esclareceu de vez a polêmica envolvendo Cauã Reymond e Leandro Lima. Primeiramente, Carla confirmou que Cauã Reymond continua firme e forte no papel de César Ribeiro. Portanto, não haverá substituição. No entanto, Leandro Lima também fará parte do elenco, mas em um papel diferente. Ele interpretará Walter, o novo amante de Odete Roitman, a vilã da trama. A chegada de Leandro Lima Leandro Lima fará sua estreia na novela no capítulo 61, com previsão de ir ao ar no dia 9 de junho. Seu personagem, Walter, aparecerá como acompanhante de uma amiga de Odete em uma festa. A vilã, interpretada por Glória Pires, se encantará rapidamente pelo charme de Walter, dando início a um romance secreto e proibido. Na versão original de “Vale Tudo”, exibida em 1988, o personagem César foi vivido por Carlos Alberto Riccelli. Agora, Cauã Reymond assume o papel do modelo em declínio, que usa seu charme para conquistar mulheres poderosas e influentes. A trajetória de Leandro Lima Leandro Lima já tem uma carreira consolidada na televisão. Em 2023, ele interpretou o Delegado Marino Guerra em “Terra e Paixão” e Levi no reboot de “Pantanal”. Além disso, participou da “Batalha do Lip Sync” em 2022 e viveu Davi Monteiro em “Joia Rara”, em 2013. Antes disso, o ator fez participações em novelas como “Caras & Bocas”, “Caminho das Índias”, “Passione” e “Insensato Coração”. Clima tenso nos bastidores Antes do feriadão, o clima nos bastidores de “Vale Tudo” estava pesado. Carla Bittencourt revelou que, das 15 cenas programadas para Bella Campos e Cauã Reymond, o trabalho ficou paralisado na quarta-feira (17/4). A situação se agravou para Bella, que, além da frustração com a produção, foi pressionada pela direção a se pronunciar em defesa de Cauã para acalmar a mídia. A carga emocional foi tão grande que a atriz, que interpreta Maria de Fátima, não conseguiu conter as lágrimas. Conclusão Portanto, fica claro que Cauã Reymond continua no papel de César Ribeiro e Leandro Lima chega para dar um toque especial à trama como Walter, o novo interesse amoroso de Odete Roitman. Fique de olho nas próximas novidades e acompanhe todos os detalhes dessa emocionante novela. Texto jornalístico com informações do Portal Leo Dias
Continue lendo...lula-viaja-roma-funeral-papa-francisco
Continue lendo...thiaguinho-carol-peixinho-nome-sexo-bebe
Continue lendo...itaipuacu-o-refugio-perfeito-para-seu-feriadao-de-maio-em-marica
Continue lendo...festa-sao-jorge-marica-espraiado-2025
Continue lendo...No dia 25 de abril, sexta-feira agora, às 19h, o GAM (Grupo de Artista deMaricá) abre suas portas para receber a vernissage “A Terapia da Arte”. Aexposição ficará aberta para visitação de 25 de abril a 25 de maio,sexta-feira, das 9 às 20h, sábados e domingos, das 13 às 20h. As telas apresentadas são de alunos particulares e funcionários do Bancodo Brasil da artista plástica Ornellas, que trabalha arte terapia comoferramenta de suporte para a busca da tão importante saúde mental, já que aprática ajuda a lidar com o estresse, a ansiedade, a autoestima e a comunicação. Os artistas participantes da vernissage, funcionários do Banco do Brasilde Maricá são: Anna Carina S. Lucena, Barbara Dias Cruz, Bruno Beneduce Padron, Karla E. Guimarães Leal, Lidia Pinho Pereira, Luciene Sepulveda, Orlandilson Landim Cardoso. Os artistas externos são: Annie Manuelle Carneiro de Souza, Greyce Costa, Isabela Mariano Araújo, Suely Sá Brito, Tiago Meira, Dilva Ciléada Silva Ornellas. Sobre Ornellas: Moradora deMaricá desde 2016, Ornellas é autodidata, atuou na arteterapia no Asilo CristoRedentor-SG. Com Desenhos Artísticos na SMDS (Secretaria Municipal de SãoGonçalo). CEIMPRO- Maricá com Desenhos Artísticos e no SEARTE com Artes e Desenhos Artísticos. Sobre o GAM: OGrupo de Artistas de Maricá é uma instituição sem fins lucrativo, fundada em 04 de agosto de 1994, de Utilidade Pública Municipal Estadual e Federal, comparticipação em Conselhos Municipais. Atualmente a instituição é membro Titularno Conselho de Assistência Social; do Meio Ambiente e do Terceiro Setor da Agenda21 de Maricá. O GAM fica na Rua Dr. Pedro da Cunha (antiga Álvaresde Castro), nº 1277, Araçatiba, Maricá.
Continue lendo...Policia militar de Maricá: Captura dois Suspeitos Colombianos acusados de agiotagem e extorsão em Guaratiba
Continue lendo...guarda-municipal-promove-reencontro-menino-desaparecido-familia-marica
Continue lendo...Texto e pesquisa Miguel Ângelo Padilha Marques Foto: Reprodução da pagina facebook Maricá Antigo A Semana Santa faz parte de um período litúrgico da Igreja Católica em que se celebra os últimos dias da vida de Jesus Cristo, sua paixão, morte e ressurreição. Acredita-se que essa tradição da Semana Maior tenha se originado no século III, com os cristãos primitivos. É um período Santo iniciado no Domingo de Ramos, com a entrada de Jesus em Jerusalém. Na Segunda-feira ele chega a Betânia para fazer a última visita aos amigos de toda a vida. Neste dia também se revive a expulsão dos vendilhões do templo e a cura de alguns doentes; a Terça-feira, foi o dia em que Jesus foi ao Monte das Oliveiras orar e sofreu uma emboscada; na Quarta-feira não se tem registro do que Jesus fez, mas acredita-se que ele ficou recolhido com os mais próximos; na Quinta-feira, Cristo instituiu o sacerdócio, lavou os pés dos seus discípulos e realizou a última ceia; a Sexta-feira Santa foi o dia em que Jesus foi preso, julgado, condenado e crucificado, falecendo as 15h; no Sábado de Aleluia Jesus foi sepultado e por fim, o Domingo de Páscoa, dia que Cristo ressuscitou e apareceu aos seus discípulos. Neste tempo de oração e recolhimento, além da frequência maior às igrejas e capelas, algumas práticas culturais populares deste tempo litúrgico permanecem sendo realizadas em Maricá, como por exemplo a canjica, um doce feito na Semana Santa, especialmente na sexta-feira por conta da abstinência de carne e outros tipos de alimentos fortes. Temos notícia que, tradicionalmente, em Maricá, mais precisamente na região do Bom Jardim, eram utilizadas colheres de pau e caldeirão de ferro para o fabrico da canjica no fogão à lenha. Na Sexta-Feira Santa, dia da morte de Jesus Cristo, era um dia de grande luto em Maricá, visto que o povo era muito católico. O trem não apitava ao chegar e sair da estação; não era feito barulho algum, ninguém ouvia música e nem varria as casas; quem tinha o nome “Maria” se vestia de branco, sendo uma referência à Mãe de Jesus; as crianças não podiam brincar e nem falar alto e ninguém podia tomar banho ou lavar o cabelo. Os moradores que viviam ao redor da Fazenda Bom Jardim (fundada em 1817) participavam da celebração da Sexta-Feira Santa, feita na Capela Santo Antônio e organizada por D. Carmem Cruz, dona da fazenda. Logo após, ela servia canjica, como um gesto de fé e devoção. Os paroquianos da Paróquia Nossa Senhora do Amparo tinham o costume de distribuir terços confeccionados a partir de uma planta conhecida como “lágrimas de Nossa Senhora” ou “conta milagrosa”. O terço era distribuído nas capelas de cada distrito pelos moradores dos locais e eram usados na Procissão do Senhor Morto. Essa tradição de distribuir terços permaneceu até a década de 1960. Planta “Lágrimas de Nossa Senhora”, que tinha as suas sementes usadas para a confecção dos terços utilizados na procissão do Senhor Morto em Maricá. https://ademircarosia.blogspot.com/2021/06/lagrima-de-nossa-senhora.html.Uma outra tradição é a “Procissão do Encontro”, com as imagens de Nossa Senhora das Dores e o Senhor dos Passos em direção à Matriz de Nossa Senhora do Amparo. A procissão com a imagem de Maria vem conduzida pelas mulheres, saindo do Convento Nossa Senhora do Bom Conselho e a procissão com a imagem de Jesus, sai da Capela São Pedro, em Araçatiba, conduzida pelos homens. Esse momento tem como objetivo celebrar e proporcionar momentos de meditação aos fiéis, através do encontro da Virgem Maria com o Seu Filho Divino, carregando a Cruz no caminho do Calvário, pelas ruas de Jerusalém, depois de ser flagelado, coroado de espinhos e condenado à morte por Pilatos. As festividades Católicas em Maricá atraíam muitas pessoas, sobretudo na década de 1950. Nessa época, os moradores da zona rural tinham o costume de confeccionar cruzes de bambu, colocando-as nas árvores frutíferas, pois acreditavam que a cruz iria fazer amadurecer as frutas durante a Semana Santa.As residências eram ornamentadas com flores plantadas durante o final do ano anterior para florescerem na semana santa. Uma das plantas usadas era a quaresmeira, por conta da sua cor roxa, que é a cor litúrgica do tempo da Quarema. A Semana Santa de 1842A Câmara Municipal da Vila de Santa Maria de Maricá foi instalada no dia 27 de agosto de 1815 (um ano após a criação da Vila de Santa Maria de Maricá), tendo como seu primeiro presidente o Sr Domingos Álvares de Azevedo. Segundo atas da Câmara Municipal de Maricá, a Câmara funcionou na Sacristia da Igreja Matriz Nossa Senhora do Amparo enquanto não possuía sede própria. Somente no ano de 1841, foi inaugurado o edifício da Casa de Câmara e Cadeia (atual Casa de Cultura), construído entre 1836 e 1841. Contudo, segundo a historiadora Maria Penha de Andrade e Silva, mesmo sendo inaugurado em 1841, o Poder Legislativo só foi transferido da Sacristia da Matriz para o seu novo endereço na Semana Santa do ano de 1842. Para marcar essa transferência, foi confeccionado um crucifixo, que segundo os antigos moradores, foi feito de madeira de Oliveira, vinda de Portugal. O crucifixo foiinstalado no plenário da Casa de Leis, e permanece até hoje no plenário da atual Câmara Municipal (na Avenida Nossa Senhora do Amparo). Segundo a história oral contada por Hipólito Cândido Barbosa à historiadora Maria Penha de Andrade e Silva, o Cristo Crucificado do plenário da Câmara Municipal só saiu do plenário da Câmara duas vezes: A primeira foi para uma procissão realizada em Maricá, no tempo da Gripe Espanhola, pedindo a Deus que a epidemia acabasse. Milagrosamente, a alta taxa de mortes no município, por conta da gripe, teve uma grande queda até se extinguir. E a segunda saída da Cruz foi para a mudança da sede do Poder Legislativo para o seu atual endereço. Cristo Crucificado do plenário da Câmara Municipal de Maricá. Foto: Miguel Ângelo Padilha. Conhecer as tradições da Semana Maior em Maricá é também conhecer um pouco da nossa
Continue lendo...