Tragédia em Maricá: adolescente confessa participação na morte de criança e caso segue sob investigação

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Foto: Reprodução TV Record Rio

Polícia apura circunstâncias do crime ocorrido em Itaipuaçu enquanto familiares e comunidade aguardam esclarecimentos

A morte da pequena Ayla Nunes Alves, de apenas 1 ano e 3 meses, gerou comoção e tristeza em Maricá, na Região Metropolitana do Rio. Na tarde desta sexta-feira (20), a Polícia Civil confirmou a apreensão de um adolescente de 13 anos, que confessou participação no crime, segundo informações do delegado responsável pelas investigações na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG).

De acordo com a investigação inicial, o caso ocorreu dentro de um conjunto habitacional vinculado ao programa Minha Casa, Minha Vida, localizado no distrito de Itaipuaçu, em Maricá. A criança foi encontrada sem sinais vitais dentro do imóvel e levada para atendimento na Unidade de Pronto Atendimento de Inoã, mas já chegou ao local em óbito.

Investigações apontam violência e reforçam necessidade de cautela
Conforme informações preliminares divulgadas pela polícia, o adolescente confessou envolvimento no crime, e a linha investigativa considera a ocorrência de violência. As autoridades destacaram, no entanto, que detalhes mais específicos dependem da conclusão dos laudos periciais e das diligências em andamento.

O delegado responsável afirmou que outras situações estão sendo analisadas para verificar possíveis conexões, e que algumas famílias já foram orientadas a encaminhar crianças para exames periciais. O objetivo, segundo a Polícia Civil, é garantir total esclarecimento dos fatos com responsabilidade e rigor técnico.

Família demonstra abalo e cobra esclarecimentos
Antes mesmo da confirmação da confissão, o pai do adolescente declarou publicamente que não encobriria qualquer responsabilidade, caso fosse comprovada. Emocionado, ele afirmou que a própria família também busca entender o que aconteceu.

Segundo relatos, o adolescente estava na residência de uma mulher que cuidava da criança, considerada pela família como uma “avó de consideração”. Ainda conforme os familiares, outras pessoas estavam no local no momento do ocorrido, o que também está sendo analisado pelas autoridades.

Atendimento médico e início das diligências
De acordo com a Polícia Militar, agentes do 12º BPM foram acionados após a entrada da criança já sem vida na unidade de saúde. Profissionais que realizaram o atendimento identificaram sinais que levantaram suspeita de morte por violência, o que levou ao registro inicial do caso na 82ª DP de Maricá.

Posteriormente, a investigação foi encaminhada para a Delegacia de Homicídios, que assumiu a condução do inquérito e iniciou a coleta de depoimentos e provas.

Depoimentos e continuidade das investigações em Maricá
Nas primeiras horas do dia, agentes estiveram no conjunto habitacional em Itaipuaçu para ouvir testemunhas e reunir informações. Três pessoas foram levadas para prestar esclarecimentos na sede da especializada.

A mãe da criança informou que Ayla estava havia pouco tempo sob os cuidados da mulher responsável pela residência. Enquanto isso, a Polícia Civil segue realizando diligências para reconstruir a dinâmica do ocorrido.

O laudo pericial será fundamental para confirmar as causas da morte e contribuir para a conclusão do caso, que continua sendo acompanhado com grande atenção pela população de Maricá.

Fonte do texto Jornalístico: Rede Record de Televisão/balanço Geral

Reprodução TV Record

Parente da Bebê Ayla, dando entrevista a Tv Record, balanço geral de hoje a noite

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