Prefeito de Maricá propõe aumento no auxílio para estudantes e promete nova fase de inclusão educacional

Foto: Bernardo Gomes Reajuste contempla universitários do Passaporte Universitário e visa garantir permanência nos estudos e acesso igualitário à formação Em um gesto que reafirma o compromisso com a educação e o futuro da juventude de Maricá, o prefeito Washington Quaquá anunciou, nesta segunda-feira (9), uma importante proposta de reajuste no auxílio financeiro destinado aos estudantes contemplados pelo Programa Passaporte Universitário. A medida, que ainda precisa do aval da Câmara dos Vereadores, promete aliviar o bolso dos alunos e ampliar as possibilidades de permanência no ensino superior. A proposta eleva o valor da bolsa para os estudantes que vivem em Maricá de R$ 680 para R$ 900. Para aqueles que cursam universidades em período integral e precisam residir em outras cidades, o benefício sobe de R$ 1.385 para R$ 1.800. Esses valores são fundamentais especialmente para quem enfrenta os custos mais altos associados a cursos exigentes, como Medicina, Odontologia e Veterinária. O anúncio foi feito durante uma reunião com representantes desses cursos, realizada no espaço Território do Futuro, no bairro Flamengo. Além do reajuste, também entrou em pauta uma nova proposta: a criação de um auxílio específico para compra de materiais, inicialmente voltado aos alunos de Odontologia. O secretário de Educação, Rodrigo Moura, destacou que o aumento é uma resposta direta à realidade enfrentada por muitos estudantes. “São jovens que, muitas vezes, estudam em tempo integral, fora da cidade, e arcam com altos custos. Garantir esse suporte financeiro é garantir que eles consigam continuar seus estudos com dignidade”, afirmou. Alívio para quem precisa Pedro Martins, estudante de Odontologia beneficiado pelo Passaporte Universitário, comemorou a iniciativa. “Os materiais custam cerca de R$ 3 mil por semestre. Ter esse apoio é um alívio imenso. Não dá nem para expressar o quanto isso vai ajudar”, relatou, visivelmente emocionado. Planejamento para o futuro Outro ponto importante do encontro foi o anúncio da criação de um grupo de trabalho intersetorial que irá pensar formas de inserção dos formandos do programa no mercado de trabalho. A proposta faz parte de um projeto mais amplo de desenvolvimento humano e econômico, que tem como base o conceito de neodesenvolvimentismo — um modelo que busca colocar a economia a serviço das necessidades reais das pessoas. “O que estamos construindo em Maricá é uma nova maneira de pensar a cidade. É uma economia que se volta para as famílias, para a dignidade de cada cidadão. A educação é parte central dessa transformação”, afirmou Quaquá. Estiveram presentes na reunião autoridades de diferentes áreas da gestão municipal, como a secretária de Ciência e Tecnologia, Sabrina Alves; o secretário de Assistência Social, José Carlos de Azevedo; e o secretário de Saúde, Marcelo Velho, entre outros representantes da administração pública e do Legislativo. Fotos: Bernardo gomes

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Maricá dá salto histórico em arrecadação de ICMS e se torna referência em inteligência fiscal

Com ações estratégicas de fiscalização sobre o setor de petróleo, município fluminense sai do anonimato e projeta mais de R$ 1,6 bilhão em repasses para 2025 Em menos de uma década, o município de Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro, transformou sua realidade fiscal com um feito digno de destaque nacional. Em 2015, a cidade ocupava a modesta 55ª posição no Índice de Participação dos Municípios (IPM) do estado do Rio. Hoje, graças a uma atuação firme e inteligente da sua equipe de gestão tributária, Maricá já figura como o segundo maior beneficiário do ICMS estadual. Esse avanço impressionante não aconteceu por acaso. O salto nos repasses de ICMS — de R$ 20 milhões em 2015 para uma projeção de R$ 1,6 bilhão em 2025 — é resultado direto de um trabalho técnico e estratégico conduzido pela Secretaria de Gestão Tributária e Fiscal (SEGET). A equipe mergulhou nas declarações de grandes empresas do setor de petróleo e gás, como a Petrobras, que atuam na Bacia de Santos — uma área marítima que faz fronteira com Maricá. Durante esse processo minucioso, foram identificadas inconsistências nas informações prestadas pelas concessionárias, que vinham destinando erroneamente os valores adicionados a outros municípios. Com a correção dessas distorções, os dados passaram a refletir de forma justa a contribuição de Maricá na cadeia produtiva do petróleo, aumentando significativamente sua fatia no bolo do ICMS. Agora, com o segundo lugar no IPM já garantido, a cidade mira ainda mais alto. A meta da gestão municipal é alcançar o índice 13,00 até 2026, o que poderá elevar os repasses para cifras acima dos R$ 2 bilhões em 2027. O caso de Maricá se consolida como um exemplo de como a administração pública pode utilizar tecnologia, dados e rigor técnico para corrigir desigualdades históricas na arrecadação e garantir mais investimentos para a população. Um salto que não se mede apenas em números, mas em autonomia e desenvolvimento para toda a cidade.

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Cuidado e autonomia: Maricá amplia acesso a métodos contraceptivos de longa duração para públicos prioritários

Foto: Thamyris Mello Implantes e DIU hormonal são oferecidos gratuitamente nas Unidades de Saúde da Família, promovendo dignidade e saúde reprodutiva a quem mais precisa A Prefeitura de Maricá deu mais um passo importante na promoção da saúde reprodutiva ao oferecer gratuitamente métodos contraceptivos de longa duração a públicos prioritários atendidos pelas Unidades de Saúde da Família (USF). A iniciativa, coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde, foi celebrada com um evento no Centro Materno Infantil, que marcou oficialmente a inserção do implante contraceptivo (Implanon) e do DIU hormonal (SIU de Levonorgestrel, conhecido como Mirena) na rede pública municipal. A ação busca garantir autonomia e segurança para pessoas em situação de maior vulnerabilidade, seguindo os critérios técnicos estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Quem pode receber os métodos? Os métodos são direcionados a grupos específicos, conforme avaliação clínica. O DIU hormonal, por exemplo, é indicado a mulheres e homens trans que tenham histórico de obesidade, tenham realizado cirurgia bariátrica, enfrentem sangramento uterino anormal em tratamento ou que não possam utilizar terapias hormonais à base de estrogênio. Já o implante subdérmico é voltado a adolescentes de 15 a 17 anos em vulnerabilidade social, mulheres e homens trans com transtornos mentais severos, pessoas vivendo com HIV ou que não tenham se adaptado a outros métodos contraceptivos. A proposta é assegurar um planejamento reprodutivo seguro e acessível para quem enfrenta barreiras no sistema de saúde privado. Um cuidado que transforma vidas Durante o evento, Maria Luiza Freitas, de 28 anos, moradora da Mumbuca, foi uma das primeiras a receber o implante gratuitamente. “Eu nunca conseguiria pagar por isso em uma clínica particular. Poder fazer aqui, de graça, e ainda com todo esse cuidado, foi maravilhoso. O procedimento foi rápido e indolor”, compartilhou, emocionada. O secretário de Saúde, Marcelo Velho, também esteve presente e destacou a importância da iniciativa. “Estamos falando de um avanço concreto na saúde pública. Os métodos de longa duração são altamente eficazes e proporcionam mais autonomia às pessoas sobre seus corpos. Estamos garantindo acesso e dignidade”, afirmou. Como acessar os métodos? Quem estiver dentro dos critérios estabelecidos deve procurar a Unidade de Saúde da Família da sua região. Lá, passará por atendimento com a equipe multiprofissional, que orientará sobre o planejamento reprodutivo e, caso haja indicação clínica, fará o encaminhamento para a inserção do método. Pessoas que já estejam cadastradas e na fila de espera serão chamadas para agendamento nas próximas semanas. Além do DIU hormonal e do implante, o município também oferece o DIU de cobre — método sem hormônio e indicado para o público em geral — disponível nas unidades básicas de saúde. Entenda como funcionam os métodos O DIU hormonal é um pequeno dispositivo em formato de “T” que libera continuamente o hormônio levonorgestrel no útero. Ele age reduzindo a espessura do endométrio, o que impede a gravidez. Tem duração de até 5 anos e pode ser retirado a qualquer momento. Além disso, auxilia no controle de cólicas e sintomas relacionados à endometriose, sem interferir nas relações sexuais. Já o implante subdérmico é um bastonete fino inserido sob a pele do braço, liberando gradualmente o hormônio etonogestrel. Sua eficácia se mantém por até 3 anos e, assim como o DIU, pode ser removido quando necessário. É uma excelente alternativa para quem não se adapta a pílulas diárias ou não pode usar estrogênio. Conclusão Com essa política de cuidado ampliado, Maricá reafirma seu compromisso com a saúde pública inclusiva, garantindo que mulheres, adolescentes e pessoas trans em condições vulneráveis tenham acesso a métodos eficazes, seguros e gratuitos. Um avanço que vai muito além da prevenção: trata-se de oferecer escolha, respeito e dignidade. Fotos: Thamyris Mello

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Maricá participou da ExpoRio Turismo 2025 com destaque para o artesanato local, atrações culturais e presença marcante na Feira dos Municípios. Cidade reafirma seu potencial turístico.

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Maricá sediou a 1ª Assembleia do BRICS+, reunindo representantes de 26 países e firmando acordos internacionais históricos. Um marco global para a cidade.

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