Relatos de um africano que foi escravizado em Maricá – Dawson Nascimento Silva

Imagem ilustrativa de um africano de Nação CabindaJohann Moritz Rugendas Nesta edição da Coluna sobre a História de Maricá, o Paleografo, pesquisador e membro do IHGAM, Dawson Nascimento Silva, compartilha conosco a transcrição de um documento inédito que narra acontecimentos ocorridos na vida de um africano de Nação Cabinda, que foi escravizado em Maricá, no início do século XIX. Boa leitura!Renata Aymoré Gama – Presidente do IHGAMDepois de conquistar sua liberdade, arrendou uma área de terras onde constituiu um pequeno sítio localizado no bairro do Flamengo, distrito de Maricá, onde viveu seus últimos dias. No final de sua existência resolveu fazer seu testamento onde expôs a sua última vontade em um texto redigido pelo amanuense1 Manoel Pinto Ribeiro Espíndola.“Os homens fazem a sua própria história, mas não o fazem como querem… a tradição de todas as gerações mortas oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos”. Karl Marx“Augusto Pinto Ferreira, Serventuário Vitalício de primeiro ofício de Tabelião Público do Judicial, Notas, Escrivão da Provedoria nesta Vila de Maricá, por Mercês de Sua Majestade Imperial, que Deus Guarde!!!Certifico que revendo em meu cartório os testamentos assinados em meu cartório, entre eles, encontrei o do ter seguinte;Em nome de Deus Amém!!!Eu, Antônio Ferreira Pinto, estando adoentado, mas em meu perfeito juízo, são e claro entendimento, tenho determinado fazer meu testamento, pelo modo seguinte:

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Brasileira foi achada “visualmente imóvel” a 500m de profundidade, diz parque

Brasileira de Niterói é localizada no Monte Rinjani após desaparecer em trilha na Indonésia

Juliana Martins aguarda resgate na Indonésia (Foto/g1) Juliana Marins, natural de Niterói (RJ), foi encontrada por drone em local de difícil acesso; equipes de resgate trabalham para retirá-la com segurança Maricá e a data de 23 de junho de 2025- Ficaram marcados por uma notícia que comoveu moradores da região e atraiu olhares para o outro lado do mundo. Após três dias de busca intensa e grande comoção nas redes sociais, a brasileira Juliana Marins, de 31 anos, foi finalmente localizada no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, na Indonésia. Juliana, que é natural de Niterói, havia desaparecido no sábado (21) durante uma trilha solo pelo imponente vulcão de 3.726 metros de altitude — um dos mais altos e desafiadores do país asiático. A descoberta do paradeiro foi feita através de um drone, que sobrevoava áreas de difícil acesso e registrou imagens da jovem em um penhasco profundo e íngreme. Um resgate que exige precisão e paciência A localização de Juliana representa apenas o começo de um trabalho ainda mais delicado: trazê-la de volta em segurança. De acordo com as autoridades do Parque Nacional Gunung Rinjani, a brasileira foi encontrada em uma parede rochosa a cerca de 500 metros de profundidade, um local que exige manobras técnicas para o resgate. “Estamos priorizando a segurança da vítima e das equipes envolvidas. Essa é uma operação que exige calma e precisão”, informou um porta-voz do parque. Ainda não há informações oficiais sobre o estado de saúde de Juliana, mas equipes de resgate especializados já estão atuando na região com todo o cuidado necessário. Uma trilha solitária que mobilizou o Brasil Juliana Marins estava em uma jornada solo pela Ásia e compartilhava sua rotina de trilhas com amigos e seguidores nas redes sociais. Quando deixou de dar notícias no sábado, seus familiares iniciaram uma mobilização online para obter informações. A campanha se espalhou rapidamente, especialmente em sua cidade natal, Niterói, e em cidades vizinhas, como Maricá, que expressaram apoio nas redes. A solidariedade virtual se transformou em corrente de esperança, conectando pessoas de diferentes partes do Brasil com o mesmo objetivo: encontrar Juliana. Monte Rinjani: beleza imensa, riscos reais Famoso por suas paisagens impressionantes, o Monte Rinjani também é conhecido pelas condições perigosas. O relevo é acidentado, o clima muda rapidamente e o trajeto exige preparo físico, técnica e equipamentos adequados. Infelizmente, acidentes e desaparecimentos não são raros entre trilheiros inexperientes ou que viajam sozinhos. A história de Juliana reforça o alerta sobre a importância de seguir orientações locais, estar em grupo e comunicar itinerários com antecedência em aventuras como essa. Acompanhamento da embaixada e expectativa pela volta A Embaixada do Brasil na Indonésia está acompanhando o caso e oferecendo suporte à família. As autoridades locais pedem respeito à privacidade da jovem e reforçam que qualquer nova informação será divulgada com responsabilidade. A equipe do nosso portal continuará acompanhando cada etapa dessa operação, torcendo para que em breve a história de Juliana tenha um desfecho seguro e feliz.

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