Autora apresentou projetos literários sobre a história e cultura de Maricá durante o evento, incluindo sua proposta de Alfabetização Patrimonial nas escolas. Confira os destaques!
Na última sexta-feira, 20 de junho, a escritora e educadora maricaense Alessandra Honorata marcou presença na Bienal do Livro, realizada no Rio de Janeiro. Reconhecida por seu trabalho voltado à valorização da cultura local e à educação por meio da literatura, Alessandra é membro ativo do Instituto Cultural Povo Livro de Maricá e representou com orgulho a cidade no maior evento literário do país.
Participação no estande “Escreva, Garota!”
Durante o evento, a autora integrou o estande do projeto “Escreva, Garota!”, uma iniciativa nacional que promove a capacitação e o incentivo à produção literária entre mulheres de diferentes regiões do Brasil. O espaço reuniu escritoras independentes e proporcionou visibilidade às suas obras e experiências.
Atividade “Contos e Encantos” e valorização da identidade maricaense
Alessandra participou da atividade “Contos e Encantos”, onde teve a oportunidade de apresentar aos leitores um pouco da história e dos aspectos culturais de Maricá. A apresentação teve como base o livro “Maricá, Cidade da Gente”, do qual é coautora ao lado de outros escritores e pesquisadores da cidade. A obra traz um olhar afetivo e histórico sobre o município, conectando memórias, tradições e identidade local.
Projeto “Maricá, em um alfabeto de histórias” e Alfabetização Patrimonial
Ao final de sua participação, a escritora compartilhou com o público o projeto “Maricá, em um alfabeto de histórias”, uma proposta pedagógica que alia literatura e educação patrimonial. Desenvolvido por Alessandra nas escolas da rede municipal, o projeto busca despertar nas crianças o interesse pela história e cultura do lugar onde vivem, por meio da leitura, escrita e reconhecimento do patrimônio local.
Superação e inspiração
Em seu depoimento, Alessandra Honorata revelou que sua presença na Bienal foi marcada por superação e fé:
“Em alguns momentos desse ano, pensei que não seria possível cumprir esse compromisso já agendado, mas Deus, mais uma vez, em Sua infinita bondade e amor, nos concedeu mais essa possibilidade. Nunca desista dos seus sonhos, sempre é possível escrever uma nova história”, declarou a autora emocionada.
(Alessandra Honorata).
Literatura, identidade e resistência
Com uma trajetória que une educação, cultura e valorização das raízes maricaenses, Alessandra Honorata segue inspirando novas gerações por meio da escrita e de ações que fortalecem a identidade local. Sua participação na Bienal do Livro reforça o papel fundamental da literatura como instrumento de transformação social e valorização da memória.
Formação e atuação profissional
É professora, escritora e contadora de histórias, com graduação em Pedagogia (UFF), especialização em Prevenção às Drogas e Educação, além de mestrado em Educação pela UFF, com foco em leitura para crianças de 2 a 3 anos
Ativa em projetos sociais e incentivo à leitura, idealizou o projeto “Praia com Poesia” e fundou uma biblioteca comunitária que se tornou ponto de cultura e recebeu homenagem legislativa
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📚 Obras publicadas
“Um olhar pela janela do meu lugar de memórias” (2006) – seu livro de estreia
“Bibi, a Borboleta Sonhadora” – segundo livro infantil solo, finalista em 2023 no Prêmio Ecos da Literatura (categoria Infantil)
“Mulher, o melhor de Deus em mim” – coletânea com histórias de fé e superação de 34 mulheres, finalista entre as cinco melhores da Academia Internacional de Literatura Brasileira (prêmio Destaques Literários 2023, com cerimônia no Consulado dos EUA) .
Participou da antologia “Escreva, Garota!” na Bienal do Livro de São Paulo 2023 e 2024, com destaque para seu sexto livro solo anunciado, “Do Graveto ao Giz — A Trajetória de uma Educadora”
🏆 Reconhecimento e premiações
Finalista nacional no Prêmio Ecos da Literatura 2023 (3º lugar em Infantil com “Bibi” e 2º lugar em não-ficção com outra obra) .
Finalista internacional em 2023 no prêmio “Destaques Literários” da AILB, entre os cinco melhor avaliados pela coletânea “Mulher, o melhor de Deus em mim” .







