Policia militar de Maricá: Captura dois Suspeitos Colombianos acusados de agiotagem e extorsão em Guaratiba
Policia militar de Maricá: Captura dois Suspeitos Colombianos acusados de agiotagem e extorsão em Guaratiba
Continue lendo...google.com, pub-5755703983808589, DIRECT, f08c47fec0942fa0
Policia militar de Maricá: Captura dois Suspeitos Colombianos acusados de agiotagem e extorsão em Guaratiba
Continue lendo...guarda-municipal-promove-reencontro-menino-desaparecido-familia-marica
Continue lendo...Texto e pesquisa Miguel Ângelo Padilha Marques Foto: Reprodução da pagina facebook Maricá Antigo A Semana Santa faz parte de um período litúrgico da Igreja Católica em que se celebra os últimos dias da vida de Jesus Cristo, sua paixão, morte e ressurreição. Acredita-se que essa tradição da Semana Maior tenha se originado no século III, com os cristãos primitivos. É um período Santo iniciado no Domingo de Ramos, com a entrada de Jesus em Jerusalém. Na Segunda-feira ele chega a Betânia para fazer a última visita aos amigos de toda a vida. Neste dia também se revive a expulsão dos vendilhões do templo e a cura de alguns doentes; a Terça-feira, foi o dia em que Jesus foi ao Monte das Oliveiras orar e sofreu uma emboscada; na Quarta-feira não se tem registro do que Jesus fez, mas acredita-se que ele ficou recolhido com os mais próximos; na Quinta-feira, Cristo instituiu o sacerdócio, lavou os pés dos seus discípulos e realizou a última ceia; a Sexta-feira Santa foi o dia em que Jesus foi preso, julgado, condenado e crucificado, falecendo as 15h; no Sábado de Aleluia Jesus foi sepultado e por fim, o Domingo de Páscoa, dia que Cristo ressuscitou e apareceu aos seus discípulos. Neste tempo de oração e recolhimento, além da frequência maior às igrejas e capelas, algumas práticas culturais populares deste tempo litúrgico permanecem sendo realizadas em Maricá, como por exemplo a canjica, um doce feito na Semana Santa, especialmente na sexta-feira por conta da abstinência de carne e outros tipos de alimentos fortes. Temos notícia que, tradicionalmente, em Maricá, mais precisamente na região do Bom Jardim, eram utilizadas colheres de pau e caldeirão de ferro para o fabrico da canjica no fogão à lenha. Na Sexta-Feira Santa, dia da morte de Jesus Cristo, era um dia de grande luto em Maricá, visto que o povo era muito católico. O trem não apitava ao chegar e sair da estação; não era feito barulho algum, ninguém ouvia música e nem varria as casas; quem tinha o nome “Maria” se vestia de branco, sendo uma referência à Mãe de Jesus; as crianças não podiam brincar e nem falar alto e ninguém podia tomar banho ou lavar o cabelo. Os moradores que viviam ao redor da Fazenda Bom Jardim (fundada em 1817) participavam da celebração da Sexta-Feira Santa, feita na Capela Santo Antônio e organizada por D. Carmem Cruz, dona da fazenda. Logo após, ela servia canjica, como um gesto de fé e devoção. Os paroquianos da Paróquia Nossa Senhora do Amparo tinham o costume de distribuir terços confeccionados a partir de uma planta conhecida como “lágrimas de Nossa Senhora” ou “conta milagrosa”. O terço era distribuído nas capelas de cada distrito pelos moradores dos locais e eram usados na Procissão do Senhor Morto. Essa tradição de distribuir terços permaneceu até a década de 1960. Planta “Lágrimas de Nossa Senhora”, que tinha as suas sementes usadas para a confecção dos terços utilizados na procissão do Senhor Morto em Maricá. https://ademircarosia.blogspot.com/2021/06/lagrima-de-nossa-senhora.html.Uma outra tradição é a “Procissão do Encontro”, com as imagens de Nossa Senhora das Dores e o Senhor dos Passos em direção à Matriz de Nossa Senhora do Amparo. A procissão com a imagem de Maria vem conduzida pelas mulheres, saindo do Convento Nossa Senhora do Bom Conselho e a procissão com a imagem de Jesus, sai da Capela São Pedro, em Araçatiba, conduzida pelos homens. Esse momento tem como objetivo celebrar e proporcionar momentos de meditação aos fiéis, através do encontro da Virgem Maria com o Seu Filho Divino, carregando a Cruz no caminho do Calvário, pelas ruas de Jerusalém, depois de ser flagelado, coroado de espinhos e condenado à morte por Pilatos. As festividades Católicas em Maricá atraíam muitas pessoas, sobretudo na década de 1950. Nessa época, os moradores da zona rural tinham o costume de confeccionar cruzes de bambu, colocando-as nas árvores frutíferas, pois acreditavam que a cruz iria fazer amadurecer as frutas durante a Semana Santa.As residências eram ornamentadas com flores plantadas durante o final do ano anterior para florescerem na semana santa. Uma das plantas usadas era a quaresmeira, por conta da sua cor roxa, que é a cor litúrgica do tempo da Quarema. A Semana Santa de 1842A Câmara Municipal da Vila de Santa Maria de Maricá foi instalada no dia 27 de agosto de 1815 (um ano após a criação da Vila de Santa Maria de Maricá), tendo como seu primeiro presidente o Sr Domingos Álvares de Azevedo. Segundo atas da Câmara Municipal de Maricá, a Câmara funcionou na Sacristia da Igreja Matriz Nossa Senhora do Amparo enquanto não possuía sede própria. Somente no ano de 1841, foi inaugurado o edifício da Casa de Câmara e Cadeia (atual Casa de Cultura), construído entre 1836 e 1841. Contudo, segundo a historiadora Maria Penha de Andrade e Silva, mesmo sendo inaugurado em 1841, o Poder Legislativo só foi transferido da Sacristia da Matriz para o seu novo endereço na Semana Santa do ano de 1842. Para marcar essa transferência, foi confeccionado um crucifixo, que segundo os antigos moradores, foi feito de madeira de Oliveira, vinda de Portugal. O crucifixo foiinstalado no plenário da Casa de Leis, e permanece até hoje no plenário da atual Câmara Municipal (na Avenida Nossa Senhora do Amparo). Segundo a história oral contada por Hipólito Cândido Barbosa à historiadora Maria Penha de Andrade e Silva, o Cristo Crucificado do plenário da Câmara Municipal só saiu do plenário da Câmara duas vezes: A primeira foi para uma procissão realizada em Maricá, no tempo da Gripe Espanhola, pedindo a Deus que a epidemia acabasse. Milagrosamente, a alta taxa de mortes no município, por conta da gripe, teve uma grande queda até se extinguir. E a segunda saída da Cruz foi para a mudança da sede do Poder Legislativo para o seu atual endereço. Cristo Crucificado do plenário da Câmara Municipal de Maricá. Foto: Miguel Ângelo Padilha. Conhecer as tradições da Semana Maior em Maricá é também conhecer um pouco da nossa
Continue lendo...Clique aqui e faça sua compra, sem sair de casa, pelo site de vendas, que mais vende no Brasil e que entrega super rápido, mercado livre. https://mercadolivre.com/sec/1b3PMhb Descriçãopróprio para atividades físicas, academia ou uso do dia a dialeve, macio, confortável não machuca seus pés ao uso do dia a dia ou tanto a atividades físicasTênis muito estiloso No anuncio contem: 1 Par de Tênis + 1 par de meia + 1 relógio. MATERIAL1-Solado de micro expandido2-interior todo de borracha macia é com um forró de malha.3-Exterior feito de tecido. MEDIDAS APROXIMADAS34 —24,0cm35—24,5 cm36—25,0 cm37—25,6 cm38—26,5 cm39—27,2 cm40—27,6 cm41—28,0 cm42–28,5 cm43–28,9 cm MOTIVOS PARA ADQUIRIR SEU PRODUTO COM A NOSSA LOJA :Entrega rápida e segura!Conforto e qualidade!Atendimento vip!DescontosParcelamentos 12x vezes sem juros !Cliente não satisfeito com o produto da loja, dinheiro de volta! https://mercadolivre.com/sec/1b3PMhb
Continue lendo...Morte do Papa: Entenda o Que Acontece Quando o Líder da Igreja Católica Morre
Continue lendo...Tsunami na Crista: Sub-20 do Maricá Domina o América no João Saldanha
Continue lendo...Entre pinturas corporais, cantos ancestrais e saberes originários, evento na aldeia Mata Verde Bonita proporciona experiência imersiva que conecta diferentes mundos A manhã de sábado (19/04) amanheceu diferente em São José do Imbassaí. No coração da aldeia Mata Verde Bonita (Tekoa Ka’aguy Hovy Porã), o ar carregava não apenas a umidade típica da região, mas também o peso da história e a leveza das tradições sendo compartilhadas. Foi ali que aconteceu o “Maricá Indígena”, uma iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de Maricá que transformou a data em um portal para outro modo de ver o mundo. Ao chegar na aldeia, os visitantes foram recebidos com sorrisos abertos e olhares curiosos de ambos os lados. Crianças guaranis corriam entre adultos não-indígenas, criando uma atmosfera de descoberta mútua que permeou todo o evento. O cheiro da comida típica preparada em fogões improvisados se misturava ao aroma da mata ao redor, enquanto os sons dos mbarakás (chocalhos sagrados) começavam a ecoar, anunciando o início das atividades. Experiências que atravessam fronteiras “Toquei no arco pela primeira vez na vida e senti algo que não consigo explicar direito… uma conexão com algo muito maior e mais antigo que eu”, contou Sandra Oliveira, professora de história que viajou de Niterói especialmente para o evento. Ela foi uma das dezenas de pessoas que se aventuraram nas atividades práticas oferecidas pelos anfitriões indígenas. O dia foi recheado de vivências que ultrapassaram o simples “conhecer”: participantes suaram no cabo de guerra, concentraram-se nas demonstrações de arco e flecha, e se entregaram à corrida com mbaraká – um esporte tradicional onde os competidores correm carregando o instrumento sagrado. Entre uma atividade e outra, rodas de conversa surgiam espontaneamente, permitindo trocas genuínas entre mundos frequentemente separados pela incompreensão. “Hoje foi um dia especial. Recebemos muitas pessoas de fora, não indígenas, e isso é importante porque elas precisam conhecer e entender a cultura Guarani e de outros povos também. É preciso conversar diretamente com os indígenas e viver essa troca”, compartilhou Miguel Wera, uma das lideranças da aldeia, enquanto ajustava o cocar tradicional após guiar um grupo de visitantes pela trilha que corta a aldeia. Mais que folclore: memória viva Um silêncio respeitoso tomou conta do espaço quando o coral guarani se posicionou para sua apresentação. Vozes que carregavam séculos de ancestralidade preencheram o ar, provocando arrepios em muitos dos presentes. Os cantos, em língua guarani, falavam de conexão com a terra, com os antepassados e com o sagrado – temas que, apesar da barreira linguística, tocaram fundo nos corações de todos os presentes. Para Martinha Mendonça, indígena do povo Guajajara e diretora da Escola Municipal Indígena Guarani Para Poty Nhe E Já, momentos como esse são essenciais para desmistificar a cultura indígena. “A ressignificação dessa data é um marco importante na nossa história, pois já vínhamos, enquanto movimento indígena, tirando-a do lugar folclórico e simbólico para afirmar nossa resistência e presença em todos os campos: saúde, educação, espiritualidade e cultura. Nossas histórias não são folclore, são memórias vivas, formas de viver, ensinar, cuidar e existir. Por isso é tão importante que os territórios indígenas organizem momentos de vivência com a população não indígena”, explicou Martinha, enquanto orientava algumas crianças durante uma aula aberta de língua guarani. Entre datas e significados O evento “Maricá Indígena” celebrou duas datas significativas no calendário: o Dia dos Povos Indígenas (19/04), reconhecido nacionalmente, e o Dia Municipal dos Povos Indígenas (22/04), instituído pela própria Prefeitura de Maricá através da lei nº 3.196/2022. Esta última data foi estrategicamente escolhida para coincidir com o dia em que se comemora oficialmente a “descoberta” do Brasil, propondo assim uma contra-narrativa que reconhece que estas terras já eram habitadas muito antes da chegada dos colonizadores europeus. “Momentos como esse de celebração e, principalmente, de respeito, são oportunidades para valorizar a resistência dos povos originários. Essa integração com a sociedade é fundamental para fortalecer memórias e compartilhar saberes”, refletiu Leonardo Lopes, morador de Itaipuaçu que participou do evento com seus dois filhos pequenos. Raízes maricaenses Poucos visitantes sabiam que Maricá abriga não apenas uma, mas duas aldeias indígenas em seu território: a Mata Verde Bonita (Tekoa Ka’aguy Hovy Porã), em São José do Imbassaí, anfitriã do evento, e a Céu Azul (Tekoa Ara Hovy), localizada no Espraiado. Durante o evento, uma exposição fotográfica narrava visualmente o cotidiano dessas comunidades que, apesar da proximidade com áreas urbanas, mantêm vivas suas tradições, língua e modo de vida. As fotografias, muitas delas feitas pelos próprios indígenas, revelavam detalhes do dia a dia que normalmente escapam aos olhares externos: o preparo de alimentos tradicionais, o cuidado com as crianças, as práticas espirituais e o artesanato como expressão cultural e fonte de renda. No final da tarde, enquanto o sol começava a se pôr, visitantes deixavam a aldeia carregando mais que artesanatos adquiridos nas barracas montadas para o evento. Levavam consigo novas perspectivas, questionamentos sobre a história oficial e, principalmente, a experiência viva de um encontro genuíno com os guardiões originais destas terras. “Volto para casa diferente de como cheguei,” confidenciou uma senhora ao se despedir de uma das artesãs indígenas após adquirir um colar de sementes. “E isso, no fim das contas, é o verdadeiro propósito deste dia.” Texto jornalístico com informações da Prefeitura de Maricá
Continue lendo...A Cruz da Primeira Missa Brasileira em Solo Maricaense: Um Encontro Entre História e Fé
Continue lendo...Informações do Produto Projetor 4K HD 150 Polegadas Celular, Tv B0x, Xbox, PS, Pc, Wifi HY300 Pro Magcubic 101 – Nehc Projetor 4K HD 150 Polegadas Celular, Tv B0x, Xbox, PS, Pc, Wifi HY300 Pro Magcubic 101 **Projetor Inteligente HY300 PRO: Suporte 4K, Android 11, Brilho de 160 ANSI** Descrição do Produto: Descubra o avançado projetor inteligente HY300 PRO, que oferece melhorias significativas em comparação ao modelo anterior, HY300. Equipado com o processador Allwinner H713 e o sistema operacional Android 11, o HY300 PRO proporciona uma resolução nativa de 1280*720P com suporte a 4K e brilho de 160 ANSI, garantindo uma experiência visual mais clara e brilhante. **Características Principais**: **Processador e GPU Avançados**: Equipado com o processador Allwinner H713 Quad-core ARM Cortex-A53 e GPU Mali-G31, suporta OpenGL ES3.2, Vulkan 1.1 e OpenCL2.0 para um desempenho gráfico eficiente e operação suave. **Resolução e Brilho Superiores**: Resolução nativa de 1280*720P com suporte a 4K e um brilho de 160 ANSI para imagens luminosas e nítidas. **Projeção Ajustável de 180°**: Ajuste o ângulo de projeção até 180° para obter a visualização perfeita em qualquer ambiente. **Conectividade Moderna**: Wi-Fi dual-band 2.4G/5.8G e Bluetooth 5.0 para uma conexão rápida e estável. **Portátil e Conveniente**: Design leve e compacto, ideal para uso ao ar livre e fácil de transportar. **Longa Vida Útil da Lâmpada**: Até 50.000 horas de uso, reduzindo a necessidade de substituição frequente. **Suporte para Cartão TF**: Novidade no HY300 PRO, oferece mais opções de armazenamento e reprodução. **Especificações Técnicas**: **Modelo**: HY300 PRO **Tecnologia de Exibição**: LCD TFT de 2.69 polegadas **Sistema Operacional**: Android 11 **Conexões**: Porta de carregamento USB-C com suporte a carregamento rápido **Dimensões e Peso**: 102 x 101 x 40 mm; 0.31 kg **Conteúdo da Embalagem**: 1x Projetor Inteligente HY300 PRO 1x Cabo de Carregamento USB-C 1x Controle Remoto 1x Manual do Usuário (Inglês) Com funcionalidades superiores como a adição de um slot para cartão TF, maior brilho e melhor conectividade sem fio, o HY300 PRO é a escolha ideal para cinema em casa, atividades ao ar livre e trabalho móvel. Compre agora e transforme sua experiência de entretenimento e produtividade com o HY300 PRO! Aproveite a promoção da Shopee, clique e garanta já o seu: https://s.shopee.com.br/5KyiAYz8CE https://s.shopee.com.br/5KyiAYz8CE
Continue lendo...