Maricá avança na saúde da mulher e reduz fila de espera por mamografias
A cidade de Maricá e a data entram para um novo capítulo na saúde da mulher. Com a ampliação da oferta de mamografias, a Prefeitura
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Continue lendo...Festival de Blues, Rock e Jazz volta a Maricá entre os dias 4 e 13 de julho com shows gratuitos no Parque Nanci. Música de qualidade e grandes artistas nacionais.
Continue lendo...Guia completo sobre inteligência artificial em 2025 para moradores de Maricá. Aprenda o que é IA, como funciona e seu impacto no cotidiano de forma simples e prática.
Continue lendo...União de Maricá anuncia em junho de 2025 prêmio recorde de R$ 100 mil para disputa de samba-enredo 2026, revolucionando formato da competição e valorizando compositores com nova metodologia.
Continue lendo...Imagem ilustrativa de um africano de Nação CabindaJohann Moritz Rugendas Nesta edição da Coluna sobre a História de Maricá, o Paleografo, pesquisador e membro do IHGAM, Dawson Nascimento Silva, compartilha conosco a transcrição de um documento inédito que narra acontecimentos ocorridos na vida de um africano de Nação Cabinda, que foi escravizado em Maricá, no início do século XIX. Boa leitura!Renata Aymoré Gama – Presidente do IHGAMDepois de conquistar sua liberdade, arrendou uma área de terras onde constituiu um pequeno sítio localizado no bairro do Flamengo, distrito de Maricá, onde viveu seus últimos dias. No final de sua existência resolveu fazer seu testamento onde expôs a sua última vontade em um texto redigido pelo amanuense1 Manoel Pinto Ribeiro Espíndola.“Os homens fazem a sua própria história, mas não o fazem como querem… a tradição de todas as gerações mortas oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos”. Karl Marx“Augusto Pinto Ferreira, Serventuário Vitalício de primeiro ofício de Tabelião Público do Judicial, Notas, Escrivão da Provedoria nesta Vila de Maricá, por Mercês de Sua Majestade Imperial, que Deus Guarde!!!Certifico que revendo em meu cartório os testamentos assinados em meu cartório, entre eles, encontrei o do ter seguinte;Em nome de Deus Amém!!!Eu, Antônio Ferreira Pinto, estando adoentado, mas em meu perfeito juízo, são e claro entendimento, tenho determinado fazer meu testamento, pelo modo seguinte:
Continue lendo...Primeira turma de Medicina do Passaporte Universitário se forma em cerimônia emocionante. Maricá investe em educação gratuita e transforma sonhos em realidade.
Continue lendo...Juliana Martins aguarda resgate na Indonésia (Foto/g1) Juliana Marins, natural de Niterói (RJ), foi encontrada por drone em local de difícil acesso; equipes de resgate trabalham para retirá-la com segurança Maricá e a data de 23 de junho de 2025- Ficaram marcados por uma notícia que comoveu moradores da região e atraiu olhares para o outro lado do mundo. Após três dias de busca intensa e grande comoção nas redes sociais, a brasileira Juliana Marins, de 31 anos, foi finalmente localizada no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, na Indonésia. Juliana, que é natural de Niterói, havia desaparecido no sábado (21) durante uma trilha solo pelo imponente vulcão de 3.726 metros de altitude — um dos mais altos e desafiadores do país asiático. A descoberta do paradeiro foi feita através de um drone, que sobrevoava áreas de difícil acesso e registrou imagens da jovem em um penhasco profundo e íngreme. Um resgate que exige precisão e paciência A localização de Juliana representa apenas o começo de um trabalho ainda mais delicado: trazê-la de volta em segurança. De acordo com as autoridades do Parque Nacional Gunung Rinjani, a brasileira foi encontrada em uma parede rochosa a cerca de 500 metros de profundidade, um local que exige manobras técnicas para o resgate. “Estamos priorizando a segurança da vítima e das equipes envolvidas. Essa é uma operação que exige calma e precisão”, informou um porta-voz do parque. Ainda não há informações oficiais sobre o estado de saúde de Juliana, mas equipes de resgate especializados já estão atuando na região com todo o cuidado necessário. Uma trilha solitária que mobilizou o Brasil Juliana Marins estava em uma jornada solo pela Ásia e compartilhava sua rotina de trilhas com amigos e seguidores nas redes sociais. Quando deixou de dar notícias no sábado, seus familiares iniciaram uma mobilização online para obter informações. A campanha se espalhou rapidamente, especialmente em sua cidade natal, Niterói, e em cidades vizinhas, como Maricá, que expressaram apoio nas redes. A solidariedade virtual se transformou em corrente de esperança, conectando pessoas de diferentes partes do Brasil com o mesmo objetivo: encontrar Juliana. Monte Rinjani: beleza imensa, riscos reais Famoso por suas paisagens impressionantes, o Monte Rinjani também é conhecido pelas condições perigosas. O relevo é acidentado, o clima muda rapidamente e o trajeto exige preparo físico, técnica e equipamentos adequados. Infelizmente, acidentes e desaparecimentos não são raros entre trilheiros inexperientes ou que viajam sozinhos. A história de Juliana reforça o alerta sobre a importância de seguir orientações locais, estar em grupo e comunicar itinerários com antecedência em aventuras como essa. Acompanhamento da embaixada e expectativa pela volta A Embaixada do Brasil na Indonésia está acompanhando o caso e oferecendo suporte à família. As autoridades locais pedem respeito à privacidade da jovem e reforçam que qualquer nova informação será divulgada com responsabilidade. A equipe do nosso portal continuará acompanhando cada etapa dessa operação, torcendo para que em breve a história de Juliana tenha um desfecho seguro e feliz.
Continue lendo...Ex-namorada de Francisco Cuoco, Thaís Almeida revela detalhes tocantes sobre o sofrimento do ator em seus últimos momentos. Conheça a história de amor que durou 7 anos e as memórias carinhosas que ficaram.
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Continue lendo...Livro resgata a história da Igreja Nossa Senhora da Conceição, marco religioso e cultural de Niterói A arquiteta urbanista, escritora e pesquisadora Renata Aymoré Gama é um dos destaques da Bienal do Livro 2025, com o lançamento do livro Arquiconfraria Nossa Senhora da Conceição — 350 anos de fé e bênçãos. A publicação narra a trajetória da histórica igreja localizada no Centro de Niterói, um dos mais antigos templos religiosos do Estado do Rio de Janeiro. A obra está disponível no estande do Grupo Gaia, no Pavilhão 4, Q48, no Riocentro. O livro foi oficialmente lançado em 8 de dezembro de 2024, durante missa solene comemorativa dos 350 anos da Arquiconfraria, celebrada por Dom Paulo Alves Romão, bispo auxiliar da Arquidiocese de Niterói. A edição conta com prefácio de Dom Alano Maria Pena, arcebispo emérito da cidade, e apresentação de Bruno Gramigna, arquiteto do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), especialista em igrejas históricas brasileiras. Renata Aymoré Gama é formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com especialização em Meio Ambiente pela Universidade Candido Mendes e pós-graduação em Educação Patrimonial em andamento, pelo IPN. Atua como servidora pública concursada na Prefeitura de Maricá desde 2011, e é a atual presidente do Instituto Histórico, Geográfico e Ambiental de Maricá (IHGAM). Com uma trajetória dedicada à valorização do patrimônio histórico e ambiental do Leste Fluminense, Renata se destaca também como fotógrafa premiada, palestrante e professora de Arte Sacra. Foi responsável por importantes exposições, como “Maricá Natural”, na APA das Serras de Maricá, e “Caminhos de Darwin”, realizada na Fazenda Itaocaia em parceria com o biólogo Marcus Lacerda. É cofundadora de diversos institutos históricos regionais, como o de Itaboraí, Rio Bonito e São Gonçalo, e desde 2021 integra o Conselho Estadual de Tombamento do INEPAC como membro de notório saber. Em 2023, fundou o IHGAM, primeiro instituto histórico do Brasil a incluir uma categoria mirim, presidida por Miguel Ângelo Padilha Marques, então com apenas 11 anos. Ambos foram agraciados em 2024 com a Medalha Ennio Candotti de Divulgação Científica, concedida pelo LABACIENCIAS da UFF e pela FAPERJ. Renata também é coautora de diversas publicações acadêmicas e obras coletivas, como Itaboraí e a Independência do Brasil, Jardim Botânico de Niterói: um século de história e meio ambiente, Atlas Escolar de Maricá, Ciência para Ouvir (e Ler) e Maricá Cidade da Gente volumes 1 e 2. Sua produção inclui ainda artigos sobre memória, arquitetura e meio ambiente, publicados em revistas científicas e colunas fixas nos veículos Revista Maricá Já e Portal Aconteceu Maricá, ambos em parceria com outros pesquisadores e historiadores locais. Ativa nas redes sociais, especialmente no Instagram, Renata compartilha registros fotográficos e vídeos de seu trabalho, promovendo o conhecimento histórico de forma acessível e envolvente. Seu engajamento a posiciona como uma importante voz na difusão da cultura e da preservação patrimonial no estado do Rio de Janeiro.
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