Maricá avança na ampliação de serviços do Hospital Dr. Ernesto Che Guevara

Foto: João Phellippe Projeto transforma estrutura da unidade e prevê novos atendimentos, como hemodiálise, hemodinâmica, ampliação do centro cirúrgico e a futura criação do Hospital da Mulher e da Criança A Prefeitura de Maricá segue dando passos importantes para fortalecer a rede municipal de saúde. Em São José do Imbassaí, as obras da Cidade da Saúde Dr. Ernesto Che Guevara avançam em ritmo constante e representam uma das maiores intervenções estruturais já realizadas no complexo hospitalar desde sua inauguração. A ampliação, conduzida pela Secretaria de Saúde, tem como foco qualificar o atendimento e ampliar a oferta de serviços essenciais à população. Com a conclusão das adaptações físicas, o hospital passará a oferecer hemodiálise — fundamental para substituir a função dos rins — e serviços de hemodinâmica, voltados a diagnósticos e tratamentos cardiovasculares. O projeto também contempla a construção de novas salas cirúrgicas, uma enfermaria coronariana e um prédio administrativo totalmente renovado. O centro de imagem será ampliado, e a unidade ganhará mais leitos destinados à enfermaria cirúrgica, respondendo à crescente demanda por atendimentos especializados. Entre as iniciativas planejadas para uma etapa futura, está a criação do Hospital da Mulher e da Criança, além de uma nova maternidade. Outro destaque é a previsão de implementar serviços de medicina nuclear, que permitirão diagnósticos mais precisos, seguros e individualizados — um avanço significativo para o município. Inaugurado em 2020 para atender exclusivamente pacientes com Covid-19, o Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara passou por um processo de transformação ao longo dos últimos anos. Hoje, é uma das principais referências da cidade em cirurgias de diversas especialidades e no atendimento ao trauma. A expectativa da Prefeitura é concluir as obras do setor de hemodiálise até o fim de 2025. Para o secretário municipal de Saúde, Marcelo Velho, a modernização reforça o compromisso do município com um atendimento mais robusto e de qualidade. “Esses investimentos consolidam uma rede de saúde mais forte e preparada para atender os moradores de Maricá. A Cidade da Saúde Dr. Ernesto Che Guevara passa a oferecer serviços fundamentais, como hemodiálise e hemodinâmica, o que garante um cuidado mais completo e próximo da população”, afirmou. A diretora-geral do hospital, Ana Paula Silva, destaca que a nova estrutura permitirá ampliar a capacidade de atendimento sem perder a qualidade que marca o trabalho da equipe. “A determinação do prefeito Washington Quaquá em expandir os serviços representa um salto importante para toda a rede municipal. Com as novas instalações e a chegada de atendimentos como a hemodiálise, teremos condições de acolher um número maior de pacientes, garantindo um cuidado humanizado e eficiente”, ressaltou. Com as obras em andamento, a Cidade da Saúde Dr. Ernesto Che Guevara se prepara para inaugurar uma nova fase, marcada pela ampliação de serviços, modernização de espaços e pela promessa de um atendimento cada vez mais resolutivo para a população de Maricá. Reprodução Rede social

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Maricá amplia oferta de Tai Chi Chuan para idosos com foco em saúde, equilíbrio e bem-estar

Foto: Anselmo Mourão Aulas gratuitas estimulam respiração, concentração e fortalecimento físico e emocional na Casa da Terceira Idade A rotina de quem frequenta a Casa da Terceira Idade, em Inoã, ganhou um novo impulso com as aulas de Tai Chi Chuan oferecidas pela Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Políticas para a Terceira Idade. Voltadas exclusivamente para pessoas com 60 anos ou mais, as atividades têm se destacado pela proposta de unir movimento, respiração e atenção plena como ferramentas para melhorar a saúde e a qualidade de vida. A modalidade, de origem chinesa, segue conquistando os alunos ao combinar movimentos lentos, postura corporal e técnicas de meditação. Segundo os profissionais responsáveis, o Tai Chi Chuan é uma prática especialmente recomendada para quem deseja fortalecer a musculatura, melhorar a flexibilidade e aliviar dores musculares ou articulares, tudo de maneira leve e sem impacto. O professor Thiago Mangas destaca que o método traz benefícios que vão além do condicionamento físico.“Trabalhamos respiração, equilíbrio e força, mas também estimulamos a visão espacial, a confiança e a clareza mental. Muitas pessoas relatam sensação de leveza e felicidade após as aulas. Por ser uma prática suave, é ideal para quem sofre com dores articulares ou limitações posturais. A procura é sempre grande e as turmas costumam ficar cheias”, explica. Entre os alunos, o retorno tem sido igualmente positivo. Taurita, de 76 anos, moradora de Maricá há mais de três décadas, conta que encontrou no Tai Chi um espaço de acolhimento e cuidado.“É uma aula maravilhosa. Venho principalmente para aliviar as dores no corpo. A Casa da Terceira Idade é um projeto que cuida da gente com muito carinho. Além do Tai Chi, temos acompanhamento de enfermagem, psicólogos, terapeutas e uma série de atividades. É um programa muito importante”, afirma. Além do Tai Chi Chuan, a Casa da Terceira Idade dispõe de outras 36 atividades gratuitas, como dança, alongamento, hidroginástica, artesanato e oficinas culturais. As ações incentivam não apenas o bem-estar físico, mas também reforçam a socialização e o compartilhamento de experiências entre os participantes. Idosos com 60 anos ou mais podem se inscrever presencialmente. Para o cadastro, é necessário apresentar: Locais de funcionamento da Casa da Terceira Idade Centro de MaricáRua Clímaco Pereira, 269 – Centro BambuíRua 38, Lote 20 – Quadra 50 InoãRua 04, Quadra 15 – Lote 16B ItaipuaçuRua General Emir (antiga Rua 10), Jardim Atlântico Santa PaulaRua E, 867 – Setor B – Condomínio Santa Paula Fotos: Anselmo Mourão Fotos: Secretria da Terceira Idade

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Gordura Visceral: o que é, como surge e quais riscos representa à saúde

Reprodução Internet Drª Claudine Castro Nutricionista A gordura visceral é um tipo de gordura localizada profundamente na cavidade abdominal, depositada ao redor de órgãos vitais como fígado, coração e intestinos. Diferente da gordura subcutânea, que pode ser percebida ao toque, ela não é visível externamente e possui alta atividade metabólica, produzindo substâncias pró-inflamatórias que podem alterar o colesterol, aumentar a resistência à insulina e favorecer o surgimento de doenças. Riscos à saúde associados ao acúmulo de gordura visceral O excesso de gordura visceral está diretamente ligado ao aumento do risco para diversas doenças crônicas, entre elas: O que causa o acúmulo de gordura visceral O aumento da gordura visceral costuma estar associado ao estilo de vida e a fatores metabólicos e hormonais. Entre os principais elementos estão: Estilo de vida Outros fatores A avaliação da gordura visceral pode ser realizada por diferentes exames: Exames de composição corporal Exames de imagem Exames laboratoriais Alterações metabólicas também podem indicar excesso de gordura visceral, como: Além disso, considera-se indicativo de risco: Como reduzir a gordura visceral A eliminação da gordura visceral envolve mudanças consistentes no estilo de vida. Entre as principais recomendações estão: O acompanhamento médico e nutricional é essencial para planejar hábitos adequados e controlar fatores de risco. A redução da gordura visceral melhora significativamente a qualidade de vida e diminui a probabilidade de doenças crônicas, contribuindo para uma maior longevidade. Dra. Claudine CastroNutricionistaCRN 25106415 Instagram Drª Claudine: https://www.instagram.com/claudinecastro.nutri Referência do artigo: https://doi.org/10.1590/S0004-27302006000200009 Imagens Internet

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“A fotografia é parte da minha identidade”: uma conversa com a fotojornalista Márcia Foletto

Foto: Reprodução Internet Por Anselmo Mourão – Portal ACONTECEU MARICÁ Com quase quatro décadas dedicadas ao fotojornalismo, Márcia Foletto é uma das profissionais mais respeitadas do país. Gaúcha de Santa Maria, formada em Jornalismo, começou a trabalhar como fotógrafa aos 18 anos e passou por diversos jornais diários do sul do Brasil antes de chegar ao Rio de Janeiro. Desde 1991 integra a equipe do jornal O Globo, onde participou de coberturas históricas como a Eco-92, a chacina de Vigário Geral, os desastres de Mariana e Brumadinho, além de registrar o cotidiano do Rio com olhar sensível e crítico. Ao longo de sua trajetória, acumulou reconhecimentos nacionais e internacionais, como o Prêmio Petrobras de Fotojornalismo (2017), pela série sobre Mariana, e o Prêmio Rey de España (2016), com uma foto da série Os Miseráveis, que retratou o avanço da pobreza no estado. Seu trabalho já foi exibido em coletivas no Museu do Catete, Museu do Amanhã, Centro Cultural da Justiça Federal e Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Também realizou exposições individuais marcantes, como Quando o Ofício Encontra a Arte (2006) e Sonata (2012). Nesta entrevista exclusiva ao Portal ACONTECEU MARICÁ, concedida ao fotojornalista Anselmo Mourão, ela revisita suas origens, fala sobre os desafios da profissão e reflete sobre o papel da fotografia na sociedade contemporânea. Infância entre tábuas, câmeras e curiosidade Anselmo Mourão: Márcia, para começarmos, conte um pouco onde nasceu e como foi sua infância.Márcia Foletto: Nasci em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, numa família italiana com nove irmãos. Minha infância foi muito livre. Brincava entre tábuas e tocos de madeira na fábrica de esquadrias do meu pai. Era bem moleca — andava de perna de pau, jogava futebol com os amigos… aquela bagunça boa de criança. O primeiro clique e a certeza de um caminho Anselmo: Como surgiu seu interesse pela fotografia?Márcia: Uma das minhas irmãs mais velhas é artista plástica e tinha uma câmera Pratika. Quando entrei na faculdade de Comunicação Social, ela me emprestou a câmera. Foi amor instantâneo. Na turma de jornalismo eu já era “a fotógrafa”. No último ano da faculdade, já trabalhava como fotojornalista. São quase 40 anos nessa profissão. A estreia na profissão Anselmo: Você lembra da sua primeira experiência profissional?Márcia: Comecei no jornal A Razão, em Santa Maria. Éramos apenas dois fotógrafos, então eu fazia de tudo — coluna social, futebol — e ainda revelava e ampliava as fotos. Foi uma grande escola. Depois trabalhei em O Pioneiro, em Caxias do Sul, e no Diário Catarinense, em Florianópolis. Lá, com chromos e negativos coloridos, aprendi a ler a exposição quase de memória. A porta que se abriu para o jornal O Globo Anselmo: Como surgiu a oportunidade de trabalhar no O Globo?Márcia: Depois de dois anos em Florianópolis, queria dar mais um passo. Meu sonho era ser fotógrafa de guerra. Montei um portfólio e fui ao Rio visitar os jornais da época. Gostaram do meu trabalho, mas só o Globo me pediu um teste. O editor Sérgio Zalles solicitou um ensaio no Arpoador — nunca esqueço disso. Depois fui chamada para os Jornais de Bairro e, logo depois, para a equipe principal. Estou lá desde 1991. Coberturas que marcaram uma carreira Anselmo: Quais trabalhos mais te marcaram?Márcia: Muitos. Ainda jovem, fotografei as chacinas de Vigário Geral e da Candelária. Cobri eleições presidenciais por mais de 30 anos. Estive em Mariana e Brumadinho. Mas a violência urbana no Rio e suas vítimas é o que mais marca meu trabalho. Um projeto especial: “Mutilados” Anselmo: Existe uma série de imagens especial para você?Márcia: O projeto Mutilados, de 2023. Tive tempo para acompanhar personagens, algo raro no jornalismo diário. O trabalho teve grande repercussão: recebi meu primeiro Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos e fui finalista do Prêmio Gabriel García Márquez. Criar é observar — antes de fotografar Anselmo: Como funciona seu processo criativo?Márcia: Meu primeiro editor no O Globo, Aníbal Philot, dizia que o fotógrafo deve “sobrevoar a cena como um pássaro”. Antes de clicar, observo: luzes, cores, personagens. Só então pego a câmera. E, acima de tudo, escuto as pessoas. Fotografia exige construção de confiança. Do filme ao digital: uma testemunha das transformações Anselmo: Como você enxerga a fotografia digital?Márcia: Passei por tudo: preto e branco, cromos, negativo e digital. Hoje é melhor — mais possibilidades e menos custo. Mas o excesso de imagens é um problema sério. Por isso, penso como no tempo dos filmes de 36 poses: fotografar só quando necessário. O que diferencia uma grande foto jornalística? Anselmo: O que faz uma foto se destacar no meio de tantas imagens?Márcia: Hoje todos têm um celular e fotografam o tempo todo. Mas o profissional precisa ir além: construir uma imagem com camadas, que sensibilize, gere empatia e provoque reflexão. Desafios atuais nas redações e nas ruas Anselmo: Quais os principais desafios da profissão hoje?Márcia: Falta investimento no jornalismo. Redações menores, pouco tempo, baixa remuneração para equipamentos. Nas ruas, disputamos espaço com centenas de celulares. Perdemos um pouco a relevância de testemunhas únicas. Sonhos por realizar Anselmo: Há alguma cobertura que você ainda sonha em fazer?Márcia: Meu sonho sempre foi ter mais tempo para me dedicar a um grande projeto — algo difícil no ritmo do jornalismo diário. Projetos atuais: clima, futuro e… fuscas Anselmo: Quais são os seus projetos no momento?Márcia: Além do trabalho diário, desenvolvo projetos sobre mudanças climáticas, um tema urgente. E, no lazer, mantenho o Fusquei, meu perfil no Instagram onde registro fuscas pelo Brasil. Fotografia como memória e transformação Anselmo: Como você enxerga o papel da fotografia na sociedade?Márcia: A fotografia congela instantes, prova a existência das coisas. Ela ajuda a entender o passado, ilumina o presente e pode transformar realidades, revelando injustiças e provocando reflexão. Conselhos para novos fotojornalistas Anselmo: Que mensagem deixaria para quem está começando?Márcia: Leiam e ouçam. Literatura e história ampliam o olhar. E ouvir quem você fotografa cria conexão verdadeira — muito além do visor. “Ainda tenho muito a aprender” Anselmo: Para finalizar, o que a fotografia

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Maricá celebra o Dia Internacional do Hip-Hop com arte, ritmo e expressão nas ruas de Araçatiba

Foto: Clarildo Menezes Evento gratuito na pista de skate Chorão reuniu música, dança, poesia, grafite e skate em homenagem à cultura urbana e à juventude maricaense A energia da cultura urbana tomou conta de Araçatiba nesta terça-feira (12/11), quando a Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Juventude e Participação Popular, promoveu uma grande celebração pelo Dia Internacional do Hip-Hop. O evento aconteceu na recém-inaugurada pista de skate Chorão, reunindo artistas, coletivos culturais e moradores em uma tarde de arte, resistência e expressão. Com uma programação diversificada e gratuita, o encontro teve como propósito valorizar o hip-hop como movimento social e ferramenta de transformação, aproximando diferentes gerações e estilos em um mesmo espaço. O público acompanhou batalhas de rima, discotecagem com DJs, grafites ao vivo, oficinas culturais, sarau de poesia e manobras de skate, compondo um mosaico vibrante da cultura de rua. Para a secretária de Juventude e Participação Popular, Andressa Santos, o evento reforça o papel das políticas públicas na promoção da criatividade e do pertencimento. “O movimento de rua e o hip-hop são verdadeiras escolas da vida. São espaços que incentivam o talento e fortalecem a identidade da juventude. Transformar arte em oportunidade também é um ato político”, destacou. Entre os grupos presentes, o coletivo Ruasia marcou presença com intervenções artísticas e performances. O presidente do grupo, Adonis Apolo, ressaltou o valor simbólico do encontro. “O hip-hop é uma forma de resistência e um instrumento de transformação social. Em momentos como este, reafirmamos nossos princípios e fortalecemos os valores da cultura urbana”, afirmou. Vinda de Petrópolis especialmente para a celebração, a DJ Ingrid Neves enfatizou a importância do intercâmbio entre cidades e movimentos. “É essencial ver a juventude ocupando os espaços públicos e fortalecendo a cultura preta e periférica. Maricá está mostrando que a arte de rua também é política e união”, disse. Celebrado mundialmente em 12 de novembro, o Dia Internacional do Hip-Hop faz referência à criação da Universal Zulu Nation, fundada em 1973 por Afrika Bambaataa, no Bronx, em Nova York. Desde então, o hip-hop se consolidou como uma manifestação cultural completa, reunindo música, dança, poesia e grafite — elementos que expressam a voz e a resistência das comunidades marginalizadas em todo o mundo. Com a realização deste evento, Maricá reafirma seu compromisso com a juventude, a diversidade e o fortalecimento da cultura de rua, transformando a cidade em um palco aberto para o talento e a inclusão social. Fotos: Clarildo Menezes

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Prefeitura de Maricá assegura moradia digna a 48 famílias por meio do programa Locação Social

Foto: Thamyris Mello Iniciativa da Secretaria de Habitação reforça o compromisso do município com a inclusão social e o direito à moradia A Prefeitura de Maricá, por intermédio da Secretaria de Habitação, entregou nesta quinta-feira (13/11) o benefício do Programa Locação Social a 48 famílias da cidade. A cerimônia, realizada na sede da secretaria, no Centro, simbolizou mais um passo importante na política municipal voltada à garantia do direito à moradia e ao fortalecimento da dignidade humana. O programa oferece auxílio financeiro temporário para o pagamento de aluguel, direcionado a famílias em situação de vulnerabilidade habitacional — como casos de perda da moradia, despejo ou risco estrutural. A medida busca proporcionar segurança e estabilidade às pessoas atendidas até que consigam uma solução definitiva de moradia. Durante o evento, o secretário de Habitação, Marcus Bambam, destacou a importância social da ação. “Mais um dia de entrega muito gratificante. O objetivo é que, daqui em diante, as famílias tenham mais dignidade. Que esse lar seja o início de uma nova oportunidade e que possam sair daqui motivados a buscar novos horizontes”, afirmou. O sentimento de esperança também marcou o depoimento das famílias contempladas. Raquel Duarte, moradora de Maricá há dez anos, celebrou a conquista como um novo começo. “Estou muito agradecida, não apenas por ter sido contemplada, mas pelo acolhimento que recebemos. Esse benefício veio para mudar a vida da minha família. É uma chance de recomeçar e acreditar que a transformação é possível”, contou emocionada. Outra beneficiária, Graziele Alves, que vive há seis anos na cidade, destacou a importância do auxílio em um momento de dificuldade. “Precisei deixar a casa onde morava com meus dois filhos. Esse benefício chegou na hora certa. Tem muita gente que precisa e é maravilhoso ver a cidade oferecendo essa oportunidade. É um recomeço, junto com o novo ano que se aproxima”, comemorou. Com iniciativas como o Locação Social, Maricá reafirma seu compromisso com políticas públicas que priorizam a justiça social e o direito fundamental à moradia, promovendo mais qualidade de vida e inclusão para as famílias do município. Fotos: Thamyris Mello

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Festival Somos Latinos em Maricá reúne 20 países em celebração à cultura latino-americana

Imagem RC FM/Internet Evento gratuito leva música, literatura, cinema e gastronomia à Arena da Barra, de 27 a 30 de novembro, com shows de Mart’nália, Braza e Miss Bolivia Maricá se prepara para receber um dos maiores eventos culturais do estado do Rio de Janeiro. De 27 a 30 de novembro de 2025, a cidade será palco do Festival Somos Latinos, uma celebração multicultural que vai reunir 20 países da América Latina com mais de 200 artistas se apresentando na Arena da Barra e em outros pontos do município. Promovido pela Prefeitura de Maricá, por meio da Maricá Arte, Roteiros e Experiências (Maré), o festival tem entrada gratuita e promete uma imersão na riqueza cultural do continente, com música, cinema, literatura, gastronomia e artesanato. 🎤 Atrações musicais confirmadas no Festival Somos Latinos A programação musical do Festival Somos Latinos em Maricá destaca nomes de peso da cena brasileira e internacional. Na sexta-feira (28/11), a cantora argentina Miss Bolivia abre os shows principais às 19h, com um repertório que mistura cumbia, reggae, hip hop e dance, e letras de forte engajamento social. O sábado (29/11) será marcado pela energia contagiante de Mart’nália, que sobe ao palco às 22h, logo após a transmissão da final da Libertadores, às 18h. Encerrando a festa, o grupo Braza se apresenta no domingo (30/11), às 19h, levando sua mistura de rock, reggae e música brasileira ao público maricaense. Além das atrações nacionais e estrangeiras, o evento também valoriza os artistas locais, os chamados “Pratas da Casa”, reforçando o compromisso do festival com a cultura produzida em Maricá. 📚 Literatura e identidade latino-americana O Concurso Literário “Somos Latinos” é uma das ações culturais que integram o evento. A iniciativa convida escritores e escritoras do Estado do Rio de Janeiro a refletirem sobre o pertencimento e a identidade latino-americana por meio das categorias conto e crônica. As inscrições abrem no dia 12 de novembro pelo site oficial do festival, e o vencedor ganhará uma viagem cultural para a Colômbia, fortalecendo o intercâmbio artístico entre os países participantes. De acordo com Antônio Grassi, presidente da Maré, o festival é uma oportunidade de ampliar o diálogo cultural entre os povos e de projetar Maricá no cenário internacional. “Queremos colocar Maricá no mapa da América Latina. Esse intercâmbio aproxima culturas, atrai turistas e fortalece a cidade como polo cultural e criativo. Além disso, o público local tem a chance de vivenciar novas experiências culturais”, destacou Grassi. O Festival Somos Latinos também reflete a política de desenvolvimento social da cidade, que aposta na economia solidária, no transporte público gratuito e em ações de sustentabilidade. Os visitantes poderão conhecer a culinária típica, o artesanato e as tradições de países como Argentina, Chile, Colômbia, México, Uruguai, Venezuela, Cuba, Peru e muitos outros, em uma verdadeira viagem pelos sabores e sons da América Latina. 📅 Serviço – Festival Somos Latinos 2025 Data: 27 a 30 de novembro de 2025Local: Arena da Barra de Maricá (com ações culturais em diversos pontos da cidade)Entrada: Gratuita Shows principais: Site oficial: www.somoslatinos.com.brInstagram: @festivalsomoslatinos O evento é uma realização da Prefeitura de Maricá, em parceria com a MARÉ e a Codemar, com produção da Br4 Branding, curadoria musical do Mucho! Festival e apoio da InterTV RJ.

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Prefeitura de Maricá realiza seletiva para equipe sub-15 de futebol do projeto Maricá Esporte Competições

Foto: Katito Carvalho Iniciativa mobiliza 75 jovens atletas em busca do sonho de ingressar no futebol profissional A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Esportes, iniciou uma nova etapa de captação de talentos para o projeto Maricá Esporte Competições, iniciativa que tem revelado jovens promessas e fortalecido o esporte no município. Durante as próximas três semanas, 75 atletas nascidos em 2011 participam das seletivas que definirão os integrantes da equipe sub-15 de futebol, com treinos e avaliações conduzidas por profissionais especializados. As atividades ocorrem sempre às terças, quartas e quintas-feiras, em três campos da cidade: Centro Esportivo Caxito, Itapeba Atlético Clube e Dínamo. O processo de seleção segue um cronograma técnico que inclui avaliações físicas, táticas e comportamentais, com cortes progressivos a cada semana. Ao final, os jovens aprovados integrarão oficialmente a equipe do projeto em 2026, representando Maricá em competições estaduais de destaque. Entre os torneios previstos estão o Campeonato Carioca e a Copa Rio de Futebol de Base, reconhecidos por revelar atletas que mais tarde se destacam no cenário profissional. Segundo a Secretaria de Esportes, a seletiva busca mais do que desempenho técnico: o foco também está no comportamento, disciplina e espírito coletivo dos participantes — valores que o projeto considera fundamentais na formação esportiva e cidadã. Criado em 2019, o Maricá Esporte Competições é um programa da Prefeitura que alia formação esportiva e desenvolvimento social, proporcionando a jovens talentos oportunidades de crescimento dentro e fora do campo. O projeto surgiu para aproveitar o potencial dos atletas formados nos núcleos socioesportivos do município e, atualmente, abrange quatro modalidades: futebol, futsal, ginástica rítmica e vôlei de praia. De acordo com a Secretaria, o objetivo é oferecer acompanhamento técnico e pedagógico contínuo, incentivando a prática esportiva como instrumento de inclusão e transformação social. “Queremos que esses meninos e meninas encontrem no esporte uma forma de desenvolver seus talentos e alcançar novos horizontes”, destacou um representante da pasta. Futebol de Maricá vive momento de destaque O cenário esportivo de Maricá tem se mostrado cada vez mais promissor. O Maricá FC, principal equipe do município, vem chamando atenção pela boa campanha no Campeonato Carioca 2025 e pela participação na Série D do Campeonato Brasileiro, consolidando o nome da cidade no mapa do futebol nacional. Outro marco recente foi a classificação inédita da equipe sub-20 do Maricá FC para a Copa São Paulo de Futebol Júnior, a maior competição de base do país e porta de entrada para o futebol profissional. O feito reforça o impacto positivo das políticas de incentivo ao esporte implementadas pela Prefeitura, que vêm abrindo espaço para novos talentos. Com o avanço do projeto Maricá Esporte Competições e o fortalecimento dos clubes locais, o município segue construindo uma base sólida para o futuro do esporte. Mais do que revelar atletas, a proposta é formar cidadãos preparados para vencer dentro e fora dos gramados, transformando o sonho de ser jogador em uma realidade possível. Fotos: Katito Carvalho

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