Fotógrafos de Maricá expõem na Expo 2025 em homenagem ao Dia Internacional da Fotografia

Foto: blog.alboompro.com Evento destacará talentos locais e promoverá reflexão sobre o papel da fotografia na memória e na identidade de Maricá No dia 19 de agosto, a Expo Maricá 2025 se transforma em um verdadeiro espaço de celebração à arte de fotografar. A partir das 17h, o Auditório 03 será palco de um evento especial em homenagem ao Dia Mundial da Fotografia, uma data simbólica que reconhece, internacionalmente, o poder das imagens na preservação da história, da cultura e da identidade dos povos. Com o tema “Lentes que Contam Histórias”, o encontro reunirá fotógrafos renomados, artistas visuais, entusiastas da imagem e o público em geral para uma programação rica em trocas, aprendizados e homenagens. Talentos maricaenses em destaque Um dos grandes destaques do evento será a exposição coletiva de fotógrafos da cidade, que apresentará olhares únicos sobre vários temas e suas múltiplas realidades. A partir do dia 19, o público poderá conferir duas obras de cada profissional convidado, expostas em ambientação especial nos auditórios da Expo. Estarão expondo os fotógrafos: Anselmo Mourão, Hermínio Lopes, Zé Almeida, Araujo Jornalista, Ana Paula Monsores, Ulysses Soares, Julios Costa, Gabriela Serodia, Angélica Rodolfo, Ivson Gomes, Gui Caldas, Edina Freitas, Renata Gama, Ivanil Ribeiro, Paulo Ávila e Jorge Júnior — todos com trajetórias marcantes na fotografia local e regional. Suas imagens, registradas ao longo de anos de trabalho, compõem um verdadeiro mosaico da história visual de Maricá. Além disso, a exposição fotográfica do Coletivo de Fotógrafos de Maricá ficará aberta ao público durante todos os quatro dias da Expo, reforçando o compromisso do evento com a valorização da arte e da cultura local. Vale destacar que a Expo Maricá completa, neste ano, 21 anos de existência, consolidando-se como um dos eventos empresariais mais importantes da região. O idealizador e diretor do evento, Delfim Moreira, também atua como presidente da Associação Comercial de Maricá e é vice-presidente executivo da Federação das Associações Comerciais do Estado do Rio de Janeiro (FACERJ). Com forte atuação no fomento ao desenvolvimento econômico e cultural do município, Delfim tem papel fundamental na organização e realização da feira, que reúne diferentes setores da economia local com foco em inovação, negócios e integração com a comunidade. Empreendedorismo e inspiração no universo da imagem Abrindo a programação, às 17h, o fotojornalista Anselmo Mourão compartilha sua experiência de mais de 30 anos no segmento, com a palestra “Como empreender e ser bem-sucedido em fotografia”. Mourão, que atuou em veículos como O Globo, na Alerj e na Prefeitura de Maricá, abordará caminhos para quem deseja viver da fotografia com planejamento, técnica e paixão. Em seguida, às 19h, acontece um bate papo, apresentada pelo Jornalista efotógrafo Anselmo Mourão, que conversa com o Fotógrafo especialista emprodução de Conteúdos da TNB filmes e professor de fotografia. Que falará sobrefotografia aérea, equipamentos e suas tecnologias. Uma homenagem à memória coletiva A iniciativa busca não apenas celebrar a fotografia como arte, mas também valorizar quem registra o cotidiano com sensibilidade. “A fotografia é uma linguagem que eterniza memórias, amplia percepções e nos conecta à nossa própria história. Este evento é uma forma de reconhecer os fotógrafos que constroem, dia após dia, a identidade visual e suas. ”, ressalta a organização da Expo. Com entrada gratuita e aberta ao público, a Expo Maricá 2025 reafirma seu compromisso com a cultura, a arte e os talentos locais, transformando o Dia Mundial da Fotografia em um momento de reconhecimento, afeto e reflexão. Fotos: Arquivo Pessoal Ederson Porto Anselmo Mourão Angélica Rodolfo Gui Caldas Renata Gama Hermínio Lopes Ana Monsores Paulo Ávila Jorge Júnior Ulysses Soares Ivanil Ribeiro Jornalista Araujo Ivson Gomes Gabriela Serodio Julios Costa Zé Almeida Edina Freitas

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Maricá celebrará a cultura indígena com shows de Sandra de Sá e Gabriel o Pensador – Aldeia Mata verde

Foto: Fernando Silva/Secom Entre os dias 8,9 e 10 de agosto, a cidade de Maricá será novamente palco de uma celebração profunda da cultura, espiritualidade e resistência dos povos originários com a realização da Festa da Aldeia Mata Verde Bonita. A programação intensa e plural reunirá rituais sagrados, oficinas, rodas de conversa, competições tradicionais e shows de artistas como Sandra de Sá, Gabriel o Pensador e Moleques da Pisadinha, além de nomes expressivos da cena indígena contemporânea. Com entrada gratuita, o evento é realizado com recursos da Lei Aldir Blanc, em parceria com o Instituto Terra do Saber, e conta com o apoio de órgãos como o Ministério da Cultura e a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro. A proposta é promover um espaço de reconexão com as raízes ancestrais do Brasil, dando protagonismo às vozes indígenas e visibilidade às suas expressões artísticas e espirituais. O dia 8 de agosto, primeiro da festa, será aberto às 10h30 com uma solenidade especial que contará com a presença da secretária de Estado de Cultura, Danielle Barros, além da emocionante apresentação do Coral da Aldeia Mata Verde Bonita. O dia segue com o plantio de mudas, a Mostra de Cinema Indígena Infantil por Carlos Tupiniquim e uma feira de artesanato coordenada por Luciana Para Poty. Exposições fotográficas também ganham destaque, com registros produzidos por jovens Guarani Mbya sob orientação de Suzana Parai, e imagens do Instituto Nhandereko que documentam os impactos de um incêndio criminoso no território indígena, sob o olhar de Tupã Darci Nunes. A culinária originária será celebrada ao meio-dia com a participação de Iracema Nunes, que apresenta pratos tradicionais como expressão viva de um legado ancestral. Durante a tarde, oficinas formativas abordam temas como o uso de ervas medicinais, pintura corporal, arco e flecha e práticas esportivas. Também haverá o torneio de futebol indígena entre aldeias, encontros de dança com grupos das aldeias Sapukai, Pataxó, Rio Pequeno e a anfitriã Mata Verde Bonita, além de apresentações da DJ Cris Pantoja, Banda Dinucci, Sandra de Sá e a cantora indígena Rozelaine Souza, encerrando o dia com espiritualidade e potência musical. No dia 9 de agosto, as atividades começam com oficinas de canto coral, pintura corporal e arco e flecha. À tarde, o público acompanha as emocionantes competições indígenas estaduais, incluindo provas como corrida de tora, luta corporal, cabo de guerra e campeonato de arco e flecha. Um dos momentos mais simbólicos ocorre às 15h, com a vivência espiritual na Casa de Reza, conduzida pela pajé Lídia e pelo pajé Cajanã, em um espaço de troca de saberes e espiritualidade aberta ao público. Na sequência, acontecem as finais do torneio de futebol, seguidas da roda de conversa “Vozes vivas contra o apagamento cultural”, que traz convidados para refletir sobre os desafios da preservação das identidades indígenas no Brasil contemporâneo. À noite, o público prestigia o desfile de moda indígena assinado por Iracema Nunes, além de apresentações de Kandu Puri, Lucas Kariri, e o aguardado show de Gabriel o Pensador, que promete unir música e consciência social. O grupo Moleques da Pisadinha encerra a noite com muito ritmo e energia. A programação se encerra no dia 10 de agosto, com rituais e atividades voltadas para a espiritualidade e o fortalecimento comunitário. Logo às 9h, será realizado o rito de batismo indígena, seguido, às 10h, pela prova de natação entre aldeias. Às 11h, ocorre o tradicional ritual do rapé na Casa de Reza, conduzido pelo povo Apurinã, com 200 vagas e contribuição simbólica de R$ 250. No mesmo horário, a artista Juliana Retê promove uma oficina de artesanato com base em técnicas tradicionais. Já no início da tarde, o clima é de celebração com o show da Banda da Diversidade. Para fechar a programação, às 16h, acontecem simultaneamente o show do Batidão dos Garotos e uma nova oficina de canto coral com Gilson Karai, promovendo um encerramento vibrante, coletivo e inspirador. A Festa da Aldeia Mata Verde Bonita é mais do que um evento cultural. É um ato político, espiritual e educativo. “A Festa da Aldeia é mais do que uma celebração — é um manifesto de vida, de luta e de pertencimento dos povos originários. É um convite para que todos se aproximem, respeitem e se conectem com a sabedoria ancestral que pulsa nesta terra”, afirmam os organizadores. Ao longo de três dias, Maricá reafirma seu compromisso com a diversidade, a valorização dos saberes tradicionais e o fortalecimento das vozes indígenas no cenário cultural brasileiro. PROGRAMAÇÃO COMPLETA DIA 08 DE AGOSTO (quinta-feira)Das 10h30 às 23h DIA 09 DE AGOSTO (sexta-feira)Das 10h às 23h DIA 10 DE AGOSTO (sábado)Das 9h às 16h A Festa da Aldeia é, acima de tudo, uma vivência transformadora, que coloca o público em contato direto com a diversidade, a espiritualidade e os valores ancestrais que sustentam a história viva dos povos indígenas no Brasil. Maricá, ao sediar essa celebração, reafirma seu papel como um território de resistência cultural e inclusão. fotos: Reprodução Instagram Aldeia Mata Verde

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Profissionais da Imprensa de Maricá são homenageados com a Medalha Alexandra Lambraki de Comunicação

Foto: Thamyris Mello Evento em Araçatiba lança honraria anual e celebra o legado de uma das figuras mais marcantes da história cultural de Maricá A noite desta quinta-feira (31/07), foi de emoção e reconhecimento às margens da Lagoa de Araçatiba, onde a cidade de Maricá celebrou o poder transformador da comunicação. Em uma cerimônia marcada por homenagens e expressões culturais, foi oficialmente lançada a Medalha Alexandra Lambraki de Comunicação, uma honraria anual dedicada a valorizar profissionais que ajudam a construir a memória coletiva e a identidade cultural do município. O evento foi realizado no espaço do Grupo de Artistas de Maricá (GAM), com organização conjunta da Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Turismo, Comércio, Indústria e Mercado Interno, do Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIM), do próprio GAM e da Associação de Imprensa de Maricá (AIM). Uma noite de tributo e memória A primeira edição da medalha prestou homenagem a 22 profissionais da comunicação, atuantes em diversas mídias — do jornalismo impresso ao digital, da televisão à fotografia — todos com trajetórias marcadas pelo compromisso com a informação, a cultura e a valorização da história local. Os homenageados foram: Adalmir Ferreira (Jornal Nova Edição), Anselmo Mourão (site Aconteceu Maricá), Bianca Chaboudet (Inter TV), Carlos Alberto Freire (site Maricá Total), Clarildo Menezes (fotojornalista), Denes Pereira (Lei Seca Maricá), Elaine Nunes (revista Maricá Já), Fabiano Medina (TV Mais Maricá), João Henrique dos Santos (site Maricá Info), João Madeira (site Mão na Roda), Paulo Celestino (através de sua filha, a jornalista Sara); Robson Reis (Canal da Utopia), Sheila Guimarães (jornal Portal Lagos), Tiers Rangel (jornal Folha da Terra) e Vera Lúcia de Melo (TV Itaipuaçu Web). A cerimônia aconteceu no encerramento da exposição “Memórias da Grega”, mostra que revisita a trajetória da artista plástica, jornalista e pesquisadora Alexandra Lambraki, homenageada que dá nome à medalha. Nascida na Grécia e maricaense por escolha, Alexandra foi fundadora do jornal Correio de Ponta Negra, posteriormente renomeado como Correio da Cidade, e teve papel decisivo na criação e liderança do GAM entre 2021 e 2024. Vozes que construíram o evento Na abertura do evento, a presidente da AIM, Nathalia Muller, destacou a potência simbólica da homenagem. “Alexandra Lambraki foi uma mulher de muita força, guerreira pela cultura e pela comunicação. Ter uma medalha com o nome dela carrega uma força gigante, pois representa muito para nós comunicadores e para os artistas de Maricá”, afirmou. A secretária de Comunicação, Danielle Oliveira, também homenageada na noite, celebrou o simbolismo do encontro: “É uma alegria ver esse trabalho coletivo, que une educação, cultura e história. Maricá é hoje um exemplo de cidade que conta suas próprias histórias com sensibilidade e coragem.” Exposição e arte como legado vivo Com curadoria da produtora cultural e atual presidente do GAM, Kikah Monteiro, a exposição Memórias da Grega promoveu uma verdadeira imersão na vida e obra de Alexandra. Entre os destaques, a instalação Espaço Memória, criada pela fotógrafa Ângela do Bem, emocionou o público ao retratar, com sensibilidade, passagens marcantes da trajetória da jornalista grega que fez de Maricá o seu lar. “É muito simbólico homenagear figuras tão significativas para Maricá. Alexandra atravessou o oceano ainda jovem e se dedicou intensamente à memória da nossa cidade. Este é um momento que une espiritualidade, cultura e história”, declarou Kikah. Além das homenagens, a noite contou com apresentações culturais e intervenções artísticas que reforçaram o papel da comunicação e da arte como expressões de pertencimento e resistência. A quadrilha da Mió Idade, formada por idosos atendidos pela Secretaria de Políticas para a Terceira Idade, arrancou sorrisos e aplausos com uma performance vibrante e cheia de alegria. Em seguida, o ator Éder Montalvão encenou a esquete Padre Anchieta Vive, enquanto os artistas Leandro Vieira e Flavio Dutra apresentaram, respectivamente, um mural de grafite e uma escultura em 3D, ambos inspirados na homenageada. As obras agora compõem o acervo da exposição. Reconhecimento que deve se repetir anualmente A Medalha Alexandra Lambraki de Comunicação foi pensada como uma honraria permanente, a ser concedida anualmente a profissionais que atuam em defesa da informação de qualidade, da memória cultural e da democracia comunicacional em Maricá. O evento reuniu importantes nomes da cidade, como o subsecretário de Turismo Religioso Luiz Augusto Nogueira, o padre Luiz Cássio Moreira, a vereadora Adriana Costa (representando o Legislativo), a subsecretária de Assuntos Religiosos Danieli Machado, a subsecretária de Assistência Social Laura Castor, além do presidente mirim do Instituto Histórico, Geográfico e Ambiental de Maricá (IHGAM), Miguel Padilha Marques. Também foram prestadas homenagens póstumas aos jornalistas Romário Barros e Lenny Guimarães, cujos familiares receberam flores e reconhecimentos especiais, emocionando todos os presentes. Um tributo à comunicação como ato de amor Mais do que uma noite de celebrações, o evento foi uma reafirmação da importância da comunicação como ferramenta de transformação social, cidadania e preservação da memória. Através da homenagem a Alexandra Lambraki e àqueles que seguem seu caminho, Maricá renova seu compromisso com a história contada por vozes diversas, humanas e comprometidas com a verdade. A exposição Memórias da Grega permanece aberta ao público até o dia 30 de agosto, na sede do GAM, em Araçatiba, com entrada gratuita. Fotos: Thamyris Mello

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